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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Caverna do Diabo - SP


ūüďĆCaverna 
do 
Diabo




Parque Estadual da Caverna do Diabo √© um dos mais importantes parques do Estado de SP. Comp√Ķem o Continuum Ecol√≥gico e faz parte do Mosaico de Jacupiranga - conjunto de Unidades de Conserva√ß√£o.

Está localizado entre os municípios de Iporanga, Eldorado e Barra do Turvo.

Localizado em Eldorado, no Km 111 da Rodovia SP 165.
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Saímos bem cedo de Campinas/SP e chegamos 11 h na Caverna, e logo que passamos na portaria já avistamos esse monumento.


Fomos ent√£o comprar nosso ingresso, no centro de visita√ß√£o, uma sala toda ambientada, como se estiv√©ssemos dentro de uma floresta, com v√°rias explica√ß√Ķes sobre a cidade, a caverna e a popula√ß√£o dali.

Para visita√ß√£o √© necess√°rio o acompanhamento de um Monitor Ambiental Local, e √© necess√°rio aguardar os hor√°rios das sa√≠das, que ocorrem em um intervalo de 20 minutos. O passeio dura em torno de 1 h.


Acesso para entrada da caverna, apenas uns 500 metros de caminhada. 


Local de espera para os grupos. 


Depois de descermos as escadas, logo no comecinho podemos observar o Rio das Ostras entrando na caverna.


Depois de descer alguns degraus na entrada, uma breve caminhada e j√° subimos outros degraus.


E de l√° pudemos ter essa vista! 


S√£o v√°rias e incr√≠veis forma√ß√Ķes rochosas que se formaram h√° milhares de anos.


Nesse mundo subterr√Ęneo muitas estalactites, que s√£o forma√ß√Ķes rochosas sedimentares que se originam no teto de uma gruta ou caverna, crescendo para baixo, em dire√ß√£o ao ch√£o, pela deposi√ß√£o (precipita√ß√£o) lenta e cont√≠nua de carbonato de c√°lcio arrastado pela √°gua que goteja do teto ou que sofre evapora√ß√£o.  


Esse salão é chamado de Catedral, pois é bem parecido com a Igreja Sagrada Família em Barcelona.


Forma√ß√Ķes ex√≥ticas e cores variadas.


Recomendamos muito essa visita, um lugar lindo e extraordin√°rio. Tudo feito pela natureza.


V√≠deo!!ūüďĻūüďĻ



Gonçalves - MG

ūüďĆGon√ßalvesūüďĆ








O município de Gonçalves está localizado na Serra da Mantiqueira, no Sul do Estado de Minas Gerais e faz divisa com o Estado de São Paulo.

Sa√≠mos de Campinas bem cedo e seguimos pela Rod. Dom Pedro I. Depois, Rod. Fern√£o Dias at√© Cambu√≠, atravessamos a cidade e seguimos em dire√ß√£o √† C√≥rrego do Bom Jesus. Seguimos as placas que indicavam Gon√ßalves. Depois de C√≥rrego do Bom Jesus s√£o 23 km de estrada de terra at√© Gon√ßalves. 

Entrando na cidade, já paramos na Praça da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, com construção iniciada em 1.920, por iniciativa de famílias Gonçalvences. Chama muito atenção por suas cores fortes, azul e branco.


Como o dia estava bem ensolarado fomos conhecer a Cachoeira Sete Quedas, que fica √† 4 km da cidade. Seguimos de carro pela estrada de terra em dire√ß√£o ao bairro S√£o Sebasti√£o e depois at√© o Rancho Aventura ou Pousada Trem das Cores. Entramos em uma outra estrada de terra √† direita e subimos cerca de 1 km. Chegando viramos √† esquerda. Existe um grande estacionamento.


Caminhamos uns 3 minutos at√© a portaria/entrada, onde pagamos uma taxa. L√° existe lanchonete, banheiros, bancos para descansar e um lindo mirante onde √© poss√≠vel ver uma parte da cachoeira e muito verde.

Nesse complexo existem 3 cachoeiras:
- Cachoeira do Cruzeiro
- Cachoeira do Retiro
- Cachoeira Sete Quedas

Seguimos as trilhas que est√£o demarcadas e fomos at√© a √ļltima cachoeira - Cruzeiro, que fica uns 20 minutos da entrada. A trilha √© f√°cil, mas cansa, pois apesar de ser um terreno plano em alguns momentos tem algumas eleva√ß√Ķes. 


