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sexta-feira, 4 de janeiro de 1980

Eurotrip - Noruega, Suécia, Dinamarca, Alemanha e Portugal




NORUEGA, SUÉCIA, DINAMARCA, ALEMANHA E PORTUGAL



Ainda faltavam alguns meses para nossas desejadas férias, mas como pretendíamos fazer uma viagem longa de pouco mais de um mês, resolvemos nos apressar. Então com mais ou menos 8 meses de antecedência compramos as passagens aéreas. O lugar escolhido foi Europa, com direito a Escandinávia (Noruega, Suécia, Dinamarca), Alemanha e Portugal.



Quarta-feira


Chegou o dia tão esperado por nós. Aguardando o embarque no Largo do Pará e minutos antes de acontecer, um pequeno acidente de trânsito bem na avenida, em frente a nós. Carros parados aguardando o semáforo abrir e uma senhora colidiu seu carro na traseira de outro. Não percebemos estragos, mas desce um, desce outro, bla, bla, bla, ...



Saímos de Campinas exatamente as 16h30 do Largo do Pará (Ônibus da empresa Lirabus) com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. Pouco depois das 19h, lá estávamos! Nosso voo sairia as 22h30, então tínhamos um tempinho ainda. Assim ‘jantamos”, descansamos, demos uma voltinha por todo aeroporto e nessa voltinha sabem quem encontramos? Astrid Fontenelle. Sim, a Astrid, apresentadora de TV.



O tempo foi passando e o aeroporto ficando cada vez mais lotado. Então decidimos fazer o check-in. Free shop, mais um pouquinho de espera e embarcamos. TAP, voo lotado, nos acomodamos e logo veio o jantar. Dormimos.



Quinta-feira



Acordamos com um sol maravilhoso lá fora. Café da manhã, mais um pouquinho de voo e aterrizamos em Lisboa (Portugal). O voo foi razoável. O sistema de vídeo não funcionou durante a viagem toda. Fizemos todos os trâmites necessários e enfrentamos filas gigantesca para a conexão para Noruega. Agora, um avião um pouco menor, da mesma TAP.



Na poltrona ao nosso lado sentou-se um senhor de calça jeans, tênis e jaqueta. Muito sorridente, logo “puxou” conversa. Disse que era Norueguês e que morava na Ilha da Madeira, Portugal. Disse também que apesar de aposentado, era pescador. Mencionou várias vezes um tipo de peixe marinho: Marlin. Perguntou muitas coisas do Brasil e onde poderia pescar Marlin no Continente Sul Americano, em especial no Brasil. Como não somos entendidos no assunto, informamos que não era o peixe mais comum em águas marinhas brasileiras. Ficou muito espantado com a informação.


É, cara muito bacana mesmo. Ficamos imaginando ele e seu barquinho pelo mar.


De repente, pegou o celular e resolveu nos mostrar fotos de pescarias, do Marlin, etc. Para nossa surpresa, em várias lá estava ele num iate enorme. Ahahaha. Aquele era o “barquinho” dele. Putz. Que iate!!!!



NORWAY


Depois de mais 4h de voo, enfim, a capital da Noruega (terra dos Vikings): Oslo, Aeroporto Internacional de Gardermoen à 47km da cidade.


Mais uma vez passamos no free shop, uma olhadinha básica em várias coisas, já com valores expressos em Coroas Norueguesas (NOK). Epa!!! Um pouco confuso. Fomos então para o balcão de informações. Pegamos alguns mapas e nos informamos sobre valores de ônibus e metro para chegarmos ao centro da cidade. Optamos pelo o ônibus, pois estava mais barato, segundo a atendente. Mais 1h de viagem, agora observando todo o percurso. Que lugar maravilhoso! Que paisagem incrível!!

O ônibus nos deixou perto da estação Oslo Lufthavn. Como o frio era grande, corremos para lá, para nos aquecer e achar agora o local onde nos hospedaríamos por aquela noite. Já era noite. 22h, mas ainda com a luz do dia. Um sol bem fraquinho.


Preparamos-nos para sair no frio novamente. Caminhamos com nossas mochilas nas costas. Andamos, andamos e andamos. O frio parecia que só aumentava. Estávamos perdidos!!

Isso mesmo perdidos!! E agora o que fazer?


Encontramos a rua, mas não encontramos o número. Vai e volta e nada de encontrar o local, que era um quarto em um apartamento de um casal. Já começava a escurecer, pois passava das 23h. Foi batendo o desespero. Imaginem passar a noite na rua depois de quase um dia de viagem e ainda com aquele frio. Menos de 10º graus. Encontramos um ou outro pela rua e perguntamos sobre o local. Ninguém sabia. Até que um grupo de jovens tentou nos auxiliar pelo GPS do celular, e mesmo assim não encontramos. Para nossa sorte estávamos na esquina do local e o proprietário do imóvel onde tínhamos alugado o quarto, foi até a janela para fumar e percebeu que estávamos perdidos. Como já nos aguardava, percebeu rapidamente que éramos nós em busca do local. Ele desceu rápido e já chegou perguntando se procurávamos por ele. Que alívio!!! Conduziu-nos até o apartamento e lá nos forneceu todas as informações necessárias. Depois desse sufoco, banho hiper quente e cama.





Sexta-feira



Acordamos cedo, mochila nas costas e direto para estação Oslo Sentralstasjon, onde se iniciaria nosso super passeio: Norway in a Nutshell. O trem rumo a Myrdal sairia às 8h05. Como saímos um pouco mais cedo, estávamos caminhando tranquilamente até que percebemos que estávamos indo na direção errada. Aí bateu o desespero. E se perdêssemos o trem? O passeio estaria perdido.



Paramos, perguntamos e tivemos que andar o dobro do que já tínhamos percorrido. Assim começamos a correr, pois faltava pouco para a hora do embarque. Enfim, chegamos. Mas ainda tínhamos que pegar os bilhetes. Mas com muita sorte chegamos em cima da hora e embarcamos no trem.



Pronto! Início de um passeio incrível e também muito conhecido. O Norway in a Nutshell, é uma viagem com combinações utilizando o transporte por trem, barco e ônibus. Os cenários são deslumbrantes desde o início. Algumas planícies, lagos, a Hardangervidda com a estação Finse a uma altitude de 1.222 metros acima do nível do mar, ... E de repente, locais com neve. Às 12h32 chegamos em Myrdal, com temperatura de 2º. Desembarcamos e era neve para todo lado. Uau!!! Por permanecemos até 13h27, quando embarcamos em outro trem: Flam Railway. Seguimos descendo por uma estrada sinuosa e claro, muito lentamente. Em um determinado ponto, o trem faz uma parada onde todos descem para apreciar uma belíssima queda d'água. Seguimos, então. Exatamente às 14h25 chegamos ao nível do mar novamente. Final de linha: Flam! O local é super pequeno. Logo ao lado da estação de trem, existe um pequeno museu com entrada gratuita. Visitinha rápida. E ali já estão os grandes barcos para a sequência do passeio.



Às 15h10 foi a vez do início do passeio de barco pelos fiordes. Aurlandsfjord & Naeroyfjord, e tantos outros. O frio castigava. Logo na saída, fomos acompanhados por inúmeras gaivotas. Maravilhosos. Às 1730 desembarcamos em Gudvangen, onde vários ônibus já nos aguardavam. Fácil. Só descer do barco e ali já estão os ônibus. Mais uma etapa da viagem. Agora por magníficas estradas sinuosas. 19h chegamos em Voss. Linda cidadezinha. E por fim, embarcamos às 19h41 em nosso último percurso do passeio, agora de trem novamente.




Passeio incrível!!! Repleto de belezas e paisagens naturais, deslumbrantes e espetaculares. Em um único passeio além de passarmos por várias cidades como: Myrdal, Flam, Gudvangen, Voss, andamos de trem onde pudemos ter contato com a neve, depois um barco e ônibus. Durou o dia todo e vale muito a pena para quem for visitar a Noruega. (www.norwaynutshell.com)


Pronto: 21h08 desembarcamos em Bergen. Ainda era dia. Lentamente fomos caminhando para o MarkenGjestehus, onde dormiríamos. Pertinho da estação.  




Sábado - Bergen



Dia de passeio pela cidade. Frio. Sim, muito frio. 5h, dia claro e a caminhada se iniciava: Domkirken, Skolemuseet, Den Latinske Skole, Korskirken, Central Kirken, Bergenhus Festning, Sandvikskirken, Haakons Hall, Rosenkrantz Tower and Castle, Kommandantens Hage, Bryggen Museum e o famoso Bryggen.



Opa, 11h, hora de retornar ao hotel.


11h30, já no hotel, a fome “bateu forte”. Comemos e na sequência fizemos o check out do hotel, cujo limite era 12h.


O tempo piorou de vez. Além do hiper frio, agora se iniciava uma garoa. Mas nada que impedisse a sequência do passeio.



Lá fomos nós para o funicular Floibanen, para chegar ao alto do monte Floien. Existe a opção de subir a pé por escadas e pelas ruas que vão serpenteando o morro. Mas com mochilas às costas, realmente a melhor opção é de funicular.


Subida tranquila e gostosa. O topo fica a aproximadamente 600m de altura, e a vista é sensacional. Pena que a chuvinha estragou um pouco, mas mesmo assim aproveitamos tudo até com direito a um lanchinho e lojinhas com itens bem interessantes. Como o frio era grande, uma das compras: luvas e touca. Tudo visto e apreciado, hora de descer.


13h30. Continuamos caminhando pelas ruas da linda Bergen. Então, nos deparamos com um desfile, uma marcha, cheia de garotos, tocando vários instrumentos. Paramos um pouco assistimos e, caminhar era preciso.



Percorremos várias ruazinhas da cidade que por sinal são um charme.


Apertamos o passo, pois embarcaríamos em uma viagem de ônibus às 16h rumo a Stavanger. Caminhando conhecemos a Nykirken, Akvariet, Parque Nordnes, Fredriksberg, Johanneskirke, Den Nationale Scene, a enorme e bela Nedreplass já perto da estação central, West Norway Museum of Decorative Art, e o tão igualmente belo Lille Lungegardsvann. Cruzamos pelo Bergen Storsenter e chegamos pouco antes das 16h à rodoviária.


