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quarta-feira, 2 de janeiro de 1980

Aiuruoca- MG -- ParaĆ­so da Cachoeiras!



šŸ”»AIURUOCAšŸ”»





Pequeno municĆ­pio localizado na Serra da Mantiqueira no Sul de Minas Gerais, seu nome Ć© derivado da lingua Tupi e significa "casa de papagaio", atravĆ©s da junĆ§Ć£o das palavras aĆ®uru ("papagaio") e oka ("casa"). Atrai muitos turistas em busca de tranquilidade, cachoeiras, trekking, escalada e muitas paisagens bucĆ³licas. 

DIA 1 
Seguimos do Circuito das Ɓguas de Minas (relato aquišŸ‘‡http://viajantesdemochila.blogspot.com.br/1980/01/circuito-das-aguas-mg-lambari-sao.html) de carro, bem devagar, apreciando aquela cidade bem diferente. Pessoas simples e humildes, poucos e pequenos estabelecimentos comerciais. AliĆ”s, imĆ³veis antigos que nĆ£o lembrava modernidade, shoppings,...
Fomos em direĆ§Ć£o Ć  Cachoeira dos Garcias (FOTO). Um acesso muito difĆ­cil em estrada de terra, mal conservada e com muitos buracos.


Basta estacionar o carro no canteiro de uma estradinha de terra e descer uns 30 min. por uma trilha com muitos buracos, mas bem aberta, depois de muito descer, jĆ” ouvimos aquele barulho forte de Ć”gua caindo e pessoas conversando. Que alegria! 

Chegamos pela parte de cima da cachoeira (FOTO). Que sensaĆ§Ć£o maravilhosa e mĆ”gica. Natureza incrĆ­vel, Ć”gua cristalina geladĆ­ssima, sol, mata, cĆ©u azul...



Descemos pela mata e nos segurando em Ɣrvores. Chegamos e nos refrescamos novamente naquela Ɣgua maravilhosa. Muitas minis piscinas. Uma queda de 30 metros. JƔ estƔvamos no inƭcio da tarde e a fome era grande. Comemos e decidimos retornar para o carro, para seguirmos o passeio. Vixe! Subir aquela montanha, com aquele sol forte e depois andar mais uns 30 minutos para chegarmos ao carro. Ai, ai, ...



Continuando o passeio, seguimos de carro atĆ© uma grande piscina natural formada por um ribeirĆ£o, com um escorregador natural chamado PoƧo Joaquim Bernardo (FOTO) cercado por pastagens e uma colĆ“nia de AraucĆ”rias em sua frente.


Que banho maravilhoso. E a Ɣgua estava bem gelada, viu! Mais uns minutinhos daquele lugar maravilhoso. Para onde irƭamos depois?

Seguimos para o Vale do Matutu (FOTO). Em linguagem indĆ­gena significa: “cabeceiras sagradas”. Mais um pouco de estrada de terra e chegamos de volta em Aiuruoca. Atravessamos a cidade e, outra estrada. Seguimos por um tempo atĆ© chegarmos Ć  entrada do vale, onde existe um casarĆ£o onde funciona a associaĆ§Ć£o dos moradores e amigos do Matutu.



Deixamos o carro e fomos em direĆ§Ć£o Ć  cachoeira PoƧo das Fadas (FOTO). Uma trilha de 200 metros no mĆ”ximo e comeƧƔvamos a ouvir aquele barulho de Ć”gua. Pronto, lĆ” estava: Ć”gua cristalina correndo entre as pedras. Fomos nos aproximando cada vez mais atĆ© conseguirmos sentir a Ć”gua em nossos pĆ©s e mĆ£os. 


Hora de partir, pois o sol estava se pondo e a noite chegava rƔpido.

DIA 2
Atravessando a rodovia, para conhecermos mais duas cachoeiras e assim seguirmos para nossa prĆ³xima cidade. Caminho complicado que sĆ³ pode ser feito depois de muitas explicaƧƵes e orientaƧƵes de quem conhece.
Primeira delas: Cachoeira Duas Quedas  (FOTO), onde se formam duchas naturais refrescantes, mas nĆ£o tem poƧo para banho de imersĆ£o. O carro pode ser deixado prĆ³ximo da cachoeira (pertinho mesmo). Local limpo e de muito fĆ”cil acesso.

Mais uns 3 km de carro e chegamos na Cachoeira da Laje.šŸ‘‡


Sinceramente, a anterior Ć© muito melhor.  FĆ”cil acesso tambĆ©m. Mal cuidada e com um pouco de lixo em volta. Mato, Ć”rvore caĆ­da, ...  
Ficamos nesse local por 50 minutos.

Quase 14h e seguimos viagem. Agora, tĆ­nhamos muito estrada pela frente. Talvez 5 horas de viagem, atĆ© Ouro Preto. (acessem o post aquišŸ‘‡http://viajantesdemochila.blogspot.com.br/1980/01/cidades-historicas-mg-ouro-preto.html)

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