No caminho, alguns obst√°culos para evitar que o gado passe de um pasto para outro.


Enfim, chegamos! Existem um grande po√ßo para banho em meio a linda paisagem. O local √© indicado para qualquer pessoa, oferecendo lugares para descanso e piqueniques. 


V√≠deo!!ūüďĻ ūüďĻ 


Depois de um tempo ali, retornamos para trilha at√© a Cachoeira do Retiro, caminhando de volta uns 15 minutos. As √°guas s√£o geladas, com v√°rias quedas e piscinas naturais. 


√öltima cachoeira do complexo e primeira da trilha, a   Sete Quedas, fica ao lado da entrada. Basta descer uma escadaria de madeira. Existe um bom po√ßo para banho, mas um pouco arriscado para entrar sozinho. A cachoeira se divide em in√ļmeras quedas na parte de cima, que no final desaguam em uma √ļnica e grande queda. 


O mesmo mirante da entrada, mas de outro √Ęngulo.


Saindo de l√°, de carro fomos para Cachoeira do Sim√£o (6 km de Gon√ßalves). Seguimos pela mesma estrada de terra em dire√ß√£o ao bairro S√£o Sebasti√£o, entrando √† esquerda ao lado do Bistro Le Gourmet. A cachoeira fica no final da descida. Local gratuito e para estacionar, √© nas laterais da estradinha mesmo. Descemos √† p√© at√© uma ponte onde tem uma entradinha, mais uns 100 metros √© j√° foi poss√≠vel avistar a cachu.


Com águas geladas a cachoeira tem uma queda de no máximo 3 metros que deságua em um grande poço ótimo para banho. Em suas margens existem áreas ideais para descansar.


O tempo come√ßou a fechar, e ainda faltavam algumas cachoeiras para conhecer, mas como o acesso em todas √© por estrada de terra, ficou dif√≠cil transitar por ali. Ent√£o n√£o conseguimos conhecer mais nenhuma. Mas, valeu a pena conhecer um pouco sobre essa cidade, t√£o aconchegante!!

São Bento do Sapucaí - SP

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Munic√≠pio do Estado de S√£o Paulo, situado na Serra da Mantiqueira. Um marco na paisagem da cidade - a Pedra do Ba√ļ, atrai muitos visitantes e pessoas que buscam por aventura. 

Nosso principal objetivo na cidade era conhecer a Pedra do Ba√ļ. O caminho para l√° foi feito pela Estrada do Paiol Grande (Rodovia Prefeito Benedicto Gomes de Souza). 

L√°, em meio a essa estrada e em meio ao verde est√° a Capelinha do Mosaico. Em 2.008 uma dupla de artistas resolveu revitalizar a capela, produzindo uma verdadeira obra de arte. Ela foi feita de cacos de x√≠caras, bules e outras lou√ßas de porcelana, fragmentos de est√°tuas de santos abandonados por fieis em diversas igrejas, contas coloridas e peda√ßos de vidros e azulejos, entre outros materiais. 


Todo o espaço interior foi preenchido, inclusive com pequenas peças produzidas por crianças em oficinas de criação.


V√≠deo!!ūüďĻ ūüďĻ 


Continuando pela estrada (uns 23 km), seguimos at√© o Complexo da Pedra do Ba√ļ que √© uma grande forma√ß√£o rochosa de 360 metros de altura. Ele √© formado por tr√™s montanhas: as Pedras do Ba√ļ (1.950 m), do Bauzinho (1.760 m) e da Ana Chata (1.670 m). 
N√≥s conhecemos apenas o Bauzinho, e podemos dizer que a vista √© bem melhor de l√°, pois tivemos uma linda imagem da Pedra do Ba√ļ.

Chegando l√° paramos na portaria e pagamos uma pequena taxa de preserva√ß√£o, estacionamos o carro e subimos √† p√©, por essa estrada de terra.


No caminho viramos a primeira √† esquerda e segunda √† direita e encontramos esse mirante, onde j√° era poss√≠vel ver a Pedra do Ba√ļ.


Seguimos mais um pouco nesse estrada...