Pontualmente, partimos de ônibus. A estrada é um show a parte. Após algum tempo de viagem, o ônibus entrou em uma balsa gigantesca. Todos os passageiros desceram. Conversamos com o motorista, que rapidamente se tornou um amigo. Cara bacana.


E assim, seguíamos, Conversávamos um pouco com o motorista, apreciávamos as belíssimas paisagens, ... Uau. Que viagem.


21h. Nada da noite chegar. Stavanger. Infelizmente optamos por um hotel muito bom, mas longe da rodoviária: Stavanger St Svithun Vandrerhjem. Após algumas informações, seguimos de ônibus. Passagem bem cara, por sinal. Ohh!!



Muito cansados, compramos coisinhas no bar do próprio hotel, jantamos, banho e cama.




Domingo - Stavanger



Acordamos cedo e logo fomos tomar o café da manhã. Uau, que delícia. E que fartura.



Saímos na sequência. Frio! Pegamos o ônibus bem em frente ao hotel. Desembarcamos na estação, guardamos nossas mochilas nos lockers (guarda-volume), olhadinha no mapa e seguimos caminhando direto para o porto. Uns 10 minutos depois, chegamos ao estaleiro da Tide, no Fiskepiren Terminal. O destino era Preikestolen.



Às 7h30, já embarcados no ferry, compramos as passagens. Sim, ali dentro mesmo tem o bilheteiro, que nos vendeu as passagens do próprio barco para Tau e também do ônibus entre Tau e Preikestolen. Ida e volta. Fácil.  


Viagem rápida de barco e 40 minutos depois, já em Tau, bastou desembarcar e ali estavam os ônibus com destino à Preikestolen.  Os horários dos ônibus e ferry são simultâneos.


Preikstolen  (que em português significa "Púlpito do Pregador" ou "Púlpito de Rocha" ou ainda “Pedra do Púlpito”) é uma falésia de 604 metros de desnível que se ergue sobre o Fiorde de Lyse, em frente ao platô Kjerag, em Forsand. O topo da falésia é de aproximadamente 25 por 25 metros, quadrado e quase plano. Uma das atrações turísticas mais visitadas do país.


Bem mais ainda não tinhamos chegado. De ônibus, lotado de turistas, foram mais uns 40 minutos. Para chegar lá no topo é preciso subir 3,8 km que começa num albergue e está aproximadamente 270 metros acima do mar, até alcançar os 604 metros.


Ok, vamos subir. Trilha bacana, com muita gente subindo. Trechos abertos, mais fechados, íngrime quase sempre, muita pedra pelo chão, plataformas de madeira como se fossem grandes passarelas, sem muita sinalização mas impossível de se perder devido a grande quantidade de pessoas por ali... Com o esforço, nem dava para sentir frio. Pelo contrário. Tinha gente de toda idade seguindo a trilha. E que trilha. Foram 2h30 para se atingir o objetivo. E cansa, heim! Mas ao final, a grande recompensa. Vale muuuuuito a pena! O topo da pedra é quase plano e a borda do precipício, parece que foi aparada.


Cansaço e fome. Fome? Pois é, quase 12h. Bem, hora de comer o lanchinho da mochilinha que levava às costas. Depois, foi só desfrutar do local.


13h e era hora de descer, uma vez que eram poucos ônibus a tarde para a viagem de retorno. Descida até que tranquila, mas igualmente cansativa. Depois de pouco mais de 2h, chegava ao ponto de partida.



17h30 já estávamos de volta à Stavanger. Como o trem para Oslo só sairia às 22h42, fomos passear pela cidade: Stavanger Aftenblad, St Petrikirke e chegamos ao City Park. Grande e bonito. Ali mesmo, conhecemos a Domkirke e os arredores. Flores para todos os lados.



Seguimos caminhando e o frio aumentando. Chegamos ao Valberg Tarnet e dali o porto. Do outro lado, o Stavanger Maritime Museum . Conforme caminhávamos, vimos algo diferente ali junto aos barcos. Um trator com a caçamba erguida, cheia de pedras de gelo e um cara de sunga dentro. O trator parou junto a um atracadouro, a caçamba foi virada. Gelo e o cara caíram no mar gelado. Que doideira! Alguns amigos estavam ali no porto assistindo e rindo bastante. Parecia ser algum tipo de aposta.


O frio era grande. Passamos novamente pelo City Park e às 20h, chegamos à estação em frente ao parque. Retiramos as passagens em uma máquina de autoatendimento, uma vez que as passagens já tinham sido compradas pela internet, do Brasil mesmo.


Então, pontualmente às 22h42, partimos rumo a Oslo.  Embarcamos em mais um maravilhoso trem que chegaria a Oslo as 7h27. Pouco tempo depois do embarque, uma situação muito desagradável nos pegou de surpresa. Já nas respectivas poltronas, fomos abordados por uma garota, dizendo que um dos lugares era dela. Constava no bilhete dela o respectivo assento e no nosso também. Achamos estranho, dois bilhetes com o mesmo número! Bla, bla, bla, ... Ela se foi.



Pouco tempo depois, lá veio o bilheteiro (o funcionário que passa verificando os bilhetes). Bilhete de um, bilhete de outro e finalmente os nossos. Demorou bastante olhando e disse que nossos bilhetes não eram para aquele dia e sim para o dia seguinte, ou seja, realmente compramos bilhetes com data erradas. Que confusão. Opções: compra outros 2 bilhetes ou desce na próxima estação. Compramos os bilhetes, porém agora pagando o dobro por cada um. E ainda tivemos que encontrar poltronas vagas para nos acomodarmos. Mas só encontramos uma. Pois bem, o chão foi a alternativa. 7h viajando sentando no chão.  Noite horrível e desagradável!!!




Segunda - Oslo



Depois do “perrengue” da noite anterior, chegamos no horário previsto. Que bom!!! Não aguentávamos mais ficar no trem. Iríamos passar a noite no mesmo local que no hospedamos quando chegamos à Noruega. Deixamos nossas mochilas nos "lockers" da estação e lá fomos nós conhecer a capital do país: Oslo.



Com seus pouco mais de 2 milhões de habitantes, já foi eleita umas das cidades mais caras e com melhor qualidade de vida do mundo.


Bem, frio e sol, começamos nosso passeio por Operaen, que é um lugar incrível. Construção toda em mármore e vidro. Ao redor um mar maravilhoso e muito azul. Momento para fotos incríveis no local. Um tempinho apreciando a beleza e continuamos nossa caminhada: Museet for Samtidskunst, Nasjonal Museet Arkitektur e o surpreendente Akershus slott og Festning, construído como uma fortaleza para proteger Oslo de batalhas e guerras. Hoje ainda tem uso militar, mas é aberto ao publico. Caminhamos pelo interior dos muros desse castelo, saindo pela parte de trás, indo direto para a baía de Pipervika e a Radhusplassen, praça aberta decorada com jardins e esculturas. Ali, existe um porto de onde partem diversas embarcações, tanto rumo à península Bygdoy, como com destino aos fiordes mais próximos. Em frente está a bela Radhus (prefeitura). Continuando a caminhada, após um breve descanso, o Nobel Museum, Utviklingshuset, mais distante o Stenersen Museet, praticamente ao lado do Slottsparken, que é enorme e onde também está o Palácio Real (Slottet).


Mais um lugar com muitos turistas. E não é para menos: super bonito. Bem, a caminhada deveria continuar, pois o destino ainda estava longe.


Incrível. Quando tudo é muito bom, parece que o tempo passa muito rápido.


12h. Chegamos ao tão famoso e esperado, Vigilandsparken. Fica situado no Parque Frogner a 3km do centro. Optamos por caminhar até o local para conhecer mais a cidade, mas sem dúvida o melhor é chegar de metro, desembarcando na estação Majorstuen. O lugar é lindo e enorme: 320.000 m². Para se conhecer todo, demora muito e, como não dispúnhamos de tanto tempo assim, nos resumimos a uma parte apenas.


O mais interessante do parque, fora a beleza em si, são as 212 esculturas em bronze e granito de autoria de Gustav Vigeland em que as pessoas se encontram muitas vezes em situações bizarras. Elas materializam inerências da existência humana como o trabalho, a ira, a maternidade, o sexo, a fraternidade dentre outros. Logo na entrada existem quatro grandes portões, um enorme jardim e bem a frente um obelisco. Lugar com muito verde, bancos para descansar, parques para crianças. Tudo de bom!!!


O tempo estava piorando e parecia que ia chover. Então resolvemos iniciar a caminhada de retorno. E a caminhada seria grande.



14h. Felizmente a chuva não veio e passamos pela Uranien Borg Kirke , Historisk Museum , Nasjonal Galleriet, Universitetet Oslo Nasjonalteateret, os belos jardins da Spikersuppa e enfim, a hiper famosa Karl Johans Gate. Realmente local imperdível.



Stortinget, Oslo Domkirke e faltava algo! Mas o que? Sim, claro, o almoço. Nossos estômagos fizeram questão de nos lembrar que não tínhamos almoçado e já passava das 16h.



E lá fomos nós para um Mc Donalds logo ali ao lado da Oslo Sentralstajon.


16h30, decidimos ir até a Oslo Sentralstajon onde compramos os tickets do trem que nos levaria no dia seguinte ali da estação direto para o aeroporto de Oslo, de onde seguiríamos para Estocolmo.

Depois, ainda entramos em uma ou outra loja nas redondezas e decidimos encerrar o passeio.


Passava das 18h. Fomos lentamente caminhando e apreciando não só o movimento, mas também o frio quase congelante, do final de tarde de céu encoberto.






Terça - Estocolmo



Acordamos 5h e o dia já estava claro. Comemos, pegamos nossas mochilas e caminhamos para a estação central.



6h34 o trem partiu. Uns 20 minutinhos depois, desembarcamos no aeroporto. Foi fácil realizar os trâmites de embarque. Tínhamos tempo e ficamos contemplando o aeroporto e notando a eficiência de tudo.



Embarcamos. "Low cost" da Norwegian. Avião bonito, principalmente no seu interior.



8h30,o avião decolou. Muitos executivos à bordo. Por ser "low cost", não serviram nada.




SWEDEN

9h30, desembarcamos em Estocolmo, na Suécia.

