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sexta-feira, 4 de janeiro de 1980

Pq. Nac. do Itatiaia e Litoral Sul Fluminense - RJ




Pq. Nac. do Itatiaia e Litoral Sul Fluminense




Sábado


4h e a viagem teve início. Depois de muito rodar pelas boas e pedagiadas estradas de São Paulo (Dom Pedro e Pres. Dutra), pouco mais de 7h chegamos à Aparecida do Norte.


Após uma rápida visita a bela e gigante catedral, seguimos pela passarela para visitarmos agora, a antiga catedral. Minúscula se comparada a anterior.


8h30 e seguimos rumo à Itatiaia, pois nossa programação também incluía nesse primeiro dia a visita à parte alta do Parque Nacional do Itatiaia (http://www.icmbio.gov.br/parnaitatiaia/). Seguindo pela Rodovia Pres. Dutra, logo após a cidade de Queluz, pegamos a rodovia BR 354 (sentido Itamonte - MG). A estrada é de mão única, mas boa. Conforme se segue, vai ficando mais e mais sinuosa, por causa da montanha. E claro, a paisagem ficando mais bonita. Após 26 km nessa estrada e exatamente na divisa entre os estados do RJ e MG, lá está uma placa indicativa do parque. Esse local é conhecido como Garganta do Registro. Não tem como errar. Tem muita placa indicativa. Desse ponto, segue-se à direita por uns 14 km por uma estrada que inicialmente é razoável (chão batido) e vai piorando. Mas trafegável. Ao final, já aos 2.300m de altitude, está a portaria do Parque Nacional do Itatiaia (local conhecido como Posto Marcão). Ali, foi só pagar pela entrada para o final de semana e pegar um mapinha. Passando pela portaria, uns 200m à frente do lado direito, fica o estacionamento para veículos.


10h30. Dali, foi só seguir por 3 km a pé por uma estradinha plana de terra até o abrigo Rebouças. Desse ponto, pode-se optar: sentido Pico das Agulhas Negras ou sentido Prateleiras.


A escolha foi seguir em direção às Prateleiras. Após o Abrigo Rebouças, seguindo por uma estradinha de nível fácil, 500m à frente e do lado esquerdo pode-se avistar a Cachoeira das Flores. Existe trilha até a mesma, mas não seguimos até lá.


Continuando, logo vem uma suave subida e chega-se ao final da estradinha. Do lado direito existem grandes pedras e é um ótimo local para se observação. Bem, como já passava um pouco das 12h, foi o local escolhido para o “almoço”. Muita neblina e frio.

Agora por uma trilha estreita e também fácil de se caminhar, com alguns sobe e desce, foi só chegar à base das Prateleiras (foto), distante aproximadamente 1,5 km do local escolhido para o almoço. Percurso feito em 40 minutos. Pois é, paisagens maravilhosas que não permitiam o caminhar mais acelerado. Constantemente a gente vai parando para tirar fotos e observar a paisagem. A vegetação predominante é rasteira, sem grandes árvores. Muito legal e diferente.


Mais uma bela pausa para descanso. Optamos por não subir rumo às Prateleiras. A vista dali nos satisfez.

14h decidimos retornar para o Abrigo Rebouças. Ao chegar, fomos procurar a trilha que leva para o Pico das Agulhas Negras. Porém, o rio que passa ali ao lado do abrigo estava bem cheio, dificultando a travessia.

Vale ressaltar que devido a neblina intensa durante todo o dia, não conseguimos em momento algum avistar o Pico das Agulhas Negras.

15h. Decidimos retornar para a portaria. No caminho, vimos muitos sapos flamenguinho, que é o símbolo do parque. Na portaria, chegamos pouco depois das 15h30.

Saímos do parque e fomos direto para Itatiaia, onde nos hospedaríamos.

Pousada Country. Muito boa. Na estrada de acesso à parte baixa do parque.

A noite estava chegando e fomos caminhando nos deliciar com uma bela pizza. A caminhada de volta foi boa para ajudar na digestão. Ehehehe.


