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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

-- TerezĆ­n - Campo de ConcentraĆ§Ć£o!



šŸ“ŒREPƚBLICA TCHECA
CZECH REPUBLIC

TerezĆ­n



ƀ 60 km de Praga essa pequena cidade foi construĆ­da para ser um Complexo Militar de defesa, como dois fortes, mas se tornou um Campo de ConcentraĆ§Ć£o para tortura e descaso com milhares de pessoas inocentes durante a Segunda Guerra Mundial. 

DIA 1
Cedinho, de metrĆ“ da Praha HlavnĆ­ NĆ”draÅ¾Ć­ (Praga, relato completo aquišŸ‘‡http://viajantesdemochila.blogspot.com.br/1980/01/praga.html), atĆ© NĆ”draÅ¾Ć­ HoleÅ”ovice. Junto Ć  esta estaĆ§Ć£o de metrĆ“ existe o terminal de Ć“nibus. Da plataforma 7 sai o Ć“nibus com destino a Litomerice, com parada em TerezĆ­n, depois de uns 50 minutos.


Desembarcamos na PraƧa do ExĆ©rcitošŸ‘‡, ao lado do Museu Ghetta.



O Museu estĆ” localizado dentro do Forte Principal (considerado toda vila de TerezĆ­n, fora do campo de concentraĆ§Ć£o), que estĆ” repleto de atraƧƵes como ruas, parques e prĆ©dios.



JĆ” no museu pudemos ver uma exposiĆ§Ć£o documental, e um SalĆ£o Mestre Infantis do Gueto, dedicado Ć s mais novas vĆ­timas, uma seleĆ§Ć£o de desenhos infantis mundialmente famosos do gueto, com marcaƧƵes eletrĆ“nicas de unidade temĆ”ticas e informaƧƵes relevantes para visitantes.  


Depois, para a Fortaleza Pequena. Logo na lateral da entrada estĆ” o NĆ”rodnĆ­ hřbitov, que Ć© um CemitĆ©rio Nacional, com 600 tĆŗmulos com uma cruz ao meio representando os cristĆ£os que ali estĆ£o. Ao fundo a estrela de Davi. 



Entramos por aquišŸ‘‡



O pequeno forte - Kleine Festung (prisƵes), com vĆ”rios barracƵes. Alguns tipos de celas e as mais comuns eram as coletivas onde ficavam vĆ”rios presos em um ambiente fechado sem contato com a luz do dia. 



Em outro tipo de cela havia cama de trĆŖs andares, mesas e bancos, pia e vaso sanitĆ”rio. Os banhos eram coletivos. E as celas solitĆ”rias. NĆ£o havia cĆ¢mara de gĆ”s em TerezĆ­n, desse modo os presos eram mortos por fuzilamento ou enforcados.


No caminho o tĆŗnel da morte, um lugar muito doloroso, pois os presos sabiam que ao passarem por ali, jamais voltariam com vida. 



Do outro lado, ao saĆ­rem, estavam os soldados esperando para disparar suas armas. 



Agora no Forte Principal novamente (ou seja, se vocĆŖ sair de dentro do campo de concentraĆ§Ć£o, e estiver na cidade, vocĆŖ estĆ” no forte principal), que Ć© toda vila de TerezĆ­n. Fomos ao Quartel Magdeburg, onde pudemos ver um pouco de como era a vida no gueto. 
EssašŸ‘‡ Ć© uma rĆ©plica de um dormitĆ³rio, que mostra alguns detalhes, como roupas, objetos...


ƀ 900 metros do Quartel estĆ” o CrematĆ³rio, um local com uma sala fria para autopsias... 



...e quatro fornos de cremaĆ§Ć£o. 



E o CemitƩrio judeu.


EntĆ£o foi a vez de conhecer a The Jewish Prayer Room and Replic of Attic (Sala de OraĆ§Ć£o Judaica). Um lugar muito especial, com pinturas judaicas e onde os moradores podiam cumprir suas obrigaƧƵes religiosas. 



No sĆ³tĆ£o tinha uma pequena e humilde casinha. 



Retornamos ao Museu Ghetta, para esperarmos o Ć“nibus de volta para Praga, logo em frente, a praƧa Smenatovy Sady. 


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