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quarta-feira, 2 de janeiro de 1980

Eurotrip - Itália, Vaticano, Mônaco, França, Escócia, Inglaterra, Bélgica e Holanda







ITÁLIA, VATICANO, MÔNACO, FRANÇA, ESCÓCIA, INGLATERRA, BÉLGICA E HOLANDA


Viagem de férias de 34 dias. Dentre muitos lugares, escolhi países da Europa. Para que tudo desse certo e como eu queria, com muita, mas com muita antecedência comecei a planejar tudo. E claro, assim, consegui bons preços nas passagens aéreas, de trens, hospedagem e também nos ingressos para determinados lugares.

Os relatos diários foram meus roteiros e quase tudo com valores gastos.

Sexta-feira

Como já tinha deixado minha mochila pronta, acordei tranquilamente às 8h, tomei um super café da manhã e às 10h15 lá estava eu, embarcando em ônibus para Guarulhos (US$ 25.00). Viagem tranquila e gostosa. Cheguei ao aeroporto pouco depois das 12h. Logo ao desembarcar, percebi que não estava mais em meu pulso meu relógio novinho, comprado exclusivamente para essa viagem. Pô! O ônibus já tinha partido e corri atrás. Para minha sorte, tinha parado pouco mais a frente. Com licença do motorista entrei e dei uma olhada na poltrona onde eu tinha estado sentado e, nada!  Pena!

Tinha certeza que não estaria com tanta fome e por conta disso, acabei comendo umas coisinhas que tinha levado comigo. Como ainda tinha tempo antes do horário do embarque, caminhei um pouco pelo saguão, planejando e pensando sobre minha viagem que se iniciava.

"Check in", embarque e exatamente às 16h15 aquele imenso avião da Alitália decolou com destino a Roma.


ITALY


Sábado

7h estava desembarcando em Roma, no aeroporto internacional, que não fica exatamente na cidade. Como estava apenas com minha grande mochila e que sempre levo comigo no porta bagagem, tudo foi muito fácil. Bastou eu pegar meu caderno de anotações e seguir o que estava ali. Fui saindo do aeroporto e já procurando por ônibus que me levaria para a Estação de Trem Termini, já que minha hospedagem seria no Hostel Sunshine Roma – Via Buonaroti 39, ali pertinho. Estava bem frio. Algo em torno de 10ºC. Comprei o ticket por € 4. O ônibus partiu lotado e aproximadamente 30 minutos depois, desembarquei. Consegui ali na estação um mapa da cidade e como só poderia entrar no hostel depois das 12h, já montei mentalmente meu roteiro para esse 1º dia e iniciei a caminhada.

Além do frio, estava nublado, facilitando qualquer caminhada. Fui seguindo margeando a antiga muralha em direção a Porta Tiburtina. Segui para a Piazza Galeno e depois a enorme Vila Torlonia, que não é um local muito procurado por turistas, mas vale muito a pena a visita.

Atravessei a Via Nomentana e entrei na Vila Paganini. Essa já não tem nenhum atrativo e, sendo assim, não me demorei.

Caminhando e olhando meu mapa, cheguei novamente à muralha, mais precisamente na Porta Pia e depois a Piazza de Porta Pia.

Meu destino agora era a Vila Borghese, onde cheguei logo após 12h. A fome era grande até porque minha última refeição tinha sido o café da manhã ainda no avião. Assim, logo que cheguei, arranjei um cantinho onde parei e me deliciei com bolo que levava comigo na mochila. Estava com sede e, isso não foi problema, pois esse enorme parque era repleto de fontes de água. Aliás, pelas ruas é possível encontrar fontes de água potável.

Pronto. Bem alimentado, dei início ao passeio pelo parque gigantesco. Tem muita coisa legal no Vila Borghese: jardim zoológico, museus, muita área verde, etc, etc, etc. Claro, lotado de turistas. Lá pelas 15h começou a garoar. Complicou um pouco, mas não impediu que eu continuasse a aproveitar o passeio, agora com guarda chuva aberto. Ehehehe.

Atravessei o Vila Borghese e cheguei, já sem a garoa, à Galleria Nazionale d’Arte Moderna, The British School at Rome, Faculdade de Arquitetura, Accademia di România, Piazza San Jose de San Martin Accademia d’Egitto, Piazzale Ahmed Shawky, Largo Jose Artigas e retornei a Vila Borghese, deonde consegui em um mirante, avistar o Vaticano. Uhhhh! Maravilha!

Final do dia, o frio aumentando e eu conhecendo mais e mais.Piazza Del popolo, Basílica Santa Maria Del Popolo, Libreria Porta del Popolo, Basílica Santa Maria in Montesanto, Museo dell’Ara Pacis, Chiesa San Roco, Mausoleo di Augusto, Basilica dei Santi Ambrógio e Carlo al Corso e, a noite chegou!

Consultei meu mapa para traçar um caminho até o hostel. Percebi que estava bem longe. Mas a decisão, apesar do cansaço, era caminhar pois assim conheceria mais lugares. E foi assim que acabei encontrando uma loja muito bacana da Ferrari. Saí e fui seguindo pela Via Del Corso, lotada de turistas.

Já próximo ao hostel, comprei uma coisinha para mim por € 2 e jantei um belo pedaço de pizza por € 4.50.

20h cheguei ao hostel, onde fui muito bem recebido pela proprietária chinesa, que falava mal o Inglês. Paguei € 102.50, que era o restante que devia. Fui acomodado em um belo quarto.