...e chegamos na entrada para a Pedra do Bauzinho, aqui nesse local √© permitido a entrada de carros com pessoas com necessidades especiais, idosos e crian√ßas. 


Uma pequena caminhada pela mata. 


E pronto j√° tivemos uma primeira vista. At√© aqui foram aproximadamente uns 40 minutos de caminhada. 


Chegando na Pedra do Bauzinho com vista para Pedra do Ba√ļ! 


Agora sim, Pedra do Bauzinho com vista para Pedra do Ba√ļ! 


Pedra do Ba√ļ e seus 1.950 metros.



Caminhamos por entre as rochas para ficar mais pertinho da pedra. Em certos momentos o medo tomava conta, pois n√£o existe nenhum tipo de cerca ou alambrado. As laterais, precip√≠cios. 



Saindo de l√°, fomos at√© a Cachoeira dos Amores, localizada na Estrada do Campista. A mesma que vai at√© a Pedra do Ba√ļ. Pagamos uma pequena taxa e logo na entrada, esse linda paisagem!


Esse é o estacionamento e daqui até a cachu são uns 500 metros.


Enfim, a cachoeira - boa para banho, tem at√© uma prainha para as crian√ßas. O local oferece boa infraestrutura para atender o turista, com estacionamento, banheiro e uma √°rea para lanches.


Depois de um banho na cachu, fomos para o centro da cidade, na Pra√ßa C√īnego Bento de Almeida, onde est√° a Igreja Matriz S√£o Bento. Constru√≠da em 1.853 no estilo colonial, feita pelos escravos com paredes de taipa de pil√£o. 


Muito bela por fora e por dentro.



De l√°, avistamos uma cruz no alto e percebemos que se tratava de um mirante seguimos as placas e chegamos ao - Mirante do Cruzeiro, onde pudemos ver de longe as ruas, as constru√ß√Ķes, a movimenta√ß√£o, a natureza, e toda a cidade.



Seguimos para Gon√ßalves/MG em uma dist√Ęncia de uns 13 km em estrada de terra, em boas condi√ß√Ķes e com belas paisagens. Inclusive at√© um mirante encontramos.


ūüďĆPORTUGAL (Lisboa)


ūüďĆPORTUGALūüďĆ

Lisboa







Mais uma vez c√° estamos em terras portuguesas. J√° est√°vamos com saudades! Principalmente dos doces!!ūüėÄūüėčūüėč. Dessa vez, passamos alguns dias apenas em Lisboa e, se quiserem saber de nossas outras estadas em Portugal, temos outros posts, de outras viagens.
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Chegamos na capital no come√ßo da tarde, vindos de Helsinque/Finl√Ęndia.



Deixamos nossas mochilas no hotel e j√° sa√≠mos para passear pelas redondezas, pr√≥ximo √† Pra√ßa do Com√©rcio. Local que j√° foi palco de eventos hist√≥ricos e √© um dos cart√Ķes postais da cidade. 


Passando o Arco da Augusta, seguimos por ela, que inclusive estava muito movimentada e bem calor!


Fomos andando pelas diversas ruelas da cidade, até chegarmos ao...



... Largo Trindade Coelho...



...Onde est√° a Igreja de S√£o Roque, constru√≠da no s√©culo XVI pelos jesu√≠tas que tinham a tradi√ß√£o de criar interiores ricos. √Č tamb√©m uma das mais antigas igrejas jesu√≠tas do mundo e a mais antiga de Portugal.


O seu bel√≠ssimo interior, que choca s√≥ de olhar.


Subimos a rua lateral, at√© o Miradouro de S√£o Pedro de Alc√Ęntara, um dos maiores da cidade, localizado no bairro alto. Se preferir poder√° subir com o funicular - o Elevador da Gl√≥ria, que pode ser pego na Pra√ßa dos Restauradores, na parte inferior.

Lá tivemos belas vistas da cidade (bairro da Baixa, a área em torno da Avenida da Liberdade e do rio Tejo), além de belos jardins, barracas de alimentação, lembrancinhas e muito agito.


Depois de um bom tempo por l√°, mais um pouco de subida e chegamos ao Jardim Pr√≠ncipe Real, que fica em uma pra√ßa rodeada de palacetes, um jardim rom√Ęntico de 1.863 √© um agrad√°vel ref√ļgio urbano. 