Optamos por seguir do aeroporto para Estocolmo, de ônibus. A viagem não foi tão rápida, até porque pegamos um pouco de congestionamento na chegada à metrópole.


Quando desembarcamos já era perto das 11h. A fome era grande e decidimos encontrar local para comermos. E foi por ali mesmo que nos deliciamos com um maravilhoso Kebab, no prato. Muita comida e deliciosa.



Bem, daí, seguimos caminhando para o Colonial Hostel. Deixamos as mochilas e já saímos explorando a cidade.



Mal iniciamos nossa caminhada, mapinha na mão, e uma senhora nos ofereceu ajuda, entendendo que estávamos perdidos. Felizmente, não estávamos.



O Sol estava presente, mas o dia era frio.



Começamos passando pelo Tegnérlunden e, dali, fomos ao Observatorielunden. Depois Immanuelskyrkan, a Birger Jarlsgatan com algumas esculturas muito bonitas, St Johannes, Adolf Fredriks Kyrka e chegamos à Drottninggatan, que é uma das principais ruas da região. City Conference Centre, Konserthuset, Sergel's Square e lá estávamos em um local repleto de atrações, para apreciação e fotos: Gustav Adolfs Torg, Helgeandsholmen, o The Royal Palace, National Museum, Skeppsholmen, o belíssimo Kungs Garden, akobskyrka, o enorme centro de compras Ahlens e de volta à Central Station, que era caminho de volta ao hostel, decidimos comprar o que comer. Sim, comer, pois já passava das 19h. Passamos pela Kungsholmskyrka e fomos direto para o hostel.






Quarta – Estocolmo



Depois de uma noite muito bem dormida, no primeiro minuto em que o café da manhã era servido, lá estávamos nós. E que hiper café.



O frio, como durante todos os dias até então, era grande. Tempo nublado inclusive.



Saímos então, e na estação de metrô, decidimos comprar o Stockholm Card, já que pretendíamos entrar em muitos lugares e os ingressos são relativamente caros. Custo benefício excelente pelo que tínhamos em mente.


E lá fomos nós direto para uma das grandes atrações turísticas da cidade: Sky View (Ericsson Globe). Longinho de onde estávamos hospedados. Mas nada que alguns minutos dentro do eficiente metrô não resolvessem. Metrô direto da estação central até a estação Globen.


Com ingressos comprados ainda no Brasil, pela internet, fomos na primeira viagem da esfera. O passeio acontece em uma esfera de vidro que sobe por um trilho encaixado em um globo enorme. A subida (e descida também) é lenta. Lá do topo, onde a esfera fica parada por alguns minutos, pode-se ver parte da cidade, em 360º graus. Vista interessante. São duas “gôndolas” (como eles chamam) que sobem alternadamente a cada 10 minutos e a visita dura ao todo, no máximo 30 minutos.


De volta ao chão, visitamos o Globe Arena e na sequência pegamos o shopping logo ao lado abrindo.



Dali seguimos direto para a Gamla Stam e fomos visitar o The Royal Palace. Demos muita sorte, pois às 11h30 pudemos acompanhar a troca da guarda. Muito legal e, lotado de turistas.



2h. Saímos dali e fomos para o não tão visitado, mas igualmente legal, Kungliga Myntkabinettet. É um museu de vários temas: moedas antigas, roupas de época, invenções estranhas, etc. Adoramos e recomendamos muito.



Demos uma enganada na fome comendo umas besteirinhas e depois, lá pelas 14h, foi a vez do Stockholm Sightseeing, também logo ali em frente. Um super passeio de barco, de quase uma hora de duração.


Tudo maravilhoso! E o dia, caminhando a passos longos para seu final! Eita! Vai devagar aí, “dia”.


Bem, ainda faltava a última atração planejada. Se o Sky View era famoso, essa não ficava atrás: Vasamuseet (www.vasamuseet.se/).


O Vasa é o único navio de guerra do século XVII existente no mundo. Com 95% do casco original do barco preservado e ornamentado com centenas de esculturas talhadas, o Vasa é um tesouro artístico único e uma das maiores atrações turísticas do mundo. O navio gigante encontra-se exposto num museu especialmente construído para albergá-lo. 2h foram suficientes para a visita. E se vale a pena? Muuuito!

Saímos do museu e ainda não era 17h. O cansaço era grande. Talvez do tamanho do Vasa. Ehehehe!


Mas logo ali ao lado estava o Nordiska Museet (www.nordiskamuseet.se/). Vixe. Lá fomos nós. Nos arrastando, mas fomos conhecer. Mais um local grande e muito bacana. Caminhamos bastante pelo museu, até realmente as pernas não responderem naturalmente aos comandos do cérebro. Mas que situação! Claro, encerramos a visita.



19h, de tram, chegamos nas imediações do hostel. O que era maior: a fome ou o cansaço? Vixe, talvez estivessem empatados.


Jantamos o maravilhoso Kebab, no prato, e fomos para o hotel. Depois do banho, “desmoronamos” na cama!





Quinta – Estocolmo



Mais um dia nessa cidade maravilhosa e mais um café da manhã maravilhoso com muitos muffins (bolinhos de diversos sabores), muito consumidos no país. O dia estava chuvoso, um pouco escuro e muito frio. A vontade era ficar na cama. Mas não queríamos perder nada e tinha muita coisa para ver ainda.



Garoa na cabeça, fomos conhecer o The City Hall (Câmara Municipal de Estocolmo), famoso por seus grandes salões cerimoniais e peças de arte únicas no mundo. É também o local do banquete do Prêmio Nobel, realizado em 10 de Dezembro de cada ano.



Utilizamos nosso Stockholm Card e subimos na Torre da Câmara com 106 metros de altura. Detalhe, a subida foi feita em escadas, em muitos pontos super estreitas. Lá de cima, que vista incrível!! A chuva atrapalhou um pouco, mas valeu muita a pena.



E assim continuamos nossa caminhada com muito frio e garoa, aí ficava mais frio ainda. Fomos em direção a Gamla Stan, que é considerada a cidade velha de Estocolmo, um lugar histórico, construído sobre a ilha de Stadsholmen. Muito bacana com ruazinhas estreitas, prédios antigos, lojinhas, muitas bandeiras da Suécia. Lugar espetacular!! Amamos.



Como não tínhamos tempo para entrar em todos os lugares, escolhíamos os mais famosos e populares para conhecer. Os outros apenas passávamos e tirávamos fotos, e nesse dia vimos também: The Nobel Museum, Stortorget, Tyska Kirkan, Nybroplan, Musik Museet.



Bom parece pouco, mas o dia já estava indo embora. E nossa fome era grande. Mais um Kebab!! Muito Bom!! Voltamos para o hotel, pois sairíamos cedo no dia seguinte.



Agora depois de alimentados, um banho muito, mas muito quente mesmo e cama. Boa noite!!






Sexta – Gothenburg



Levantamos cedo e fomos para Stockholm Central Station, pois o trem sairia exatamente as 6h14, chegando ao destino às 9h25. Aqui estávamos em mais uma linda cidade.



E adivinhem só!!! Depois de muito frio em Estocolmo, chegamos à cidade com um dia esplêndido, céu azul, e muito sol. Como de costume chegamos à estação e direto para balcão de informações ao turista pegar mapas da cidade, pois a ideia era ir para o hotel para deixar as mochilas e depois começar nossos passeios. E assim fizemos.



Bem, acho que esse hotel era um dos mais longes da estação que ficamos. A escolha sempre foi por lugares próximos para ser mais fácil. Resolvemos ir caminhando e parecia que não iria chegar mais. Cruzamos o rio em uma caminhada cansativa sobre a ponte. Finalmente chegamos ao hotel.Ufa! Que alívio! Feito o check-in, hora dos passeios do dia.



Retornamos caminhando para perto da estação, pois as principais atrações turísticas da cidade ficavam do lado oposto que estávamos. Logo no caminho já fizemos nossa primeira parada em um local chamado Lilla Bommen conhecido popularmente como The Lipstick (o batom), um prédio de 83m e 23 andares. Compramos os ingressos e subimos de elevador. Com uma vista incrível da cidade, por lá ficamos um bom tempo apreciando toda aquela maravilha.



Então quando descemos, resolvemos conhecer o lado da cidade que estávamos hospedados. Como era praticamente uma única atração daquele lado e nos restava apenas a parte final da tarde, lá fomos nós.


Inicialmente entramos em um shopping bem grande, com diversas lojas e mercado.


Compramos algumas coisinhas para comer. Saímos dali e fomos direto em uma loja de conveniência comprar o city card, para podermos andar de tram e elétrico. Sem dúvida iria nos propiciar conhecer mais locais na cidade, pois não perderíamos tempo caminhando.  Encerrando a tarde, fomos conhecer o Keillers Park. Um Parque com 31 hectares e há 87 metros acima do nível do mar, com muitas trilhas para caminhas e alguns mirantes onde se pode ver toda Gotemburgo, é uma mistura de parque ajardinado e de floresta natural. Existe também uma estrada para carros.



Na volta do parque já aproveitamos e paramos em uma pequena pizzaria, onde jantamos. Então, fomos para o hotel.



Lá estávamos nós, prestes a dormir, quando do nada alguém bateu à porta. Era um cara muito doido, já de meia idade, usando uma bermuda maluca, camiseta regata, tênis e uma toalha gigante sobre um dos ombros. Logo que abri a porta me perguntou se eu sabia onde estava o recepcionista. Informei-lhe que, pelo que eu sabia, naquele horário não ficava ninguém no local. Resmungou, bateu continência para mim, ... Isso mesmo, bateu continência. Ahahaha. Daí, foi embora.


Depois dessa, dormimos rindo. 




Sábado – Gothenburg


Levantamos e fomos tomar nosso café da manhã. Pouca variedade de coisas, mas alguns tipos de geleias.


Bem perto do hotel existia uma estação de ônibus e trams. Lá pegamos um tram e paramos no centro, ou seja, perto da estação principal, onde tínhamos desembarcado dia anterior. Era bem cedo. Estava quase tudo fechado e as ruas com um ou outro caminhando.