Domingo – Roma

Depois de uma noite muito bem dormida, logo cedo já fui saindo ancioso. Afinal, o dia nublado e friozinho, prometia ser de passeios maravilhosos. Inicialmente o Parco Del Colle Oppio, ao lado do Coliseu e com muitas ruínas. Muito legal. Depois de uma bela caminhada por ali, segui para o Coliseu. Tinha comprado pela internet o ingresso para as 9h30 (Coliseu + Palatino + Foro Romano por €13,50). Não enfrentei nenhuma fila. Fui chegando, apresentei o ingresso e me conduziram para um acesso exclusivo para tickets adquiridos pela  internet. Zero de fila. Em contrapartida, para os que iriam comprar e entrar naquele momento, eram gigantescas. Portanto, vale muito a pena comprar pela internet. O Coliseu é enorme e adorei o passeio. Quase 11h sai e fui conhecer o Arco di Constantino, logo ali ao lado. Depois, com o ticket comprado pela internet, foi a vez do Palatino e Foro Romano, do outro lado da rua. Simplesmente sensacional. A essa altura, o sol já se fazia presente e a temperatura tinha aumentado. Nem tinha me dado conta que já passava do meio dia. Saí na Via dei Fori Imperiali, bem em frente ao Museo Internazionale dei Presépio. Visitei o Foro di Traiano, vi e tirei fotos da Chiesa Sta. Maria di Loreto e do Banco Nac del Lavoro. E não  é  que  o tempo ficou nublado  novamente!?  Logo ali estava o imponente Monumento Vittorio Emanuele II. Não tive dúvidas, comprei o ticket por € 7 e entrei. Outro local sensacional.  Do alto se tem uma vista maravilhosa em 360º de toda Roma. Saí e fui visitar a Chiesa Santa Maria in Aracoeli, Campidoglio, Musei Capitolini, Comune di Roma e Lupa Capitolina. Tudo pertinho e fácil para visitar.

Segui então para Chiesa di Santa Maria in Campitelli e Teatro di Marcello. Cheguei na Isola Tiberina. Opa, hora de me deliciar com um autêntico gelato, por € 2. Uhhhh, nem preciso comentar.

Bem, metade da tarde e o passeio deveria continuar. Fui caminhando e cheguei ao Templo de Portunus, depois Piazza Della Boca Della Veritá, Templo de Hercules Victor, Santa Maria in Cosmedin e paguei € 1 para entrar na minúscula cripta. Sinceramente, não vale a pena. Basílica Santa Anastasia e o Circo Massimo. É grande, heim!?

Andei, andei, andei e, lá estava a Viale delle Terme di Caracalla. Seguindo por ela cheguei a Terme di Caracalla. Mais um bom lugar para se visitar e onde praticamente encerrei meu dia.

Finalzinho da tarde e ainda dava tempo para mais alguma coisa?  Sim!

Piazza di San Giovanni in Laterano com seu belo obelisco, Libreria Degli Scalzi, Basílica di San Giovanni in Laterano, Centro Internazionale d'Arte Contemporanea e, lá estava a muralha. Porta San Giovanni, na muralha, Piazza di Porta San Giovanni com seu Monumento a San Francesco D'Assisi e por fim, Basílica di Santa Croce in Geruzalemme.

Início de noite. No caminho de volta para o hostel comi um belo pedaço de pizza por € 5. Na sequência, um telefonema para o Brasil. Barato, heim: € 0.60.

Segunda-feira – Roma

Mais um dia começa e eu a caminhar para passeios por locais não tão turísticos: Chiesa dei Santi Marcellino e Pietro al Laterano, Acquedotto di Nerone, Basílica di Santa Maria in Domnica, Chiesa di San Gregorio al Celio, Parco della Resistenza dell'Otto Settembre, Porta San Paolo, Porta San Paolo na muralha, Ponte Sublício, Piazza dell' Emporio, Porta Portese, Trastevere e Villa Sciarra. Já passava das 10h e realmente os locais até então, bonitos, mas pouco visitados. Mas onde estão os turistas?

Basílica di Sta Maria in Trastevere e Piazza di Sta Maria in Trastevere, repleta de turistas. Inclusive com música ao vivo. Tempo para descansar. Foi aí que fui avisado pelo meu estômago que era hora do almoço. Pois é, meio dia. O que poderia fazer, então? Almoçar, claro! Pizza, por € 2. Barato, não!?

O dia até eu estava quente, o que sem dúvida, sugeria um hiper maravilhoso gelato. Mais € 2 e tudo resolvido.

Seguindo caminho: Palazzo Corsini, Accademia dei Lincei, Parrocchia Pellegrini, Galleria Spada, Campo de Fiori com uma feira bem grande, San Carlo ai Catinari, Largo Argentina repleto de gatos. Pois é, gato.

Piazza di San Ignazio, Museo del Palazzo di Venezia e Pantheon, que para minha infelicidade, estava fechado naquele horário.

Mas olha ali a fantástica Piazza Navona. Muito legal. Museo di Roma, Basílica di Santo Agostino, Piazza di Monte Citório, Piazza Colonna, Galleria Colonna e cheguei na Fontana di Trevi. Lotadíssima. Adorei o local!

Mais de 15h e continuava eu a caminhar, agora por locais com menos turistas de novo: Piazza dei Quirinale, Palazzo Quirinale, Palazzo della Consulta, Giardino del Quirinale, Palazzo delle Esposizioni, Piazza del Viminale e Piazza Esquilino. Final do dia: Piazza, Basílica Sta. Maria Maggiore e não deu mais tempo para nenhum outro passeio, pois já estava escuro.