O que mais chama aten√ß√£o √© um enorme cipreste, que mais parece um gigantesco guarda-sol. Sua medida √© de mais de 26 metros de di√Ęmetro, enquanto o seu tronco alcan√ßa um per√≠metro de quatro metros. E olha s√≥ a sombra maravilhosa que ele nos d√°!


Descansados, caminhamos mais um pouco e nos perdemos pelas ruelas da cidade, e claro, sempre mais subidas. Chegamos ao Jardim Braancamp Freire (Campo de Santana). Ocupa um espa√ßo carregado de hist√≥ria, na √°rea central da cidade e que teve v√°rios usos d√≠spares ao longo dos √ļltimos duzentos anos. 


Agora, mais perdidos ainda pelas ruelas fomos descendo e no meio do caminho a Igreja da Pena, inaugurada em 1.705. O local esconde um rico interior em talha dourada. Pena que n√£o conseguimos entrar, pois j√° estava fechada.


Continuando a descida, passamos pela Calçada Santana, que começa na Calçada do Garcia e termina na Rua do Instituto Bacteriológico.
√Č uma forma perfeita de tipo popular com os edif√≠cios senhoriais, revestido de azulejos e andares amansardado.

O interessante tamb√©m √© toda a perspectiva descendente da cal√ßada, com o Tejo no horizonte. 


E j√° quase no final da tarde nossa √ļltima parada do dia - Pra√ßa do Rossio. √Č o cora√ß√£o agitado da baixa de Lisboa. V√°rias partes da cidade convergem aqui e a pra√ßa √© um ponto de encontro popular. 

Existem dois cafés mais famosos da cidade: o Café Nicola, desde o século XVIII, e o Café Suíça, popular pelo seu terraço ao ar livre.

E a coluna branca de vinte e tr√™s metros de altura com uma est√°tua de Dom Pedro IV chama aten√ß√£o no local, ele foi rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil.


No dia seguinte, com o nosso Lisboa Card (oferece entrada gratuita em v√°rias atra√ß√Ķes, inclusive em transporte p√ļblico), compramos j√° no primeiro dia e come√ßamos a utilizar.

Pegamos o bonde 15 e fomos at√© a famosa Torre de Bel√©m, onde j√° estivemos em outras oportunidades. 

A torre foi constru√≠da no s√©culo XVI no rio Tejo para controlar a entrada da cidade a partir do mar. Seu estilo arquitet√īnico manuelino √© uma variante portuguesa do alto estilo g√≥tico com decora√ß√Ķes exuberantes e ornamentos com tema n√°utico. 

Ela foi originalmente completamente rodeada de água, mas ao longo dos séculos o rio Tejo recuou e uma secção foi assoreada. Agora é facilmente acessível a partir da margem do rio por uma passarela que leva os visitantes até a entrada.



Ficamos quase uma hora na fila embaixo de um sol forte, tamb√©m utilizamos nosso Card para entrar. A visita come√ßa nessa grande sala com diversos ganh√Ķes, entre os outros ambientes est√£o: o baluarte, a sala do governador, a sala dos reis, a sala das audi√™ncias, a capela e o terra√ßo da torre.


Com certeza a melhor parte da Torre são as varandas e os terraços que possuem lindas vistas para o Tejo. Mas, é preciso enfrentar uma escadaria de 130 degraus.



As belas colunas esculpidas e ornamentos finos de pedra calc√°ria, um testemunho da riqueza que Portugal experimentou durante a era manuelina.


De l√°, uma caminhada de 1 km margeando o rio Tejo, onde existe um grande cal√ßad√£o, at√© o Padr√£o dos Descobrimentos. 
Foi constru√≠do em homenagem a Henrique, o Navegador, que foi fundamental para o sucesso das explora√ß√Ķes portuguesas durante o s√©culo XV, um per√≠odo agora conhecido como a Era dos Descobrimentos.

O monumento possui 50 metros de altura, em forma de proa de navio, fica na marina de Bel√©m, ponto de partida para muitos dos exploradores de Portugal. Mostra tamb√©m mais de 30 est√°tuas de pessoas que desempenharam um papel importante nas descobertas. 

Em seu interior podem ser vistos: um museu, salas de exposi√ß√Ķes e outras salas espalhadas por sete andares. Um elevador leva ao telhado que oferece grandes panoramas sobre Bel√©m e o rio Tejo.