Domingo

8h já estávamos tomando o café da manhã. Seguimos para a visita na parte de baixo do parque. Rapidinho chegamos à entrada do parque. Apresentamos o bilhete já comprado no dia anterior e seguimos estrada acima. Existem muitas placas ao longo do percurso.

Logo avistamos e paramos no Mirante do Último Adeus. Vista bem bacana. Muitos pássaros, barulho de queda d’água, ... Seguindo, paramos na Pedra de Fundação.

Dali fomos direto para a Cachoeira do Maromba. Carro estacionado, foi só descer uma pequena trilha e lá estávamos. Depois seguimos por uma trilha tranquila, porém mais longa até a Cachoeira Itaporani.

Então, retornando pela trilha, pegamos um desvio e fomos conhecer a bela e lotada Cachoeira Véu de Noiva (foto).  Ô água gelada!


Uau, já passava das 14h. Retornamos para o carro e seguimos para conhecer o Lago Azul. Também lotado.

Já passava das 16h e decidimos encerrar nosso dia de passeio pelo parque.

Mais uma vez, com a noite chegando, fomos até a pizzaria, mas estava fechada. Acabamos encontrando outra ali perto e lá jantamos. Vale ressaltar que por ali não existe muita opção para se alimentar.


Segunda-feira

Café da manhã tomado, seguimos pela Rodovia Pres. Dutra rumo ao Rio de Janeiro, por aproximadamente 15 km direto para Penedo.

9h, pegamos um mapinha no portal da cidade e fomos direto conhecer a Pequena Finlândia. Muito legal. É tipo uma vilinha com lojinhas, restaurantes, etc, onde se caminha a pé.

Dali, depois de uns 30 minutos, passamos em frente ao Museu Finlandês e continuando, chegamos ao Poço das Esmeraldas (foto). Sensacional. Lugar fantástico para um bom banho.


12h e fomos conhecer a Cachoeira de Deus. Depois, retornando, conhecemos as 3 Cachoeiras, já dentro da pequena Penedo.

Opa, 16h. Decidimos tomar um sorvete. Um tal sorvete finlandês. De massa, caríssimo e igual a qualquer outro encontrado em sorveterias. Sem graça. Não vale a pena.

Seguimos então, direto para Visconde de Mauá. Estrada de serra, muito bonita e bem sinuosa. Depois de uns 30 km e 45 minutos aproximadamente, chegamos ao portal da cidade. Local para informações e claro, mais um mapinha da região.

Mais uns 15 km e uns 30 minutos por uma estrada maravilhosa entre as montanhas que alterna asfalto e chão batido, o destino; Maromba.

Ficamos hospedamos na maravilhosa Pousada Magia da Montanha, logo na entrada da vilinha.

20h e fomos jantar em um dos 2 únicos restaurantes abertos nessa noite.


Terça-feira

É, o café da manhã foi surpreendentemente fantástico. Sem chance de comer pouco.

8h30, início do passeio caminhando por Maromba com direito a algumas fotos. Dali, fomos de carro para o Poção 7m. Depois, seguindo de carro, a Cachoeira do Escorrega (foto). Fica no final da estradinha de terra. Um ou outro carro consegue estacionar na estrada, restando aos demais um estacionamento pago. Como ainda era cedo, estacionamos na estrada mesmo.


Às 11h, retornando, fomos conhecer a Cachoeira Véu de Noiva. Muito legal.

Bem, como precisávamos abastecer o carro e o posto ficava depois da Vila de Maringá/ RJ, para lá seguimos. Tudo resolvido, na volta optamos por seguir para o Vale do Pavão. A estradinha até que se iniciou razoável. Mas foi piorando e muito. Depois de seguir por uns 6 km pela estradinha horrível, não encontramos nenhuma cachoeira. Decidimos retornar.

Então, chegamos em Maringá/ RJ e atravessamos para Maringá/ MG. Fomos conhecer a Piscina Natural existente ali. Local para fotos, apenas.