Fomos caminhando e já conhecendo alguns lugares: Gustav Adolfs Torg, Deutsche Kirche, Gustavi Domkyrka, várias ruas de comércio com muitas lojas, City Market, Stora Teatern e ali do outro lado da avenida, a essa hora, já bem movimentada, Baltesp Parken. Lugar maravilhoso. Depois de muitas fotos nesse belo dia ensolarado, entramos no Parque Tradgards Foreningens. Outro lugar simplesmente indescritível. Logo ao cruzar o portão, um sentimento diferente, uma magia, um lugar de paz e tranqüilidade, para relaxamento e estimulação. É um parques com plantas exóticas e nativas, edifícios históricos, jardim de rosas, estufas, casa de palma, lojas, cafés, um parque ao ar livre e o restaurante Tradgarn.


A vontade era de passar o dia todo por lá. Que lugar maravilhoso!!! Muito verde!! Incrível!! Vale muito à pena!!


Saímos por um outro portão, aos fundos e passamos por Nya Allén, Katolska Kyrkan, Gamla Ullevi,Ullevi, Norska Sjomans, Scandinavium, Gothia Towers, e assim, caminhando, chegamos no maior Parque de Diversões da Escandinávia: o famoso Liseberg. As filas eram gigantescas, com pessoas de todas as idades. Sem chance de entrar. Ficamos lá por um tempo olhando tudo e tirando algumas fotos. O que podemos dizer é que o parque tem muitos brinquedos e atrações, centenas e milhares de flores, alimentos, bebidas, ... entretenimento para todos os gostos.


Depois seguimos para o Universeum que fica logo ao lado. É um centro de ciências para crianças e adultos que está dividido em 6 seções, cada uma contendo oficinas experimentais e uma coleção de répteis, peixes e insetos. 


Curiosidade: o Universum ocasionalmente dá aos alunos do ensino secundário sueco a oportunidade de debater com o ganhador do prêmio Nobel do ano.


E assim fomos caminhando e voltamos para o centro. Ali optamos por um passeio de barco: Paddan Sightseeing. Na verdade é uma espécie de barca aberta com assentos. O passeio é realizado por canais em meio a cidade. Dura cerca de 40 minutos e um guia vai orientando sobre os pontos turísticos. Um dos diferenciais do passeio é que no percurso existem algumas pontes super baixas, o que obriga a todos a se abaixarem. Sensacional!!!!! Chegamos ao final com gostinho de "quero mais!".

Seguimos nossa caminhada: Gotaplan e a hiper famosa Avenida Avenyn, que realmente merece ser percorrida em toda sua extensão à pé. Depois de tram, fomos conhecer o Linneplatsen. Outro parque gigantesco. Estava bem cheio. Demos uma voltinha, já que seria impossível conhecer todo o local.


Mais uma vez de tram, fomos conhecer a Skansen Kronan. É uam torre. Dali também se tem uma bela vista da cidade.

Nosso dia super bacana terminou assim.


Domingo – Helsingborg e Helsingor

Acordamos cedo, fomos tomar café, mas ainda não tinha nada. A opção foi comermos o que tínhamos conosco nas mochilas, abastecidas pelas compras feitas na véspera. Então, deixamos o hotel e caminhamos diretamente para a estação de ônibus e trams. Dali, seguimos de tram até a rodoviária.


Às 8h15 embarcamos em um ônibus muito confortável, direto para Helsingborg, ainda na Suècia. Um pouco de chuva pelo caminho e quando chegamos o frio era grande. Logo ao desembarcar, lanchinho para "enganar" a fome e lá fomos nós.

Por ser Domingo, praticamente tudo fechado. Quase nada de comércio. Chuviscando e frio, mas lá fomos nós. Jarnvagsgatan, Maria Kyrka, Terrassen e lá estava nosso objetivo: Torre Karnan. Fica no interior do parque Slottshagen, muito bonito por sinal.

Compramos os ingressos e subimos os inúmeros degraus. Vista incrível. A cidade toda à nossa frente, o mar e lá do outro lado, bem ao longe, a Dinamarca. Uau! Passamos alguns minutos ali, com direito a muitas fotos. Mas estava formando um temporal e decidimos ir embora. No caminho, uma chuvinha nos pegou. Caminha, para, caminha, ... Assim fomos indo. Conhecemos ainda o Radhuset e dali, direto para o porto.

13h. Compramos nossos bilhetes e embarcamos na enorme balsa da Scandliness. De 15 em 15 minutos parte uma, em ambos os sentidos.


DENMARK
 
Antes das 14h, lá estávamos: Helsingor, na Dinamarca.

O objetivo maior ali era visitarmos o Kronborg Castle. Já que fica perto do porto, fomos caminhando. Chegamos e já compramos os ingressos. Faltava pouco tempo para o fechamento da bilheteria.


Andamos por todo seu interior. Muito bacana. Poucos minutos antes de fechar, saímos e iniciamos nossa caminhada pelo lado externo. Muito legal caminhar ali, vendo a Suécia na outra margem do mar. Adoramos!


Final da tarde. Fomos lentamente caminhando conhecer outros locais na pequena cidade. Tudo pertinho: Kulturvaerflet, Marie Kirke, Helsingor Domkirke e as ruas por ali. Mas o tempo piorou mais uma vez. Então, fomos direto para a estação. Compramos nossos bilhetes de trem em uma loja de conveniência na própria estação e rumamos para Copenhagen.


Viagem rápida, bonita e tranquila. Chegamos ainda com a luz do dia.


Fomos diretor para o Bonvie B & B, onde nos hospedaríamos. Pertinho da estação. Após deixarmos nossas mochilas, saímos para comprar comida. Retornamos e assim encerramos nosso dia de passeios.




Segunda-feira 12/05/14 – Copenhagen

Depois de uma noite bem dormida, logo cedo caminhamos direto para nosso primeiro e tão esperado passeio: a fábrica da Carlsberg. Foi uma caminhada de uns 30 minutos. Como chegamos logo às 10h, eram poucos turistas ainda.


Compramos nossos  ingressos na loja, que fica logo na entrada. É um local bem grande. Saímos da loja e já nos deparamos com alguns veículos antigos da companhia. Depois entramos em um bar onde já degustamos um belo copo de verveja, incluso no passeio. Dali, subimos e fomos conhecer a exposição de garrafas de todo o mundo. E tem garrafa que não acaba mais. Aliás, não tem só garrafas. Tem outros tipos de embalegens também. Por exemplo, garrafa PET de cerveja. descemos e entramos em uma ala enorme contando a história da empresa e da cerveja. E assim foi. Vale muito a pena!


Saímos e o tempo estava chuvoso. Passamos pelo belo Enghaveparken, depois chegamos na praça onde está o Palace Hotel e a Radhaus.


13h e decidimos almoçar. depois conhecemos o Circus Bygningen, Palads e o sempre lotado Tívoli Parque, mas só pelo lado de fora. Daí o NY-Carlsberg Glyptotek, Vor Frelsers Kirke, Orlogs Museet e a Operaen. Na volta, no final da tarde, foi a vez do bairro Cristiania. Uau, que lugar maluco: bebida, droga, um pessoal bem estranho, ... Não é permitiso tirar fotos, mas claro que uma ou outra, tiramos.


Bem, de repente a chuva que tanto ameaçou cair, chegou. Mesmo assim ainda passamos pela Old Stock Exchange, Holmens Church, o Christianborg Palace e a Hojbro Plads.


Ufa, dia repleto, heim!



Terça-feira - Copenhagen


Bem, como não tinha café no hostel, comemos o que tínhamos comprado anteriormente.


Iniciamos nosso passeio nesse dia nublado caminhando pela Avenida Frederisksberggade. Vimos a Nytorv e a ainda fechada loja da Lego. Depois, Helligaands Kirken, Hojbro Plads, Garnisons Kirken, a tão famosa igreja de mármore Frederiks Kirken, ... Daí, Danmark Damstole, Sankt Ansgars Kirke, o Designs Museum, Churchill Parken e o Kastellet. Muito legal.


11h e depois de tanto caminhar, lá estava a Den Lille. Sim, a estátua da pequena sereia. realmente pequena, em uma pedra bem perto da margem. Lugar com muitos turistas. Gostamos, mas nada de sensacional.


Hora de retornar. Ainda caminhando pelo Churchill Parken, lá estava a bela Skt. Alban Church.


Faltava pouco para às 12h. Fomos rapidamente para o Rosenborg Palace, rodeado por um maravilhoso jardim. Realmente local muito bonito. 


Não tivemos muito tempo para ficar apreciando. Opa, mas porque pressa?


Pois é, exatamente às 12h, ali do palácio se inicia a caminhada de uns 20 minutos da guarda real pelas ruas da cidade, em direção ao Amalienborg Palace, onde acontece o cerimonial da troca da guarda.


Lá fomos nós acompanhando os soldados. Muuuuito bacana. E a troca da guarda, ... Uau! 


Terminado o cerimonial, a fome "nos atacou". Então, fomos para o Amalienhaven, sentamos e degustamos um lanchinho que tínhamos na mochilinha. Lugar legal. Ficamos, ficamos, ficamos, ... Opa. Hora de seguir.


Logo ali está a Noasark, que é uma espécie de Arca de Noé, aberta para visitação. Fomos até o Nyhavn. Lembra Amsterdam.


Passava das 14h e chegamos à Trinitatis Kirke - Round Tower. Ingressos comprados na hora, fomos subindo pela rampa suave que serpenteia internamente a torre. Já no topo, uma vista bem legal em 360º da cidade. Depois de um tempo, fomos descendo. Alguns passos e tinha pequena porta que dava acesso para uma minúscula sala com piso de vidro. Através do vidro era possível ver uma espécie de poço sem fim. Fantástico!


Ainda descendo, um enorme salão, com exposição de chapéus de épocas.


Olha, mesmo tendo comido um lanchinho, a fome retornou. Decidimos almoçar de verdade.


Continuando a caminhada, chegamos ao Christiansborg Palace. Depois, o National Museet, com entrada grátis. Super legal. Tinha acabo de acontecer um circuito de palestras e algumas salas estavam abertas e sem pessoas. Sobre as mesas, muffins. Claro, comemos.


O dia passou rápido. Quase 20h. Estávamos cansados de tanto caminhar.



Quarta-feira – Copenhagen


Logo cedo, conversamos com a proprietária do hostel e deixamos nossas mochilas ali, já que partiríamos naquela tarde e então, voltaríamos para pegá-las.