E de frente para o Padr√£o, mas do outro lado da rua est√° o imponente - Mosteiro dos Jer√īnimos, um mosteiro constru√≠do no in√≠cio do s√©culo XVI em uma variante portuguesa do estilo g√≥tico. √Č considerado um dos edif√≠cios mais magn√≠ficos de Lisboa e um dos
principais exemplos do estilo manuelino, uma variante portuguesa do estilo gótico tardio.





Com o sol forte, ficamos mais de 1 hora na fila, mas valeu a pena, o local é sensacional. Também entramos com nosso Card, e logo que adentramos no local tivemos essa maravilhosa visão dos claustros.


Foi criado por Jo√£o de Castilho, o claustro de dois andares √© profusamente decorado com ricos motivos manuelinos. Cada coluna tem decora√ß√Ķes √ļnicas; n√£o h√° duas colunas iguais.


√Č poss√≠vel visitar tamb√©m as salas onde antigamente funcionavam o refeit√≥rio, os dormit√≥rios e o Museu da Arqueologia, o mais importante museu arqueol√≥gico do pa√≠s, com uma interessante cole√ß√£o de metais preciosos - e o Museu Mar√≠timo, que destaca a rica hist√≥ria mar√≠tima de Portugal.


E por fim, a Igreja. De dentro do mosteiro conseguimos vê-la de cima para baixo, como mostra a foto. A entrada fica do lado de fora do mosteiro e é gratuita. O seu interior é fenomenal, existem altos
pilares octogonais decorados com relevos que separam a nave central dos dois corredores.

L√° est√£o os t√ļmulos do explorador Vasco da Gama e do poeta Lu√≠s de Cam√Ķes e um grande t√ļmulo vazio comemora o rei Sebasti√£o, que nunca retornou da Batalha de Ksar El Kebir em 1.578.


Ao lado do mosteiro, mais um ponto super conhecido - os famosos e verdadeiros Pastéis de Belém. O local sempre está lotado de turistas e se quiser uma mesa ou comprar pasteis para viagem, tenha paciência para enfrentar as filas.


Seguindo a Rua de Bel√©m, chegamos ao Pal√°cio de Bel√©m, localizado na Cal√ßada de Ajuda, que hoje em dia √© utilizado pelo Presidente da Rep√ļblica como espa√ßo de trabalho.
Bem no momento que chegamos estava acontecendo a troca da guarda, que é bem simples e rápida. Mas vale a pena dar uma olhadinha.


Ainda na mesma rua um pouco mais a frente - Museu Nacional dos Coches, onde tem uma das mais importantes cole√ß√Ķes de √īnibus e carruagens hist√≥ricas do mundo. O museu foi inaugurado em 1.905 em uma antiga escola de equita√ß√£o em Bel√©m.


Mais uma atração que utilizamos nosso Card. Esse é o Salão Principal, onde estão expostas todas as carruagens de séculos passados.


Em frente ao museu do outro lado da rua, existe outro Museu Nacional dos Coches, mas esse é mais novo e moderno com outros tipos de carruagens.


Os ricos detalhes impressionam.


Agora, utilizamos novamente o Card, para o transporte e fomos até o Mercado da Ribeira ou como é conhecido TimeOut Market, um dos mais tradicionais da cidade.


Se voc√™ quiser experimentar uma aut√™ntica e moderna culin√°ria portuguesa, esse √© o local. S√£o muitas op√ß√Ķes, e o local est√° sempre lotado. 


No dia seguinte, nosso primeiro passeio, e logicamente utilizando nosso Card, fomos dar uma voltinha com o Elevador da Glória, que faz a ligação da Baixa ao Bairro Alto.

O elevador parte da Pra√ßa dos Restauradores e vai at√© ao Jardim de S√£o Pedro de Alc√Ęntara. Ele est√° composto por dois vag√Ķes (o n¬ļ1 e o n¬ļ2) que se cruzam na metade do caminho. Assim, um est√° sempre na parte da Baixa e outro no Bairro Alto! O trajeto demora apenas 5 minutos, subindo em torno de 200 metros.


Foi inaugurado em 1.885 e, assim como os demais bondinhos da cidade, foi construído por Raoul Mesnier du Ponsard. Seu interior bem simples e que remete aos tempos passados.