Retornamos para Maromba e fomos direto para a Cachoeira Santa Clara. Gostamos muito.

16h. Hora de retornar para a pousada, que não estava tão longe. Chegando, fomos desfrutar do mirante que fica no topo do morro dentro da própria pousada.  Uau! Que linda vista.

Descemos e fomos agora, para o salão de jogos. Que delícia! Quando percebemos, o dia já estava acabando. Fomos rapidinho para o quarto, tomamos banho e fomos jantar em Maringá/ RJ. Caminhando por ali, atravessamos a pontezinha até Maringá/ MG. Caminhamos pela rua principal e retornamos. Escolhemos um gostoso restaurante às margens do rio que separa os Estados do RJ e MG. Que noite legal!


Quarta-feira

9:15 iniciamos nossa viagem direto para Angra dos Reis. Seguimos até Penedo, depois Rodovia Pres. Dutra rumo ao Rio de Janeiro. Decidimos, por uma breve pausa e dar uma volta de carro por Resende. Daí, seguimos de novo na rodovia até pouco antes da cidade de Barra Mansa. Então por um estrada de mão única até nosso destino, onde chegamos às 13h.

Fomos direto para a pousada já reservada pela internet, longe do centro e bem ruinzinha. Deixamos nossas mochilas e seguimos para o centro para comprar o passeio de escuna para o dia seguinte. Ali no Cais Santa Luzia existe um ponto de informações turísticas, onde nos deram as orientações e mapinha da região. É do Cais de Santa Luzia que partem as escunas e do outro lado da avenida, estão algumas agências. Fácil, fácil. Os preços são meio que tabelados. Mas vale dar uma “choradinha”, pois sempre se consegue um descontozinho.

Tudo certo, mapinha em mãos, fomos curtir a Praia de Tanguá (foto). Fica localizada na Estrada do Contorno (estradinha de mão única e sem nenhum atrativo a não ser as praias) e é difícil de se localizar. Na estrada tem uma pequena placa indicativa. Da estrada, existe uma escadaria que conduz até a praia. Lugar bem bacana. Praia sem ondas e sombreada por grandes árvores.


Ficamos por ali até o final da tarde. De volta à pousada, não saímos mais.


Quinta-feira

Depois do café da manhã, seguimos empolgados para o cais no centro da cidade, para nosso passeio pelas ilhas de Angra dos Reis.

Às 10h30, lá fomos nós em uma escuna lotada de turistas. A primeira parada foi na Ilha/ Praia de Cataguás (foto). Não existe porto e a escuna atraca bem perto da praia. Os turistas tem que pular no mar para chegar à praia. Mas nada de assustador, já que o nível da água fica pela cintura.


Depois de aproximadamente 40 minutos ali se desfrutando daquela maravilha toda, seguimos. Mais um percurso curto com direito a melancia servida por tripulante da embarcação e lá estávamos: Lagoa Azul.

Aqui já não existe praia, somente pedras. A escuna atraca próximo à ilha e com boias (tipo macarrões), entramos no mar de água cor azul. Logo jogam um pouco de alimento na água e surgem inúmeros peixes. É fantástico. Por ali, ficamos boiando entre eles, claro com direito a muitas fotos.

Outros 40 minutos passados e seguimos novamente.

Passava das 14h e a escuna atracou em um pequeno porto na Freguesia de Santana. Ali, além da praia de águas tranquilas, pudemos visitar uma antiga igreja, bem pertinho da praia. Mais uns 30 minutos e lá fomos nós para o último destino: o almoço em Japariz. É uma praia com diversos restaurantes.

Enquanto muitos foram almoçar, nós nos deitamos ali na praia, à sombra das árvores e ficamos curtindo o momento. Depois de 1h, chegava a hora do retorno.

Uau, que passeio magnífico. Ilhas, praias e lugares fabulosos. Vale muito a pena!