Para nos certificarmos do correto local do embarque, fomos até a Central Station.


depois, fomos para o Tycho Brahe Planetarium. Não pudemos entrar, pois estava acontecendo uma conferência. Sem problemas. Logo ali atrás conhecemos o Sankt Jorgens Lake. Seguimos então para o Orsteds Parken e depois para o Botanisk Parken. Vixe: 12h!


Almoçamos. O que? Kebab, claro.


Já no início da tarde, foi a vez de conhecermos a Copenhagen Cathedral. Depois a Radhus.


e assim finalizamos nossas andanças pela maravilhosa Copenhagen. Pegamos nossas mochilas e fomos direto para a estação. Ali, às 17h42 embarcamos direto para Hamburgo, na Alemanha.


Esse era um dos percursos mais aguardados por nós. O trem é na verdade uma composição de alguns poucos vagões. Alguns se separam antes mesmo de chegarmos ao porto, ainda na Dinamarca. Já no porto, o trem entra em uma gigantesca embarcação. Ao parar, descemos e fomos para o andar superior. Ali tem restaurante, casino, free shop, ...

GERMANY
Ainda com a luz do dia. depois de aproximadamente 40 minutos de travessia, embarcamos novamente no trem e a viagem seguiu, na Alemanha agora.

22h16, chegamos em Hamburgo. A noite estava começando. da estação de trem, fomos direto para o Hotel Lilienhof, a apenas alguns metros de distância.  



Quinta-feira - Hamburgo


É, o cansaço do dia anterior e a noite bem dormida, contribuíram para acordarmos, cedo! Pois é. Cedo mesmo.


Comemos o que tínhamos conosco nas mochilas e lá fomos nós em mais um dia nublado e frio. Passamos pelo HighFlyer Fesselballon, Chilehaus e chegamos ao Chocoversum. Decidimos não entrar. Seguimos então para a St. Petri Kirche, Rathaus e dali as ruínas da St. Nikolai. Muito legal.


Depois a St. Katharinen Kirche e fomos parar na região portuária. 12h.


Decidimos almoçar pizza. E que pizza, viu!


Então, seguimos. Vimos o Hamburg Dungeon. A vontade era de entrar, mas como nos restava apenas aquela tarde para passear pela cidade, não entramos. Nesse momento observamos um velho avião que sobrevoava a cidade. Passeio pelos céus nesse veterano da guerra. E precisa dizer que a vontade também “bateu forte”?


Chegamos na Michaelis Kirche. Compramos o ingresso e subimos. Uau, que vista.


Seguimos então para a Landungsbrucken. É a região turística do porto. O sol apareceu e o dia esquentou. Tomamos sorvete e caminhamos pelo local super movimentado. Então, fomos conhecer o Planten Un Blomen. É muito grande e lindo.


Stephans Platz, Casino Esplanade, a rua Colonnaden, Binnenalster e já no finalzinho do dia, chegamos à Hamburg Hbf. Optamos por jantar ali. Escolhemos um belo prato típico, com linguiça e batata frita. Muito gostoso.


Encerrado nosso dia passeando pela linda cidade, fomos direto para o hotel.



Sexta-feira - Berlin


Hoje, logo cedo, embarcaríamos para Berlin.


Mais um dia sem café da manhã. Sem problemas, às 6h já tínhamos chegado na estação que ficava bem pertinho do hotel. Facilidade total. Por ali, tomamos nosso café da manhã.


Às 07h06 partimos rumo à capital Alemã. Trens bons, confortáveis, pontuais. Todas as passagens compradas pela internet enquanto ainda estávamos no Brasil. Bilhete eletrônico em mãos. Bastava identificar assentos vagos e que não estivessem reservados para ocuparmos.


08h48 desembarcamos. Logo saindo da imensa estação, já pudemos notar a grandiosidade da cidade e para nossa alegria, o sol se fazia presente. Caminhamos até o Hotel HYPERLINK "http://www.booking.com/hotel/de/berlin-ma-rkischer-hof-am-tacheles.pt-pt.html?sid=39d0edcfce2eee032fa6cb19671c28a1;dcid=2;label=postbooking_confpage"MärkischerHYPERLINK "http://www.booking.com/hotel/de/berlin-ma-rkischer-hof-am-tacheles.pt-pt.html?sid=39d0edcfce2eee032fa6cb19671c28a1;dcid=2;label=postbooking_confpage" Hof. Fomos super bem recebidos pelo proprietário. Um senhor asiático prestativo e que rapidamente nos forneceu um mapa da cidade e deu várias dicas de passeios.


Deixamos nossas mochilas no quarto. A pé, fomos direto para o Bundestag, pois do Brasil também, tínhamos agendado a visita grátis para às 11h15. Olha, foi uma bela caminhada. Chegamos em cima da hora. Passamos pela rigorosa revista pessoal e fomos conduzidos direto para o topo do prédio. Vista linda. Muito legal. Por ali ficamos um tempinho , descendo em seguida pelo interior da cúpula de vidro.


Pouco depois das 12h, saímos. Sol forte e até calor fazia. Caminhamos um pouco em linha reta e decidimos nos sentar no gramado para apreciar o Bundestag. Aproveitamos para comer umas bolachas e beber água.


Seguimos pelo Tiegarten. Passamos pelo Carillon, Haus der Kulturen der Welt e fomos para as margens do Rio Spree. Por ali fomos seguindo. Chegamos à linda Scholoss Bellevue, depois através de uma das passagens subterrâneas, ao Siegessaule. Decidimos não subir.


Momento para descansar, pois já tínhamos caminhado bastante.


Lá pelas 14h, já retornando, chegamos ao movimentadíssimo Brandenburger Tor, ou Portão de Branderburgo.  Depois, pertinho dali, o Holocaust Denkmal.

Daí Potsdamer Platz, Sony Center e finalmente o tão aguardado Muro de Berlin. Simplesmente fantástico. Quanta história. Foram-se minutos e mais minutos olhando para o muro e pensando sobre tudo que teria ocorrido ali há tempos atrás.


Então, entramos na Topographie des Terrors, que fica logo ao lado e é grátis.


Saindo, passamos pelo Trabi World e chegamos ao Check point Charlie. Super bacana!


O que? Já passava das 19h! Pois é, o tempo parece que passou rápido.

Fomos lentamente caminhando pela Friedrichstrabe em direção ao hotel. Optamos com jantarmos Kebab no restaurante que ficava na parte térrea do hotel. Escolha mais que correta. Uma “pratada” gigantesca de Kebab. Mais que satisfeitos, foi só subir as escadas e lá estávamos em nosso quarto.


Dia fantástico. Adoramos tudo.



Sábado - Berlin 


Bem, o hotel “tudo de bom”, mas sem café da manhã. 


Saímos cedo e o dia estava nublado. Epa, o dia anterior tinha sido de calor e sol e hoje nublado!?


Passamos pela Judische Galerie que fica logo ao lado do hotel e chegamos ao Hackescher Markt, onde tomamos um belo café da manhã.

Nosso objetivo era chegar a Berliner Fernsehturm. Em alguns momentos conseguíamos vê-la entre os edifícios e em outros não. Quando nos demos conta, estávamos perdidos. Mas logo pedimos informações e gentilmente nos orientaram.


9h, lá estávamos. Ingresso também adquirido pela internet. Subimos de elevador. Super rápido. Apesar do dia nublado, a vista foi fantástica.

Depois fomos conhecer a St. Marienkirche. Logo na porta tinha um “doido” que esperou juntar algumas pessoas e começou a falar e conduziu todos para o interior da igreja. Subiu no altar e começou “um sermão”. Doidão. Nada a ver com nada. As pessoas foram se dispersando e fizemos o mesmo. Conhecemos a igreja por dentro e saímos.


Passamos em frente ao DDR Museum e logo ao lado a Berliner Dom. Decidimos não entrar. Ficamos um pouco ali sentados na praça ao lado, observando o movimento dos turistas que só aumentava.


Então, decidimos passar em frente para conhecer e tirar algumas fotos: Altes Museum, Pergamon Museum e Neues Museum. Quanto museu, heim!? Sim, sim. É a famosa ilha dos museus.


Daí, Neptunbrunnen, Rotes Rathaus e entramos na Galeria Kaufhof, na Alexandreplatz. Opa, Alexandreplatz. Muito famosa e movimentada. Depois, ali mesmo, decidimos entrar no Alexa Shopping. Como o cansaço já era grande, sentamos e descansamos um bom tempo.


Consultando nosso mapinha, optamos por caminhar até o Berliner Mauer East Side Gallery. Longa caminhada sem nenhum atrativo pelo caminho.

Enfim, metade da tarde, chegamos. É um local onde preservaram o muro e liberaram para grafiteiros se expressarem. Interessante.


Na volta, a pé novamente, tomamos um sorvete. Fizemos o caminho de volta e já no finalzinho da tarde, chegávamos ao hotel.




Domingo - Berlin


Iniciamos nosso dia caminhando pela Friedrichstrabe. O dia estava chuvoso. 



Passamos pelo Friedrichstadt Palast, Bahnof Friedrichstrasse e fomos ao Check Point Charlie Black Box, na esquina do Check Point Charlie.

Passamos pelo Trabi Museum, mas não entramos. Daí, como estávamos perto, mais uma olhada no Muro de Berlin.


Chegamos ao Tiergarten. Ali estava acontecendo uma corrida com bicicletas. Era ciclista que não acabava mais. Aproveitamos para comer bananas, barra de cereais e tomar cerveja que distribuíam gratuitamente a todos.

Atravessamos o belo parque e chegamos Zoo Berlin, quando já passava da metade da tarde.


Zoo Palast, Gedachtniskirche e decidimos retornar. Como tínhamos caminhado bastante e estávamos bem cansados, fomos para um ponto de ônibus. Tinha bastante gente. Esperamos, esperamos e nada de vir ônibus. Muitas pessoas desistiam de esperar e iam embora. Depois de muito tempo, decidimos fazer o mesmo.


Passamos pelo Aquarium Berlin, cruzamos mais uma vez o Tiergarten, vimos novamente o Brandenburger Tor e chegamos ao restaurante da noite anterior. O que escolhemos para comer? Kebab, mas dessa vez, enrolado, tipo lanche. Magnífico.