Aqui j√° na parte alta, um pequeno mirante, para acompanhar e aguardar sua chegada! Um pouquinho l√° em cima e descemos.


Seguimos até o Arco da Augusta, lá na Praça do Comércio. Desde 2.013, após um longo processo de restauração e adaptação, é possível subir em seu Miradouro e ter uma visão incrível em 360 graus da Baixa de Lisboa.
Mais uma atração que utilizamos o Card.


Há um elevador, mas ainda assim é necessário subir um pouco de escada, que tem degraus altos e estreitos. Linda vista para o Tejo!


De outro √Ęngulo, vista para rua Augusta!


Umas quadras dali, - o Elevador Santa Justa, um elevador de ferro constru√≠do no s√©culo XIX para ligar o bairro da Baixa ao bairro do Bairro Alto, situado mais alto. O elevador de aspecto g√≥tico √© uma das atra√ß√Ķes mais populares no centro de Lisboa.


Mais uns 40 minutos na fila, at√© que conseguimos subir (com o Card), o seu interior √© muito antigo, mas bem preservado, tem bancos dos dois lados √© bem espa√ßoso e cabem at√© 25 pessoas. Sua torre possui 45 metros de altura, e umas das vistas foi essa para a Pra√ßa do Rossio. 


E desse outro lado o Convento do Carmo.


De l√°, pegamos um metr√ī, para a Freguesia de S√£o Domingos de Benfica para conhecer o Est√°dio da Luz -  Sport Lisboa e Benfica. 


Conseguimos apenas visitar o Museu Cosme Damião, pois o estádio estava fechado, devido à jogos que iam acontecer.
√Č um museu dedicado √† hist√≥ria do Sport Lisboa e Benfica, e est√° situado no complexo do Est√°dio da Luz. O museu, de nome em mem√≥ria de Cosme Dami√£o (fundador, jogador e dirigente do Sport Lisboa e Benfica), foi inaugurado em 26 de Julho de 2013.


O edif√≠cio possui uma √°rea de 4.000 m² e tr√™s pisos acompanhados por um enorme vitrina que exibe cerca de 500 trof√©us. O museu, dividido em 29 √°reas tem√°ticas, cont√©m, no total, cerca de 1.000 trof√©us conquistados pelas diferentes velocidades do clube, e uma cole√ß√£o superior a 30.000 ta√ßas, bem como documentos e audiovisuais, refer√™ncias √† hist√≥ria do Benfica, inseridos no contexto sociocultural de Portugal.


O Est√°dio tem uma passagem no subsolo, onde d√° acesso ao Centro Colombo, que possuem umas 338 lojas e muitas delas de marcas conhecidas. Uma loucura!!


Pegamos o metr√ī de volta e fomos at√© o Convento do Carmo, que na verdade s√£o as ru√≠nas da Igreja do Carmo, que foram causadas pela devasta√ß√£o causada pelo terremoto de 1.755, que destruiu a maior parte da baixa de Lisboa. Dentro das ru√≠nas h√° um pequeno museu arqueol√≥gico.


Nos fundos da igreja est√° o museu arqueol√≥gico, criado no s√©culo XIX para preservar objetos de arte de mosteiros depois que as ordens religiosas foram abolidas em 1.834. Hoje h√° uma cole√ß√£o diversificada de objetos hist√≥ricos em exibi√ß√£o, incluindo t√ļmulos do s√©culo XIV, est√°tuas, cer√Ęmicas, mosaicos e at√© mesmo antigos m√ļmias.


Agora, nosso plano era ir para o Castelo de São Jorge. Seguimos à pé as ladeiras da cidade. E no caminho passamos pela Sé, Catedral de Lisboa.

√Č um dos edif√≠cios mais antigos da cidade, originalmente constru√≠da no s√©culo XII. A catedral, com as suas robustas torres rom√Ęnicas, √© um dos marcos mais emblem√°ticos de Lisboa.


Passamos tamb√©m pelo Teatro Romano, onde √© poss√≠vel v√™-lo, apenas atrav√©s de grades. 
O teatro, abandonado no s√©culo IV d.C., permaneceu soterrado at√© 1.798, ano em que foram extintas ap√≥s o terremoto de 1.755. O museu est√° instalado num local seiscentista, na √°rea de uma das √ļltimas entradas do teatro.