Passei em um supermercado e comprei várias coisas para comer (torta, pão doce, chocolate, etc) e beber (garrafa gigante de suco) por € 6.32. Olha, cheguei de volta ao hostel, tomei banho, comi e “desabei“ na cama.

VATICAN


Terça-feira – Vaticano

Mal clareava o dia e eu acordava. Estava ancioso, pois iria visitar o Vaticano, que é a sede da igreja católica no mundo. Está encravada na cidade de Roma e é delimitada por muros. Ocupa uma área aproximada de 0,5 Km2, tem população inferior a 1.000 habitantes e é o menor país do mundo.

Peguei o metrô por € 1.50 às 7h30 e rapidinho cheguei ao destino. Uma rápida caminhada e lá estava, o Vaticano.

As filas já eram enormes, mas eu não tive problema algum, mais uma vez. Tinha comprado pela internet ingresso para o Museu, com direito a Capela Sistina, por € 20 e entrada às 9h.

E assim foi. Entrando, já me deparei com um pôster enorme do Papa. Muito legal.

Fiquei por ali até hora do almoço e ainda tinha coisa para ver. Mas como já estava cansado, optei por sair e tentar assistir a missa. O tempo estava nublado e ameaçava chuva. A fila para entrar na basílica era algo assustador. De repente, começou a chover forte e a ventar muito. Meu guarda chuva não adiantou muito. E a fila, continuava gigantesca. Fiquei ali muito, mas muito tempo mesmo. Como não tinha nem certeza de que a missa seria rezada pelo Papa e que com certeza aquela multidão toda não caberia na basílica, desisti. Ora, muito cansado de ficar em pé, com muita fome, sede, molhado, com frio e segurando o que restava de meu guarda chuva, o que eu poderia fazer!?

Como a chuva estava forte, fui caminhando muito lentamente e com isso demorei para sair do Vaticano. Impressionante. Foi sair e a chuva parar.

Não almocei e não estava com fome.

Passei pelo Castel Sant'Angelo, Tribunale di Sorveglianza, Corte di Cassazione, Ponte Cavour, Piazza di Spagna lotada de turistas, Trinitá dei Monti, Accademia di Francia, Villa Medici, Chiesa dei Cappuccini, Hard Rock Café, Embaixada dos Estados Unidos, Largo di S. Susanna e fui visitar a Chiesa Sta Maria della Vittoria, que é muito bonita.

Continuei visitando as pequenas Chiesa di Santa Susanna e Chiesa di San Bernardo alle Terme.

Já era final de tarde e eu já estava próximo ao hostel. Visitei uma feirinha muito interessante, com grande variedade de produtos, em frente ao Planetário.

Passei pelo Ministero delle'Economia, Piazza della Repúbblica e me encantei com a Basílica Sta Maria degli Angeli e dei Martiri. Obelisco di Dogali, Palazzo Massimo e Museo Nazionale Romano. Uau, que museu bacana!

Para aproveitar os últimos minutos de claridade do dia, me apressei e fui até a Estação Roma Termini e por ali, comprei um relojinho despertador por € 2.50, pois tinha perdido meu relógio de pulso dentro do ônibus, à caminho do aeroporto de Guarulhos. Lembra? Segui, então, para visitar a Piazza Vittorio.

E o dia acabou. Ahhhhhhh!

No caminho de volta ao hostel, que estava logo ali, fui até uma lan house para ler e enviar emails, onde gastei € 0.50 e na sequência, comprei comida e bebida por € 5.02. Nada mais a fazer, fui para o hostel.


Quarta-feira – Pisa

Acordei por volta de 5h. Hoje era dia de ir para Pisa. Como sempre meu café da manhã foi no quarto, com coisas que tinha comprado na véspera. Bem alimentado, mochila nas costas e lá ia eu pelas ruas ainda escuras de Roma, em direção à estação de trem. Pela internet no Brasil, já tinha comprado todos os tickts de trem dos percursos que faria na Itália.

Cheguei na estação e fui até um dos grandes quadros de informações que tinha por lá. Nisso se aproximou de mim uma mulher oferecendo ajuda. Mais precisamente dizia que me levaria até a plataforma. Não aceitei, mas foi caminhando comigo, como se estivesse me orientando. Chegando à plataforma, claro, me pediu dinheiro. Ahahahaha.

Embarquei no trem de alta velocidade e exatamente às 6h57 lá ia eu para Pisa. Viagem maravilhosa, com parte do trecho sendo feito bem ao lado do Mar Mediterrâneo. Uau. Às 9h29 chegamos à Pisa. Pois é, pontualidade mesmo. Mas durante a viagem, olha só outro fato: estava eu tranquilamente sentado, quando veio um passageiro e disse que eu tinha sentado na poltrona que seria dele. Mais essa agora! Disse que não e que aquela era a minha poltrona. Ele insistiu e eu peguei meu ticket e mostrei para ele. Acho que não gostou, pois olhou, não respondeu nada, se virou e sentou-se em uma poltrona logo ao lado. É mole!?

Bem, logo ao desembarcar, percebi que era uma cidade pequena.  Peguei meu mapa que levava comigo e sai caminhando: Piazza Vittorio Emanuele II, Parrocchia di Santo Antonio Abate e segui ao longo da muralha. Cheguei à Largo Marinai d'Italia, depois Ex Convento, Cappella di Santa. Agata e atravessei o Rio Arno e fui conhecer a Torre Guelfa. Caminhei um pouco, atravessei novamente o Rio Arno e lá estava a Chiesa Santa Maria della Spina. Cheguei ao centro. Corso Itália com suas inúmeras lindas lojas e a Chiesa di Santa Maria del Carmine. Retornei pela mesma rua e atravessei novamente o rio.