Segunda-feira - Berlin


Mais uma noite muito bem dormida. Manhã nublada.


Fomos direto ao museu Madame Tussauds, onde compramos ingressos combinados: Berlin Dungeon + Madame Tussauds. Então, seguimos para nossa primeira atração.

Nada de filas, aguardamos alguns minutos e rapidamente se formou um grupo de umas 12 pessoas. Lá fomos nós. Susto daqui, risada dali, mais susto, pavor de alguns, gritos muitas vezes contidos, ... Sensacional!!!! Depois de aproximadamente 01h saímos do local. Que sensação estranha e gostosa. Adoramos!


Como ainda tínhamos um certo tempo entre o horário agendado para o início da visita ao Madame Tussauds, caminhando, resolvemos parar para conhecer o Pantheon, Hemboldt Universitaet  e depois a Bebel Platz. Sinceramente, esperávamos mais dessas atrações.


Um pouco antes do horário, já estávamos na porta do museu. E lá fomos nós: Madame Tussauds. Personagens famosos, outros desconhecidos para nós, apesar das placas com os nomes. Fotos e mais fotos. Depois de 1h30, saímos.

Uau. Passava das 13h. Lentamente fomos caminhando, passando pela Berliner Dom, Altes Museum, ...


15h chegamos ao hotel. Porém, como a fome era grande, optamos mais uma vez (e a última ali) por nos fartarmos com o maravilhoso Kebab em forma de lanche enrolado em papel alumínio. Momento para conversar e concordar que Berlin é fantástica!


Depois, subimos as escadas, pegamos nossas mochilas, fizemos o “check out” e fomos caminhando para a estação. Por lá aguardamos e, às 18h47 iniciou-se nossa viagem rumo a Dusseldorf. Mais uma vez, trem confortável, viagem longa e tranquila, ...


23h06 desembarcamos. A noite acabava de começar. Caminhamos alguns metros e chegamos ao Hotel HYPERLINK "http://www.booking.com/hotel/de/komet.pt-pt.html?sid=f261f2e5c924252256e73c114112e78c;dcid=2;label=postbooking_confpage"Komet. Apesar do cansaço, não conseguimos subir para nosso quarto. Quando o recepcionista indiano descobriu que éramos do Brasil, desembestou a perguntar um monte de coisas da terrinha e falar tantas outras. Uau. O início da conversa até foi legal, mas o cansaço “pedia descanso”. Depois de mais de 30 minutos de bla, bla, bla, “fomos liberados”.



Terça-feira - Dusseldorf


É, nessa manhã não conseguimos acordar tão cedo. Lá pela 8h30 saímos do hotel, que não oferecia café da manhã incluso no valor da diária. Mas já sabendo, carregávamos nosso próprio café da manhã conosco.


Johanneskirche, Graf-Adolf-Platz, Innenministerium, Rheinturm, Burgerparker onde paramos e nos sentamos para descansar apreciando o Rhein River. Seguimos caminhando margeando o rio. Apollo Variete Betriebs debaixo de uma ponte. Chegamos à Rheinuferpromenade e fomos lentamente por ela, já que margeia o rio e estava bem movimentada, talvez devido a proximidade da hora do almoço.


Fomos até o NRW Forum Dusseldorf, com a Hofgarten ao lado e também o Tonhalle. Decidimos ir retornando.  

Ratinger Tor, Kreuzherrenkirche, Josephskapelle, Basilika St. Lambertus, Schlossturm Schiffahrt-Museum, Burgplatz, Kunstsammlung, Kunsthalle, St. Andreas Kirche e a Marktplatz com inúmeros restaurantes.


Opa! Restaurante!? 14h! Como a fome era grande, encontramos um restaurante e almoçamos, uma super pizza.


Depois da fartura, decidimos comprar uma cerveja e sentarmos à beira rio para descansar e apreciar o movimento. Uhhhh!

Bem, final da tarde e lá fomos nós retornando para o hotel. Pegamos nossas mochilas e fomos para a estação logo ali ao lado.


19h51 iniciamos nossa curtíssima viagem até Colônia. E às 20h14, lá estávamos.


Logo saindo da estação já nos deparamos com a maravilhosa catedral. E põe maravilhosa nisso!!!


Bem, como iríamos visitá-la no dia seguinte, mapinha na mão e fomos caminhando para o hotel City Storch Koln. Ah, e quem disse que seria fácil?


Caminhando pela mesma rua, do nada começamos a ler outro nome nas placas. Vixe. E dá-lhe uma bifurcação estranha, que confundiu mais ainda. Para nossa sorte, um senhor que estava do outro lado da rua percebeu que “não estávamos nos encontrando” e veio oferecer ajuda. Eita pessoal prestativo. Pois e não é que nos orientou rapidinho e certo.

Mais um pouquinho caminhando e lá estávamos no hotel. E que hotel, viu!



Quarta-feira – Colônia


Mais um hotel sem café da manhã incluso. Sem problemas.

Saindo na rua, percebemos que não estávamos longe da Colonius Fernsehturm. Uma caminhadinha para um local com melhor vista para umas fotos da torre.


Colônia não é uma cidade tão pequena. Então, já devido ao cansaço da viagem de dias, optamos por iniciar aqui parte de nossas andanças com algum meio de transporte. Seguimos por um trecho de metrô. Desembarcamos e fomos conhecer a St. Agnes. Depois, caminhando, o belo Lentpark. Mais uma caminhada e chegamos ao Flora und Botanischer Garten. Passamos pelo Aquarium e Zoologischer. Então, chegamos ao Kolner Rhein-Seilbhan, que é o teleférico que cruza o rio.


Compramos nossos bilhetes ida e volta e lá fomos nós. Muito legal o passeio. Recomendamos.


Desembarcamos no imenso Rheinpark, onde aproveitamos para descansar.

Fizemos o percurso inverso e pegamos um tram, que nos deixou pertinho da estação central. Fomos direto conhecer a Koln Dom. Como já tínhamos notado no dia anterior, realmente muito bonita.


Saindo nos espantamos com a movimentadíssima Hohe Street. Aproveitamos para almoçar por ali.


Continuando, passamos pelo Romisch-Germanische Museum, Museum Ludwig e a bela Heinrich Boll Platz, já às margens do rio.


Início da tarde, tempo nublado porém um certo calorzinho, ... Aí, que sede! CERVEJA!!!! Ahahaha! Ô delícia, ali sentados às margens do rio nos deliciando com uma cerveja.


E vamos caminhar: St. Martin, Rathaus e Heumarkt. Mais um percurso de tram e, para encerrar nosso dia de passeio, Hiroshima-Nagasaki Park.



Quinta-feira – Frankfurt


Partimos às 6h53 de Colônia e às 8h13 desembarcamos em Frankfurt. Saímos pela parte frontal da Frankfurt Hbf, que por sinal é muito bonita. Caminhamos um pouco pela Mainzerlandstrasse e logo chegamos ao Fair Hotel. Deixamos nossas mochilas e já saímos para aproveitar o belo dia de sol, conhecendo a cidade.


A pé, passamos em novamente em frente a estação central e chegamos ao Nizza Anlagen, que margeia uma parte do Main River. Descansamos um pouco e seguimos caminhando pelo parque relativamente vazio.


Daí seguimos em direção a parte mais central. Oper Frankfurt, a bela Paulskirche, logo ao lado a Ratskeller, a agitada Romerberg Platz, Alte Nikolaikirche, Historic Museum e quando percebemos estávamos em um píer de onde saíam passeios turísticos, novamente no Main River. Dali conseguimos ver a Dreikonigskirche na outra margem.


Decidimos retornar para a Romerberg Platz. Dali chegamos à Schirn Kunstahelle. Quase 12h e ali estavam grandes sacos com espuma que serviam de poltronas/ camas. Sentamos e ficamos, ficamos, ... Quase dormimos.


Opa. Hora de continuar a caminhada, pois ainda tinha bastante lugar para visitar.

Frankfurt Dom, Katharinenkirche, Alte Oper e logo ali em frente o Taunusanlage, por onde seguimos.


16h, já estávamos próximo à estação de trem e a fome não permitiu que continuássemos. Encontramos um restaurante oriental e ali nos fartamos. Mas comemos tanto que foi difícil até criar coragem para retomarmos o passeio.


Bem, aproveitando que estávamos bem cansados, decidimos entrar em algumas lojas, comprar comida e às 17h30 já estávamos no hotel. Dormimos um pouco e acordamos com chuva. Comemos, conversamos um pouco e dormimos de novo.



Sexta-feira – Wurzburg


Nossa rotina era acordar cedo, quer seja para seguirmos para outra cidade ou para iniciar os passeios diários.


E assim foi. Acordamos 5h, comemos e fizemos o “check out”. Tempo chuvoso, fomos rapidinho até a estação. 6h20 iniciamos nossa linda viagem e às 7h31 chegamos em Wurzburg. Logo ao sair da estação, dia nublado e temperatura agradável, nos deparamos com linda Kaiser Platz. E praticamente em frente, lá estava o Babel Fish Hostel. Check in feito, mapinha na mão e lá fomos nós caminhar.


8h. De início resolvemos entrar em uma grande loja bem em frente à estação, que estava abrindo. Os preços estavam hiper convidativos. Muita coisa barata. Claro, momento para comprinhas.



Saindo da loja, decidimos retornar ao hostel para deixar as compras e nos agasalharmos. Feito isso, lá fomos nós. Caminhamos um pouco pelo Ringpark, seguimos por ruas centrais e chegamos ao Main River, avistando o Fortress Marienberg no topo de um monte. Atravessamos o rio e seguimos: Dom Bosco Kirche, Deutschhauskirche e a muralha. Decidimos perguntar para um senhor como poderíamos chegar no Fortress Marienberg dali. Nos indicou subir pelo Landesgartenschau Park, cuja entrada estava logo ali na rua ao lado. Mal entramos no parque e já nos encantamos com a beleza. Jardim japonês e flores das mais variadas e floridas. Fotos, fotos e mais fotos.

Íamos subindo e parando para apreciar as belezas do local. Logo chegamos. Subida realmente muito agradável.


O forte é muito legal e dali se tem uma vista privilegiada da cidade lá em baixo, junto ao rio. Decidimos descer e saímos praticamente em frente à tão bela e famosa ponte Alte Mainbrucke. Porém, optamos por nos desviarmos um pouco para conhecer o St. Burkard. Não valeu a pequena caminhada.