E chegamos ao Castelo de S√£o Jorge, outro local muito famoso tamb√©m. √Č um castelo medieval com vista para Alfama, o bairro mais antigo de Lisboa. Durante s√©culos, o castelo foi a principal resid√™ncia dos monarcas de Portugal.

O castelo foi severamente danificado pelo terremoto de 1.755, mas foi parcialmente renovado e novos edifícios foram adicionados. Portão de Entrada.


Outro local com filas, mais foi bem mais rápido. O complexo do castelo é cercado por robustas paredes externas de onde se tem diversas vistas de Lisboa.

A entrada do complexo leva à Praça das Armas, uma praça aberta onde se ergue uma estátua do primeiro rei de Portugal entre as árvores e também se tem uma vista do Tejo.


Uma longa muralha leva da cidadela para o leste, em direção a um sítio arqueológico onde restos de um bairro mouro, um palácio (o Palácio dos Condes de Santiago) e vestígios da idade do ferro foram escavados.


A partir daqui, os degraus conduzem atrav√©s de um jardim rom√Ęntico com est√°tuas ao longo do antigo pal√°cio real de Alc√°√ßova em dire√ß√£o √† cidadela fortificada.

A cidadela de aparência robusta é cercada por baluartes que conectam onze torres ameonadas. Os visitantes podem caminhar todo o caminho até as muralhas e ir de torre em torre.


A torre mais central √© a Torre de Ulisses, onde os arquivos reais foram armazenados. Dentro dela h√° uma c√Ęmera obscura, um dispositivo √≥ptico inventado por Leonardo da Vinci que projeta imagens ao vivo de toda a cidade nas paredes da torre. 


Vista da cidade, anoitecendo!


E para finalizar o dia, essas del√≠cias!!ūüėčūüėč


Na manh√£ do dia seguinte, de metr√ī fomos at√© Jardim Am√°lia Rodrigues, um bonito jardim que foi inaugurado em 1.996. Ele possui: anfiteatro e um grande lago artificial.


Abaixo do Jardim, o Parque Eduardo VII, √© o maior parque do centro de Lisboa. Foi criado no final do s√©culo XIX como uma extens√£o da Avenida da Liberdade. Possui 26 hectares est√° situado numa encosta a norte da Pra√ßa do Marqu√™s de Pombal. 

√Č dividido em tr√™s se√ß√Ķes, com uma √°rea de grama central com sebes geometricamente estampadas e dois jardins paisag√≠sticos em ambos os lados.
Na parte nordeste do parque fica um jardim pequeno mas colorido embelezado com um n√ļmero de est√°tuas. Perto est√° o Pavilh√£o Carlos Lopes, um pavilh√£o hist√≥rico decorado com grandes pain√©is de azulejos.
A área oeste do parque contém um viveiro de peixes e um interessante complexo de estufas, conhecido como Estufa Fria.


Uma boa caminhada at√© o Aqueduto das √Āguas Livres √© um aqueduto de 19 km de comprimento que foi constru√≠do no s√©culo XVIII para fornecer √°gua fresca √† cidade de Lisboa. O aqueduto atravessa o vale de Alc√Ęntara com uma s√©rie de trinta e cinco longos arcos.


O aqueduto foi um dos maiores projetos arquitet√īnicos de sua √©poca, e a impressionante ponte de 941 metros que atravessa o vale de Alc√Ęntara foi uma maravilha da engenharia. O arco central, com 29 metros de largura e cerca de 65 metros acima do solo, era na √©poca o maior arco do mundo.


E nossa √ļltima paradinha pela cidade e para seguir o retorno de volta para o Brasil, foi uma r√°pida passada pelo Museu Calouste Kulbenkian, um museu que exibe arte de 2000 aC ao in√≠cio do s√©culo XX. 


Apenas passeamos pelo complexo, onde possui um jardim exuberante, uma grande biblioteca, um auditório ao ar livre e os museus.


E um pouco antes do almo√ßo embarcamos em nosso voo, de volta para o Brasil.


Mais uma Eurotrip, foram 32 dias passando por 7 pa√≠ses: Pol√īnia, R√ļssia (Kaliningrado), Litu√Ęnia, Let√īnia, Est√īnia, Finl√Ęndia e Portugal.