Já se aproximava das 11h e estava bem calor. Eu poderia fazer algo a respeito? Sim, claro! Um delicioso gelato cairia muito bem naquele momento e, foi o que fiz. € 1.50 e tudo resolvido.

Segui para a Piazza Martiri del Libertá, Largo Parlascio e lá estava o maior e mais famoso ponto turístico da cidade e, claro, mundialmente conhecido: a Torre de Pisa.

Por ali ainda tem o Museo delle Sinopie, Battistero di San Giovanni e o Duomo.

Comprei pela internet o ingresso por € 18, mas somente para às 14h. Como ainda era meio dia, aproveitei e fui conhecer o Duomo, já que estava incluso no valor do ticket. Muito legal, mas nada que se compare a torre.

E a torre? 13h30 deixei minha mochila no guarda volumes (não se pode subir com mochilas). Vista em 360º maravilhosa. Mas não dá para ficar muito tempo lá em cima. Os vigilantes pedem para todos descerem, pois outros visitantes virão. Adorei o passeio.

15h, sol forte e lá fui eu. Não tinha almoçado e a fome era grande. Parei em uma pequena praça e comi.

Continuei caminhando e cheguei ao Giardino Scotto.

17h e estava de volta à Piazza Vittorio Emanuele II, praticamente em frente à estação de trem.

18h e fui jantar. Pizza, por € 3.

Às 19h11 partia o trem com destino à Florence, onde chegou às 20h. Ticket comprado pela internet, por € 7.80. Desembarquei e fui direto para o Ciao Hostel – Via Guido Monaco 34. Tinha reservado pela internet um quarto coletivo com banheiro compartilhado, por € 18.10. Acomodações muito boas. Dormitório para 6 pessoas, mas na verdade, dormi sozinho.



 Quinta-feira – Florença

Acordei cedo e como sempre, comi o que levava comigo na mochila. Pouco depois das 7h e deixei o quarto. Fui até a recepção e não tinha ninguém. Li uma mensagem orientando sobre como proceder para realizar o “check out” em uma situação daquela.

Saí do hostel e sinceramente  não sabia bem como seria esse meu dia de passeio. Levava comigo um mapa que tinha impresso no Brasil. Dia até que bonito, mas frio. Segui caminhando e conheci Porta al Prato, Forteza da Basso, Piazzale Bambine e Bambini, Piazza dell'Independenza e, nada de turistas. Daí, cheguei à Palazzo Grifoni, Museo Deglli Innocenti , Galleria Dell'Accademia, S.S. Annunziata, tudo ao redor da Piazza Santíssima Annunziata, com seu monumento. Opa, alguns turistas.

Continuando, cheguei ao Duomo. Local lotado de turistas.  € 8 para entrar e subir. Vale muitíssimo a pena. A vista é fantástica. Ali ainda tem o Campanile de Giotto, Catedral Sta Maria del Fiore (entrada franca) e o Battistero (paga-se para entrar e eu achei que não devia, já que não foi atrativo).

Cappelle Medicee, Mercado de Firenze e Biblioteca Riccardiana. Não é cobrada a entrada. Local com muitas coisas expostas (sobre física, equipamentos de medições, etc). Adorei.

Uhhhh! Que fome. Hora do almoço. Gastei € 4.

E a caminhada  seguiu: Giardino dei Semplici, Torre della Zecca, Porta San Niccolô, Piazza Piave logo ao lado do Rio Arno. Atravessando o rio, subi até a Piazzale Michelangelo. E que subida, heim!? Mas tive a sorte de o céu estar nublado e com friozinho, logo cheguei onde queria. Vale muito a pena. Uma vista hiper legal da cidade. Já era 13h. Fiquei por alli um bom tempo.

14h e eu resolvi continuar pois ainda tinha bastante  lugar para visitar e não era  tão perto dali. Descendo a montanha, me deparei com a Muralha em San Miniato. Segui ao lado da mesma, novamente subindo e cheguei ao Forte Belvedere. Logo ali ao lado, tinha o Giardino di Boboli. Paguei € 10. Lugar enorme e lindo. Um parque maravilhoso. Lá dentro, ainda visitei (sem pagar mais nada por isso) o Museo delle Poecellane no Giardino di Boboli e o Palazzo Pitti (não é permitido tirar fotos).

Na saída, lá pelas 15h30, não resisti a mais um gelato. € 1.50

Piazza San Spirito, Basílica Santa Maria del Carmine, Piazza Santa Trinitá e Ponte Vecchio. Ponte muito famosa e repleta de lojas de joias. Aliás, repleta de gentte também.

Galleria degli Uffizi e Museo Galileo, que não entrei. Torre do Palazzo Vecchio, Museo di Palazzo Vecchio, Fontana del Nettuno e Loggia dei Lanzi. Já era quase finalzinho de tarde e começou a chuviscar. Pô, para atrapalhar o passeio fantástico até então. Fui caminhando para tentar e abrigar.  Notei que algumas pessoas limpavam os pingos caídos  nos ombros dos agasalhos. Olhei minha jaqueta e minha mochila. Percebi que os pingos eram da cor marron, tipo terra. Estranho. Limpei tudo. Esperei um pouco e quando parou de chuviscar, continuei. Também, nem poderia ficar por ali muito tempo, já que a noite chegava e eu seguiria para Veneza, ainda.

Museo del Bargello, Piazza della Repúbblica e Basílica Santa Maria Novella. Pronto, estação de trem de Santta Maria Novella. Eu estava com muita fome. Como o trem que eu pegaria só iria partir às 19h25 e passava um pouco das 18h, resolvi jantar. € 4.80 e estava satisfeito.