18h já estávamos ali pelo centro da cidade. Jantamos Yakisoba. Bastante, viu. Depois, cansados e satisfeitos por tudo, fomos para a pousada.


Sexta-feira

 Após o café da manhã, com as mochilas já no carro, fomos seguindo pela Rodovia Rio Santos até Mambucaba. No caminho pudemos observar as usinas nucleares de Angra. Novidade para nós.

Nesse trecho no sul fluminense da Rodovia Rio Santos tem muito radar. Os limites de velocidade variam bastante. Com isso, é necessário o máximo de atenção, para não ser multado.

Ainda não era 10h e chegamos à Mambucaba. Cidadezinha muito bacana. Estacionamos o carro ao lado da igrejinha e caminhamos para a praia (foto). Pertinho.


Sol forte, praia não muito lotada, água gostosa. Maravilhoso!

14h seguimos viagem. Passamos em Paraty e demos uma caminhada pela parte histórica e uma chegadinha até a praia. O calor era grande. Decidimos seguir para Trindade.

Final da tarde e lá estávamos. Paramos direto no Hostel Trindade. Lugar legal à 50m da Praia de Fora. Descansamos um pouco e fomos jantar. Na volta, direto dormir.


Sábado

 8h30 tomamos nosso café da manhã, e percebemos que a caixa d’água do local estava com sérios problemas. Epa!

Pegamos os apetrechos de praia e lá fomos nós. O dia prometia sol. E não deu outra. Sol gostoso, água quente, praia cheia (foto), ...


Alguns cachorros pela praia. Eis que ao nosso lado se acomoda um grande cachorro, língua de fora, ... Uh, bonito até. De repente o “safado” começou a urinar em uma de nossas cadeiras. “Sai daí cachorro!”. Ahahahah. Depois de espantá-lo, o jeito foi dar risada e lavar a cadeira.

Sol forte e um rápido cochilo. Eis que ao acordar, bem na nossa frente na areia, a primeira imagem foi um siri que estava a nos observar. Eita. Era dia da “bicharada”.

15h retornamos para a pousada. Nada de água nas torneiras. Fomos então tomar um sorvete e retornamos. Descansamos um pouco e às 18h fomos jantar.

Às 20h fomos novamente para a praia. Início da noite na praia com uma gostosa caminhada. Tudo de bom.

Pouco mais de 21h. Retornamos para a pousada, para o merecido banho e, nada de água. Ei, ei, ei. A situação nos irritou bastante. Cansados, suados, sal e areia no corpo e nada de água para tomar banho. Ruim, heim!

Conversamos um pouco aguardando a situação da caixa d’água estar resolvida para um bom banho. Isso aconteceu já no Domingo, à 1h. Bem, depois disso, dormir é claro.


Domingo

 9:15, já com café da manhã tomado, era hora do retorno à Campinas. Demos uma paradinha na Praia do Cepilho para algumas fotos e lá fomos nós: subida e descida do morro pela linda estradinha, Rodovia Rio Santos em direção à Ubatuba. Já próximo, trânsito lento. Era carro que não acabava mais. Tentamos seguir em direção à Caraguatatuba, já que a intenção era a subida da serra pela Rodovia dos Tamoios. Sem chance. Trânsito totalmente parado.

11h. Então nos restou dar meia volta e subir pela Rodovia Osvaldo Cruz. Também encontramos trânsito lento no trecho da serra. Depois até que fluiu bem.

12h e demos uma parada em São Luiz do Paraitinga, já que não conhecíamos. Visitamos as igrejas (foto) por ali e o centro histórico. Como o calor era grande, fomos tomar sorvete. Barato. Muito legal a cidadezinha.


Eis que caminhando, um turista veio até nós pedindo para tirarmos uma foto dele com a esposa e filhinha. Opa, que surpresa para ambos: era um amigo de Campinas. Uau! Coincidência total! Batemos papo rapidamente.

13h30 seguimos então, em nosso último percurso, chegando de onde tudo começou pouco antes das 16h30.



 











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