De volta a Alte Mainbrucke, fotos dela e do rio. Por ali só passam pessoas e tinha muita, viu.

Alter Kranen, Grafeneckart and Town Hall, Rathaus, a movimentada Domstrabe, Market Square, Marienkapelle, Dom St. Kilian e ela chegou! Ela? Quem? A fome! Também, já era 14h.


Almoçamos ali pela bela região central e decidimos sentar um pouco por ali para observar o movimento das pessoas.


Depois, continuamos caminhando: Tilman Riemenschhneider, Franjiskaner-Kirche, Alte Universitat, St. Peter, St. Stephan e precisamos sentar para descansar. Dia quente, longa caminhada, ...

Neubaukirche e chegamos no Residence Palace e seu magnífico e bem cuidado jardim. Lindo mesmo.


Ali ao lado, pertinho, fomos ver o Hochschule Fur Musik e a igreja St. Johannis. Retornamos passando pelo portal Rennweg e chegamos em frente ao Residence Palace, onde acontecia uma cerimônia.


18h e fomos seguindo, agora em direção ao hostel. Mas ainda passamos pelo Mainfranken Theater Wurzburg, Stift Haug e lá estávamos nós em nosso ponto de partida, a Kaiser Platz. 


Compramos uma cerveja e sentamos na praça para beber tranquilamente e descansar um pouco. Momento para refletir sobre a beleza da cidade.

Já de volta ao hostel, tomamos banho, comemos um pouco e, já lá pelas 21h, nos acomodamos cada qual em sua cama no dormitório misto para 6 pessoas. Entra uma oriental, entra outra oriental, e de repente entra um latino. Começou a conversar comigo, se ajeita daqui, se ajeita dali e começou a dormir. Isso já passava das 22h. Daí, começou o que seria nossa pior noite. O cara roncava demais. Tentávamos dormir, mas era impossível. De repente uma das orientais jogou alguma coisa sobre o cara, que acordou. Ufa, acho que agora conseguiríamos dormir. Ahahahah. Alguns minutinhos depois, estava roncando novamente. Já lá pela metade da madrugada, a oriental não aguentou e acordou o cara. Reclamou e para nossa sorte, depois que voltou a dormir, roncava baixo vez ou outra. Ufa, assim tivemos umas horinhas de sono.



Sábado - Rothenburg Ob Der Tauber


Depois da catastrófica noite de umas 2 horas dormidas, acordamos e fomos para a estação de trem logo em frente ao hostel. Ali comemos e às 6h41 iniciou-se mais uma linda viagem de trem.


7h49 chegamos em Rothenburg Ob Der Tauber. Detalhe, desembarcamos nós 2 e apenas mais uma pessoa. Nublado, frio, ... Mapinha na mão e fomos caminhando pelas ruas vazias para encontrar o Gastehaus am der Tauber. Entramos por uma magnífico portal na muralha e seguimos. E quem disse que foi fácil? Procura, procura e nada. De repente, uma pequena porta e era ali.


Porém, fechado e com aviso de que a recepção era a de outro hotel, a umas 2 quadras dali. Ok, lá fomos nós. Esse encontramos com facilidade. A recepcionista foi muito amistoso e amável. Nos explicou que a recepção aquela hora funcionava ali. Fizemos o “check in” e fomos para o outro hotel, deixarmos as mochilas.


Tudo certo, saímos para conhecer a cidade. Essa parte velha da cidade fica dentro da muralha. A muralha por si só é uma atração e toda essa parte da cidade velha, no interior da muralha, é fantástica. Sem dúvida isso já vale um magnífico dia de passeio. Cada construção, cada canto, as ruas, ... tudo vale a pena!


Mas para relatar um pouco sobre nosso dia, iniciamos passando pela Reichsstadt-Museum. Chegamos em uma parte onde conseguíamos avistar um vale muito bonito, depois Weihnachtsmuseum, Historien-Gewolbe e subimos as escadarias da Câmara Municipal pra ver a cidade de cima. Daí, já pelas lindas ruas dessa parte da cidade, observamos que em vitrines de padarias sempre tinha uma iguaria: schneeballen (http://en.wikipedia.org/wiki/Schneeball_(pastry). Resolvemos experimentar. Para nós, razoável, apenas.


Continuamos: Kriminal Museum, a Torre Siebersturm, o Portão da Forca, ...

Opa, a fome nos lembrava que era hora de almoçar. Para nossa surpresa e sorte, nesse momento estávamos em frente a um restaurante que vendia Kebab. Ah, nem pensamos duas vezes.


Daí, sentamos um pouco na Marktplatz. Continuando, Torre Branca, Schrannenscheun, Santiagokirche e fim de passeio. Direto para o antiquíssimo hotel descansar.



Domingo – Stuttgart


Dia clareando, comemos e lá fomos nós em direção à estação.


5h41 partimos novamente em um trem vazio. Porém, conforme íamos baldeando, foi lotando.


9h18 chegamos em Stuttgart. Como estávamos com fome, decidimos comer ali mesmo na estação.


Mochilas às costas, dia bacana, lá fomos nós caminhando para o Hotel Spenlaub. É, ficava razoavelmente perto. Feito o “check in”, iniciamos o dia de passeios. De metrô, pois era bem longe, fomos ao Mercedes-Benz Museum. Fácil para se chegar. Para nossa sorte, a entrada era grátis naquele dia.

O museu é muito legal. Sem perceber foram horas apreciando tudo e em especial, os carros. Um mais legal que o outro.


16h. Retornamos para a região mais central da grande cidade. Mais locais visitados para aproveitar à tarde: Johanneskirche, Hospitalkirche e Liederhalle. Nada de muito interessante.


Bem, já passava das 19h. Fomos direto para um supermercado comprar comida e bebida. Dali, para o hotel comer, tomar banho e dormir.



Segunda-feira – Stuttgart


Cedo, bem cedo, depois de comer, pegamos o tram e seguimos para o Killesberg. Lugar lindo, com direito a um mini zoológico. Adoramos. Do alto da torre que tem lá, a vista é muito legal. Inclusive dá para ver lá ao longe, bem longe, o Mercedes-Benz Museum.


Fomos para a estação de trem central e lá, subimos na torre. Não é cobrado ingresso e a vista também é bem bacana.


Ao descermos, compramos uns lanches e nos sentamos no Oberer Schlossgarten para comer. Daí, seguimos pelo próprio parque, conhecendo o Konigin-Katharina-Stift Gymnasium, Staatstheater e o Finanzministerium. Dali, Rathaus, Schlossplatz, Justizministerium, Hof-Apotheke, Haus Der Katholischen Kirche e para encerrar, nos sentamos em um banco na Konigstrabe, apreciando o vai e vem das pessoas. Bem, mas por ali não poderíamos ficar muito tempo. Rapidinho retornamos para o hotel, fizemos o “check out” e de tram, seguimos para a estação.


16h12 partimos de trem para Fussen. A viagem foi nos surpreendendo aos poucos, com as paisagens. Sensacional!


19h54, dia claro, chegamos na pequena cidade. Com as mochilas às costas, caminhamos um pouco e lá estava a House L.A. recepção amistosa por parte da proprietária oriental. Pegamos com ela todas as orientações para nosso passeio do dia seguinte e um mapinha. Compramos uma cerveja ali mesmo e subimos para nosso confortável quarto.



Terça-feira – Fussen


Embarcamos em um dos primeiros ônibus, que saem ali logo ao lado da estação de trem, com destino à bilheteria em Hohenschwangau, para visitarmos os castelos.


Como já tínhamos comprado pela internet os ingressos, foi rápido.

Ingressos em mãos, iniciamos o passeio pelo Schloss Hohenschwangau. A visita é com horário marcado. Tem guia já incluso no valor do ingresso e no interior fotos não são permitidas. A visita é até que rápida, mas vale muito a pena. O interior do castelo é lindo e repleto de mobiliário.


Ao sair, caminhamos por uma estradinha em meio as árvores e, em uma das curvas, entramos em um dos mirantes, onde pudemos ver o lindo lago bem lá em baixo. Uau. Que vista!


Já na parte baixa, compramos nossos bilhetes do ônibus que nos levaria até bem próximos a super famosa Marienbrucke. Ali todos desembarcaram e com um pequena e tranquila caminhada, lá estava ela, repleta de turistas. É sem dúvida o melhor local para se tirar fotos do Schloss Neuschwanstein. E claro, fotos e mais fotos.


Então, seguimos por mais uma caminhada tranquila até o Schloss Neuschwanstein. Ingresso na mão, foi só aguardar a próxima visita, que também acontece de pouco em pouco tempo.

O interior também é muito bonito. Aliás, esse castelo é mais bonito que o Schloss Hohenschwangau. Infelizmente também não é permitido tirar fotos do seu interior.


Na saída, fomos recepcionados por uma chuvinha fraca. Sem perder tempo, iniciamos nossa caminhada de descida. Tranquila por sinal. Caminho asfaltado entre as árvores. Rapidinho chegamos na parte de baixo, novamente.

Nossos ingressos ainda nos permitiam conhecer o Museum Der Bayerischen Konige e foi o que fizemos. A visita foi rápida. Então, fomos para as margens do belíssimo lago Alpsee, tiramos algumas fotos e retornamos para pegar o ônibus de volta para Fussen.


15h. Para nossa sorte, tivemos tempo para caminhar um pouco pela cidadezinha: Rathaus, Basilika St. Mang, o Lech River e Heilig Geist Spital Kirche.


16h. Cidade bem pequena e foi fácil andar a pé. Resolvemos comer uma pizza. Depois fomos pegar nossas mochilas e nos encaminhamos para a estação de trem.


18h06 seguimos para Munique. 


20h05 lá estávamos.


Iríamos nos hospedar na Pension Lugano, pertinho da Munchen Hbf. E foi fácil para encontrar, com um mapa na mão.