Como os trens são muito pontuais, exatamente às 19h25 parti, chegando em Veneza às 21h21, em uma viagem que como as outras, paguei o equivalente a € 40, pela internet.

Desembarquei e segui direto para o Hostel Alloggi Gerotto Calderam- Campo S. Geremia 283. Paguei o restante devido no “check in”, de € 49.

Fiquei num quarto com mais 3 pessoas do oriente. Tranquilo.

  

Sexta-feira – Veneza

Piazza San Marco = Basílica de São Marcos, Rialto Bridge, Palácio Doge (Ducal) e a Torre dell’Orologio (Torre do Relógio); Ponte dei Sospiri; Gôndola custa € 80 - 40 minutos.  Vaporetto (ônibus aquático - € 18 por bilhete de 24 horas – tem que validar o bilhete) e o traghetto, espécie de balsa de passageiros. Campanário de São Marcos (Campanile). 

Acordei antes de todos do quarto. Depois de comer, me  agasalhei, peguei minha pequena mochila e meu guarda chuva, já que além de frio o dia estava completamente nublado. Saí para caminhar pela encantadora Veneza. Era o sonho se realizando.

Iniciei meu passeio da Estação Santa Lucia Estação Santa Lucia. Daí, Ponte Scalzi, Ponte Guglie, Campo San Marcuola e começou a chuviscar. Ahhhh! Mas nada que atrapalhasse minha jornada. Passei pelo Museo di Storia Naturale e entrei na Chiesa di Santa Maria Maddalena. Estava tendo missa. Como continuava chuviscando, fiquei por ali um tempinho.

Resolvi continuar caminhando: Chiesa di Santa Fosca, Monumento Paolo Sarpi, Chiesa dei Santi Apostoli, Chiesa di San Salvador e cheguei ao que seria o ponto forte dos passeios nesse dia: Piazza San Marco.

Simplesmente lotada de turistas. Estava alagada, mas existiam caminhos em plataformas elevadas. Diferente.

A fila para entrar na Basílica di San Marco era grande, mas eu não desisti. E valeu a pena. Local muito bonito, grande, entrada grátis e em um dos cantos, um padre rezando missa em Português.

Saí e continuei por ali: Monumento ai Tetrarchi, Palazzo Ducale, Bacino San Marco... Nesse momento o chuvisco parou. Uhhhhh!

Depois de descansar um pouco, continuei minha caminhada: Chiesa San Moisé, Campo Santo Stefano, Chiesa di San Vidal, Gallerie dell'Accademia, Chiesa Santa Maria del Rosário, Fondamenta Salute e a estátua, Santa Maria della Salute e lá estava meu estômago me avisando que era hora do almoço. Claro, então vamos almoçar. € 3.50.

Continuei caminhando e cheguei rapidinho à  Ponte di Rialto. Ô lugar legal. Comprinhas por ali.

Chiesa di San Giácomo di Rialto, Scuola Grande di San Rocco, Chiesa di San Polo, Chiesa Santa Maria Gloriosa dei Frari, Chiesa Scalzi e Giardino Papadopoli.

Final do dia e lá estava eu de volta ao local de onde tinha iniciado minha caminhada na parte da manhã: Estação Santa Lucia.

Ali pertinho do Hostel Alloggi Gerotto Calderam encontrei uma das únicas lans houses da cidade. Alguns minutos de internet por € 2. E por ali também encontrei um supermercado com coisas a preços super bacanas. Antes de ir jantar e encerrar meu dia, comprei comida para o café da manhã do dia seguinte e um pouco a mais. € 4.20. Daí, fui jantar por ali mesmo, no Break Ristorante. Barato, self service e excelente. € 4.50

Veneza é maravilhosa. É tudo de bom. Nem mesmo ter chuviscado em parte do dia, tirou o encanto dessa cidade.

Sábado – Udine e uma vila próxima

Mais uma vez acordei cedo e peguei o trem para Udine. Comprei a passagem na hora mesmo, ida e volta, por € 21.90. Apesar do frio, o dia havia amanhecido ensolarado.

O percurso foi em um trem regional. De pouco em pouco parava e lá estava o sobe e desce de passageiros. Muitos estudantes, inclusive.

Pouco mais de 9h e chegamos à Udine. Saí da estação de trem e fui direto para a rodoviária, que fica bem pertinho, na mesma avenida. Minha intenção era conhecer a vila onde residiram parentes em épocas passadas. O ônibus para a vila sairia às 11h30 e regressaria às 13h45. Comprei as passagens, ida e volta por € 5.30. Como era uma vila pequenininha, com certeza teria tempo de conhecer o principal.

Bem, aproveitei o tempo que tinha até  a partida para conhecer à pé um pouco de Udine: Piazzale della Repubblica, Giardino Giovanni Pascoli, Chiesa di San Francesco, Cattedrale di Sta Maria Annunziata e seu Battistero e fui até a Prefeitura de Udine. Como a fome “apertou”, resolvi comer.

Segui conhecendo logo em frente a Piazza della Libertá e dali já fui subindo um morro bem alto. Lá no topo está o Castello di Udine, com uma bela vista  da cidade.

Opa, melhor ir me encaminhando em direção à rodoviária, pois já passava das 10h30. Passei pela Palazzo D'Aronco onde estava acontecendo uma feirinha. Pouco depois  das 11h cheguei e às 11h30, embarquei para a  vila. Estava ancioso e muito pensativo. Uau, a vila de meus antepassados, inclusive meu sobrenome é o mesmo da vila.

Quando nos aproximávamos, pedi para o motorista me avisar onde deveria descer. Foi quando ele continuou conversando comigo. Cara bem bacana e prestativo. Me disse que  a vila era pequena e que  com certeza  eu a visitaria em 1h.

12h. Chegamos. Que emoção. Realmente  um lugar pequeno, sem nenhum grande atrativo, mas bonita. Vila totalmente plana.

Visitei a Parrocchia San Pietro e Paolo, andei pelas ruas vazias e uma praçinha. E acabou a cidade.13h30 e lá estava eu chegando ao ponto de ônibus que me levaria  de volta a Udine. 

Pouco antes das 14h embarquei, chegando às 14h40 de volta à Udine. 15h15 embarquei no trem de volta à Veneza, onde  cheguei no finalzinho da tarde.

Jantei no Break Ristorante por € 8.10 e fui ao supermercado comprar comida. Gastei mais € 3.15.

Já tinha comprado por € 9, pela internet, a passagem de trem para Milão. Às 17h58 parti. Cheguei em Milão às 20h25 e fui direto para o Hotel Catalani e Madrid – Via Catalani 71. Na chegada paguei o restante que devia € 38.

Estava bem cansado e fui direto dormir.


Domingo – Milão

Acordei já pensando nos passeios que faria no decorrer do dia nessa tão famosa e conhecida cidade. Sim, conhecida mundialmente devido à moda. Minha última cidade a  ser visitada na Itália.

O dia se iniciava nublado e como todos os anteriores, um pouco frio.

Piazza Leonardo Da Vinci, Politécnico de Milano e começou a garoar. Será que se transformaria em chuva? Nada! Felizmente rapidinho parou.

Porta Venezia, o grande e movimentado Giardini Pubblici Indro Montanelli e na saída, o Archi di Porta Nuova. Caminhando percebi que tinha algo de diferente na cidade. Foi quando vi em dos postes da rua um pequeno cartaz mencionando a Maratona Internacional de Milão. Uau. Era nesse dia.

Logo à frente já vi uma avenida interditada para os corredores. Cheguei ali, parei e fiquei aguardando um pouco para ver se via algum. E não é que dei muito sorte. Não mais que 05 minutos e lá vinham os corredores do “pelotão” da frente. Percebi pois tinham motos filmando e devido ao esquema de segurança. Muito legal.

Depois continuei minha caminhada: Piazza e Chiesa San Babila, Boggi Milano, Basílica di San Carlo al Corso, San Fedele, Palazzo Marino, Teatro alla Scala, Piazza Scala e de graça, entrei para visitar a Gallerie D'Italia. Adorei o lugar.

San Giuseppe, Palazzo Cusani e entrei, também de graça, no Palazzo di Brera, que não gostei.

Daí fui para a Galleria Vittorio Emanuele, muito famosa e lotada de turistas. Sensacional. Logo ali, a Piazza Duomo com muitos vendedores e o próprio Duomo, que visitei e gostei. Palazzo Reale, Torre Velasca, Universidade de Milão, San Nasaro Maggiore, Parco Papa Giovanni Paolo II, Palazzo Imperiale, Teatro Dal Verme, Largo Cairoli e cheguei ao gigante Parco Sempione, onde era a chegada da maratona. Bem, claro, lotada de pessoas.

Arco della Pace, Castello Sforzesco e direto para a Estação Central de Milão.

Com passagem já comprada e por não ter almoçado, comprei ali em frente à estação, em uma padaria, 02 croissant por € 2.40.

Opa, 16h30h. Meu trem com destino a Nice sairia logo. Então, direto para a estação.

Com a passagem já comprada e que me custou aproximadamente € 30, embarquei às 17h05 para Nice, na França. Uma viagem muito legal, com o trem percorrendo parte do caminho junto à praia. Um visual e tanto Mas o trem chega somente até a fronteira entre Itália e França. Daí, existe a baldeação. Isso acontece na cidade de Ventimiglia Tudo rápido e nem um pouco complicado. Ciao Itália!



MONACO




Seguindo, às 22h00 desembarquei em Nice, na França. Bonjour França!

Com o mapinha na mão, não foi difícil encontrar ali pertinho o Altair Hostel – 10 Rue de Suisse. Mais uma vez paguei o saldo devedor de € 46. É um hostel bem simples, mas bem localizado. Me colocaram no quarto com um pintor da Romênia. Cara bem legal. Conversamos um pouco e me pediu sal. Sal? Ô loco! Sim, o cara era “vidrado” em tomate e gostava de comer com sal, mas não tinha.

Não consegui prolongar a conversa com ele naquela noite, pois estava cansado.



Segunda-feira – Mônaco

Bus nº 100 por €1 com duração de 50 minutos (sai e chega da praça Garibaldi)  Praça do cassino, jardim em frente, Praça du Palais, Jardim japonês, Jardin Exotique, Museu Oceanógrafo, Estádio Louis II, Fórum Grimaldi, Palácio da Justiça, porto, catedral de Mônaco, estação de trem (informações e mapa de Mônaco).

Peguei umas orientações com o recepcionista do hostel e saí. Fui caminhando até a Praça Garibaldi. Cheguei por ali e já fui procurando onde era a parada do ônibus nº 100 que me levaria a Monte Carlo – Mônaco, por apenas € 1. Mais ou menos 8h30 e embarquei.  O percurso é sensacional. Lindíssimo. A viagem demorou 50 minutos, até porque o ônibus para bastante para embarques e desembarques.

Desci na parte de cima do Jardins du Casino, quase em frente ao centro de informações para  turistas. Entrei, claro, para pegar um mapa turístico grátis, que me ajudaria no decorrer do dia nublado, mas nem um pouco frio.