Quarta-feira – Munique


Iniciamos o dia indo de metrô direto para a Arena Allianz. A estação do metro é um pouco distante. Compramos nossos ingressos, que permitiam a visita ao museu do FC Bayern Munchen e depois uma visita guiada pelo estádio, que aconteceria às 11h. Bem, como ainda era 9h, lá fomos nós conhecer o museu. Achamos que seria uma visita rápida. Porém não foi. É tão legal, que saímos faltando pouco tempo para o tour pelo estádio. E exatamente no horário, a segunda parte do passeio teve início. Mais um passeio muito legal, repleto de explicações e curiosidades. Uma delas foi que a estação de metro ficava afastada do estádio justamente para que em dias de jogos, os torcedores fossem se dispersando ao longo do caminho e não chegassem em enormes quantidades na estação, acontecendo assim um fluxo mais ordenado de pessoas e a demanda do metrô iria suprir tranquilamente.


13h e já retornávamos de metrô para a região central.

Continuando o passeio: Ludwig-Maximilians-Universität, o Siegestor na Leopoldstrabe, Englischer Garten, Ludwigskirche, Ludwig Monument, Theatinerkirche e para encerrar, Feldherrnhalle.


19h, já perto do hotel, compramos comida e um pacote de sorvete. No hotel, foi comer e nos deliciarmos com o gostoso sorvete. Pois é, quando não tomamos cerveja, optamos pelo sorvete. Ehehehe.



Quinta-feira – Munique


Cedo, bem cedo, de metrô fomos para o Deutsches Museum. Chegamos e nem aberto estava. Mas logo abriu. Compramos nossos ingressos e lá fomos nós. O lugar é gigantesco e sensacional. Andamos por praticamente tudo. Fotos então, até cansamos de tirar. Para nós, um dos melhores museus que visitamos até aqui. Hiper recomendamos!


13h saímos e fomos de metrô direto para outro museu. Agora era a vez do BMW Museum.

Compramos os ingressos na bilheteria e iniciamos o passeio. Mais um belo local. Até certo ponto bem diferente do Mercedez Museum que já mencionamos aqui no relato, mas tão igualmente interessante e legal. Vale a pena. De maneira geral, nos pareceu mais futurista.


E para encerrar esse dia de passeio, até aqui somente em museus, fomos ao Olympiapark, ao lado do BMW Museum.



Sexta-feira – Munique


E aqui estamos nós iniciando mais um dia que prometia um magnífico passeio. Hoje, a escolha foi Dachau. Mais precisamente o campo de concentração que fica na cidade de Dachau e leva o mesmo nome.


Fácil para chegar. Primeiro de metrô e depois um ônibus que nos deixou na entrada do campo. Como saímos cedo, também chegamos cedo e ainda não estava aberto.


E logo que abriu, iniciamos nossa caminhada pelo local. O acesso é gratuito.

Local grande e repleto de história. Muito, muito legal mesmo.

Por volta da hora do almoço já tínhamos caminhado por todo canto ali. Então, fomos embora.


Como iniciamos nossos passeios bem cedo e para ajudar o dia é bem longo por aqui nessa época, nos sobra bastante tempo para continuar a passear.

Retornamos para Munique e fomos conhecer o Schloss Nymphenburg e seu lindo jardim. Ali pertinho, praticamente em frente onde pegaríamos o tram, ainda pudemos ver a Kath. P. Christkonig Kirche.


Retornamos para perto da estação central e fomos até a Karlsplatz. Depois caminhamos pela Neuhauserstrabe, conhecemos a Burgersaalkirche e chegando até a Neues Rathaus, onde no final de tarde acontece uma apresentação no edifício.


Depois de assistir, já bem cansados e com fome, ... é não tínhamos almoçado, fomos comer macarrão em um restaurante oriental perto da Pension Lugano. Algo mais para fazer? Sim, passar no supermercado e comprar sorvete. Eba!!!!



Sábado – Munique


E aí? Mais lugares para visitar nessa bela manhã fria de sol? Muuuuuitos!


Nem 7h e lá fomos nós: Paulskirchre, Alter Botanischer Garten, Kunstpavillon, Justizpalast, Glyptothek, Konigsplatz, Konigspavillon, Obelisk, Platz der Opfer Des Nationalsozialism, passamos pela Residenz Munchen e seu jardim, Hofgarten, Bayerische Staatskanzlei, National Museum, cruzamos o Isar River, daí o passamos pelo Friedensengel, Maximiliananlagen, Maxmonument, Regierung Von Oberbayern, Museum Fur Volkerkunde, Sankt Lukas Kirche, Isartorplatz e Isartor, Hofbrauhaus, National Teather, Opersaal, Marienhof, Promenadeplatz, mais uma passadinha pela Marienplatz já retornando para o hotel e por fim, Sankt Peter Kirche.


Ufa, 11h. Fizemos o “check out” e às 11h30 estávamos embarcando no trem que nos levaria ao aeroporto.


Pouco depois das 12h, chegamos, comemos uns lanchinhos e fomos fazer o “check in”. Sorte, deu tempo para tudo.


14h05 o avião decolou rumo à Lisboa. Chegamos às 16h15.


PORTUGAL
Saímos do aeroporto e pegamos o metrô. Rapidinho estávamos na Baixa do Chiado.


Daí, foi um pouco difícil para encontrarmos o New Aljubarrota Guesthouse. Uma vez lá, fizemos nosso “check out” e como ainda teríamos um bom tempo de luz do dia, uma vez que ainda não era 18h, saímos caminhando rumo subindo a Avenida da Liberdade rumo ao Parque Eduardo VII. Vista maravilhosa de Lisboa nesse final de tarde.


Bem, agora era retornar ao hostel, pois o cansaço era grande. Mas antes, passamos na Estação do Rossio e compramos a passagem de trem para o dia seguinte, com destino à Sintra.



Domingo – Sintra e Cascais


Acordamos cedo e nosso café da manhã foi o que tínhamos comprado na véspera.


Cedinho ainda, fomos direto para a estação. Embarcamos no trem e uns 30 minutos depois, lá estávamos: Sintra.

Descemos até a Câmara Municipal. Dali da estação tiramos fotos do Castelo dos Mouros ao longe em cima do morro. Também do Palácio da Pena.


Optamos por ir pata Monserrate e depois, a Quinta da Regaleira. Infelizmente já no ponto de ônibus praticamente em frente a estação de trem, nos distraímos e perdemos o primeiro que nos levaria para nosso destino. De raiva, “atacamos” um sorvete, já que o sol e o calor estavam presentes.


Bem, demorou, mas o ônibus linha 435 chegou. Minutos depois, lá estávamos em Monteserrate. Mas sei lá, decidimos não entrar. Pegamos o próximo ônibus. Éramos nós 2 e o motorista, apenas. E o cara se empolgou na conversa. Tanto, que ia passando do ponto e eu tive que alertá-lo. Pois é.



Lá fomos nós passear pela maravilhosa Quinta da Regaleira. Muito, muito legal o lugar. Ao sair, já era hora do almoço. Optamos por um restaurante caseiro e pequeno em uma rua atrás da movimentada “rota dos turistas”. Comida razoável.



Bem, daí fomos caminhando ao Parque da Liberdade. Grande e bonito.


Então embarcamos no ônibus linha 403 que nos deixaria no Cabo das Rocas e depois seguiríamos para Cascais.


Caminho muito bonito. Logo chegamos. Uma visita rápida foi suficiente para ver que o local realmente é muito bonito. Valeu a visita.


Seguimos em outro ônibus da mesma linha para Cascais.


Já passava da metade da tarde. Chegamos e fomos direto para a Praia da Conceição. Bastante gente, até porque estava calor. Daí, seguimos pela movimentada Rua Frederico Arouca até o Passeio D. Luis I. Fomos em direção ao mar novamente: Praia da Ribeira, Cidadela e Farol de Sta. Marta. Bem, final de tarde e era hora de retornar para Lisboa.



Mais uns 30 minutinhos de trem e desembarcamos no Cais do Sodré. Fomos caminhando até a Rua da Conceição e dali, como já estávamos cansados e com fome, encontramos uma bela padaria onde nos deliciamos com vários pastéis de nata. Pastél de nata ou pastel de Belém? Tem diferença?


Acesse http://pt.wikipedia.org/wiki/Pastel_de_nata e você vai entender tudo.





Segunda-feira – Lisboa



Início de passeio pela Praça da Figueira, Depois, de metrô fomos direto à Estação Oriente. Dali, Pavilhão Atlântico, Parque das Nações, Torre Vasco da Gama e pegamos o teleférico. Bacana o rápido percurso, com uma boa vista do Rio Tejo.



Desembarcamos ainda no Parque das Nações e fomos ver, apenas de fora, o Oceanário. Pois é, optamos por não entrar.

Na própria Estação Oriente, antes de embarcar no metrô, compramos e nos deliciamos com um sorvete, já que estava bem calor.



Já próximos ao hostel, fomo ao Elevador de Sta. Justa. Depois de muitas fotos lá de cima, paramos um pouco no Largo do Carmo, para descansar. Vimos o convento e descemos para o Cais do Sodré. Dali mesmo tiramos algumas fotos do Santuário Nac. de Cristo Rei na outra margem do rio.



Caminhamos margeando o rio até a Praça do Comércio. Atravessamos pelo Arco da Rua Augusta e encerramos nosso dia.





Terça-feira – Lisboa



Bem, acordamos cedo e esse seria sem dúvida o dia mais triste de todos. Na parte da tarde partiríamos de volta para o Brasil.



De tram, seguimos para o Mosteiro dos Jerônimos, com direito a fotos do lado externo. Uma visita nos tomaria muito tempo e não dispúnhamos dele.

Atravessamos a Jardim da Praça do Império e chegamos ao Padrão dos Descobrimentos. Dali, a Torre de Belém e o Museu do Combatente.

Hora de retornar. Mas não sem antes finalizar com chave de ouro: fomos até a Antiga Confeitaria de Belém. Compramos os mundialmente famosos pastéis de Belém e ali mesmo, pudemos constatar que além de deliciosos, são realmente únicos. “As imitações” são diferentes.



E lá fomos nós, de ônibus agora, para fazer nosso “check out”. Olha, tudo muito corrido. Nervosismo inclusive, já que os minutos estavam contados e o tempo passava rápido.


Felizmente tudo deu certo. Mochilas às costas, pegamos o metrô e chegamos no aeroporto. “Check in”, embarque e viagem tranquila de retorno.

O desembarque foi em Viracopos, em Campinas!



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