Iniciei meu passeio: Jardins du Casino, Fairmont Hairpin que é a mais famosa curva do mundo, devido à Fórmula 1, Rond-Port du Portier, Jardin Japonais, Grimaldi Forum e Villa Sauber. Decidi caminhar um pouco mais na avenida beira mar. Percebendo que mais à frente não encontraria muitos locais para serem visitados, resolvi retornar pela mesma avenida e minha intenção era caminhar em sentido oposto.

Parei na Plage du Larvotto e resolvi molhar os pés. A água do mar estava bem gelada. Uhhhh! Frio! Momento para descansar e relaxar um pouco.

Continuei minha caminhada: tirei fotos em frente também famoso Tunel Boulevard Louis II, que faz parte do trajeto do circuito de corrida da Fórmula 1. Daí, Port Hercule, Piscina de Mônaco, Rue Princesse Caroline e cheguei, depois de uma bela subida a pé, ao Palais Princier, Lindo local com uma vista maravilhosa. Muitos turistas. Compras por € 4.

Musee Oceanographique et Aquarium, Jardins Saint Martin, Cathedrale de Mônaco, a estreita Rue de L'Eglise.

13h e decide comer um pedaço de pizza, por € 3.

Place D'Armes, Jardin de L'Unesco,  Centre Commercial de Fontvieille, Collection de SAS Le Prince, Place du Campanile Saint-Nicolas, Igreja na Place du Campanin, Chapiteau Espace Fontvieille e o Stade Louis II.

Passava das 14h e a fome ficou forte. Continuando, passei novamente pelo Centre Commercial de Fontvieille, onde encontrei um supermercado. Comprei comida e suco, para comer depois ou até no dia seguinte. € 3.42

Depois, Theatre Princesse Grace, Hotel de Paris, o Casino, Place du Casino e de volta, já no final da tarde ao maravilhoso Jardins du Casino.

Mônaco, sem dúvida, é um dos lugares mais fantásticos que já estive. Vale muitíssimo a pena visitar.

Mas infelizmente meu passeio estava chegando ao fim. Já se aproximava das 18h e praticamente no mesmo lugar onde havia chegado, mas do outro lado da rua, embarquei com destino a Nice. € 1.

Cheguei e novamente estava com fome. Caminhando em direção ao hostel, não resisti e entrei em um supermercado. Comprei chocolates por € 1.69, Ô coisa boa!

Continuando em direção ao meu abrigo seguro, me lembrei de ter visto um restaurante self service na estação de trem. Flunch! Resolvi ir até lá e jantar. Ahhhh! Não me arrependi nem um pouco. Refrigerante, arroz, feijão, legumes, carne, salada, etc. Tudo custou € 9.10.

Que fazer agora? 20h! Ah, ir tomar banho, descansar, saborear um delicioso chocolate e, dormir!

FRANCE



Terça-feira – Cannes

Mais um dia acordando cedo. Meu destino, Cannes.

Sai do hostel e o dia estava nublado. Caminhei até próximo ao Casino Barriere, de onde parte o ônibus de número 200 com destino a Cannes. Tipo circular, por € 1.

Carregava comigo, como sempre, alguns comes e bebes e, foi ali na praça próximo ao casino e em frente ao ponto de ônibus que fiz meu café da manhã, tranquilamente sentado em um banco. Terminado, às 8h embarquei.

Um caminho não tão bonito quanto o percorrido no dia anterior e muito demorado: 1h45.

Enfim, Cannes. Desembarquei no ponto final, na Avenida de Verdum. Não tem erro.

Logo ali já estava o Palais des FestivalsPalais des Festivals. O movimento estava começando, pois era dia de evento: 50 mipTV.

Depois de um tempinho por ali apreciando a calçada da fama e o movimento, segui caminhando à beira mar. Plages de la Croisette, Port Canto e fui até a La Roseraie, que é uma praça. Decidi retornar, pela mesma avenida. Casino des Princes, Square Merimee, Allées de la Liberté Charles De Gaulle, Hotel de Ville e subi o morro até o Musée de la Castre. Uma vista e tanto da cidade. Notre Dame de L'Esperance, no alto do morro.

Passava do meio dia e depois de um breve descanso, desci para conhecer  o Fort ForVille e caminhei um pouco pela Rue Meynadier. Era quase 14h e não percebi mais nenhum lugar para conhecer de interessante.

Fui até o ponto do ônibus onde tinha desembarcado (ponto final) e por mais € 1.00, retornei à Nice em outra viagem de 1h45.

Esperava tanto de Cannes mas sinceramente, não gostei muito.

Pouquinho antes das 16h, sol forte e já estava de volta em Nice. Mais precisamente, na Florida Plage. E lá ia eu com meu passeio: Le Negresco, Musée Masséna, Eglise St. Pierre D'Arene, Musée des Beaux-Arts e a belíssima Eglise Russe. Depois, um super passeio pelo Jardin Thiole, seguindo para Place du General De Gaulle, Eglise Sainte Jeanne D'Arc e lá ia eu para uma longa caminhada até o Musées Matisse e ArchéologiquesMusées Matisse e Archéologiques e Arenes de Cimiez. Final de tarde e resolvi retornar. Passei ainda em frente ao Musée National Marc Chagall e fui direto ao Restaurante Flunch, na estação de trem. Que delícia. Excelente jantar por € 7.90. Retornando para o hostel, ainda comprei comida e bebida por € 1.75. Cheguei, conversei um pouco com o pintor. Lembra dele? Cara bacana.

Quarta-feira – Nice

É, acordei e sai em busca de uma lan house. Opa, tinha uma na esquina. € 0.50, mensagens enviadas e lá fui eu.

Basilique Notre Dame, Eglise Saint Jean-Baptiste, Theatre National, Musée d'Art Moderne, Acrópolis, Place Garibaldi e cheguei ao Port de Nice. Monument aux Morts e lá ia eu caminhando pela orla da praia. Maravilhoso. Que cor linda da água. Parei um pouco e sentei-me para descansar e aproveitar a vista maravilhosa que tinha.

Resolvi andar mais por ali. Sem querer, encostei em um guarda corpo e a tinta estava fresca. Manchou minha camisa. Putz, que raiva. Rapidinho joguei água e lavei-a no meu próprio corpo. Esfrega, esfrega, esfrega, ... Uau, difícil para tirar essa tinta. Enfim, consegui, mas com 2 dedos totalmente esfolados de tanto esfregar.

Passava das 13h e continuei caminhando. Ópera, Espace Jacques Cotta e Palais de la Mediterranée.

15h e fui me encaminhando para a estação de trem. No caminho entrei em um supermercado para comprinhas básicas. € 5.12 comida + € 1.05 suco.

Já na estação, com a passagem comprada ainda no Brasil por € 50 em mãos, embarquei e o trem, exatamente as 17h27 partiu para Lyon. Viagem longa e até cansativa.

Às 21h58, desembarquei em Lyon. Fui saindo da estação com meu mapa da cidade na mão. Conforme ia caminhando pela noite com um fraco chuvisco, percebi as ruas vazias. Percebi também que teria um longa caminhada até o Hotel de Bretagne – 10 Rue Dubois.

Andei bastante e já perto do hotel, não conseguia localizá-lo. Entrei em um supermercado e pedi ajuda. Me orientaram e depois de andar mais um pouquinho pelas ruas confusas da região, cheguei. Quase 23h.

Paguei o saldo devedor de € 45 e fui direto dormir.

Quinta-feira – Lyon

Acordei cedo. Percebi que estava bem frio e nublado. Ótimo para minhas longas caminhadas. Não consegui um mapa da cidade, porém, levava comigo um impresso ainda no Brasil. Com certeza, me ajudaria e muito.

Iniciei meu dia mais ou menos 8h, passando em frente ao Musée de L'Imprimerie. Depois fui até a L'Eglise Saint-Nizier. Muito bonita. Entrei, tirei fotos e sentei-me em um dos bancos. Logo, chegou até mim um senhor de meia idade. Pediu licença e me perguntou de onde eu era e se era a primeira vez que estava ali. Com minhas respostas (e era minha primeira vez nessa cidade), muito gentil, me deu uma aula sobre Lyon. Inclusive onde eu deveria visitar e onde não seria tão atrativo. Muito simpático realmente. Ao final, se despediu me desejando um excelente passeio e foi embora. Olha aí: no começo fiquei um pouco desconfiado dessa atitude voluntária, mas nem quis dinheiro em troca das informações.

Segui: Place Bellecour, Place Antonin Poncet, uma vista do rio, passei pelo Muséee des Arts Décoratifs, Place Carnot, cheguei e caminhei às margens do Saône River e a famosa Passerelle St. Georges sobre o rio. Já na outra margem, abandonando a parte plana da cidade, continuei: Place St. Georges, Gallo Romain e enfim, bem no alto, uma das atrações principais da cidade: Lyon-Fourviére. Lugar muito bacana com uma vista sensacional de parte da cidade. Por ali fiquei um tempo.

Resolvi continuar. Pertinho, cheguei à Notre-Dame de Fourviére. Linda.

Já na parte de baixo do morro, Gare de Saint Paul, Palais des Arts, Galerie des Terreaux, Fontaine Bartholdi, Opéra de Lyon, Place Louis Pradel, cruzei o Rhône River e cheguei à Place Maréchal Lyautey.

E lá estava meu estômago me avisando que era hora de almoçar. Pô, já passava de meio dia. Encontrei um bom supermercado por ali, comprei comida por € 3.97, retornei à praça e, claro, almocei. Delicioso almoço!

É, sem muito tempo à perder, caminhei até o enorme e belo Parc de la Tête d'Or. Adorei.Não tive como ser breve e fiquei quase a tarde toda passeando pelo local.

17h e fui seguindo em direção à estação de trem. Resolvi passar no mesmo supermercado e comprar mais coisas para comer e beber. € 5.25. Ainda visitei: Place Puvis de Chavannes e um grande mercado chamado Les Halles de Lyon, ao lado do Centre Commercial La Part Dieu. 

Cheguei mais ou menos às 18h na Gare La Part Dieu. Dia nublado, frio e muito bacana. Adorei a cidade.

18h30 com minha passagem tendo custado € 20, parti para Rennes.

Viagem longa. Eu estava muito tenso e preocupado. Isso mesmo. A única cidade que eu não tinha reservado hospedagem era Rennes. Nem sabia o que aconteceria por lá.

O trem atrasou um pouco e passava das 23h quando cheguei. Rapidamente sai da estação e fui procurar hotel. Estava frio e ameaçava chover.

Alguns hotéis ao redor da estação já estavam fechados. Apenas 03 ainda tinham a recepção aberta, mas sem vagas. Não estava acreditando.

Meia noite e eu não tinha onde dormir. Começou a garoar e claro, o frio aumentou. Resolvi retornar para a estação de trem. Sentei em um dos bancos e decidi que ficaria por ali. Além de mim, só mais uma pessoa no local. Para meu espanto, minha tranquilidade acabou quando um segurança chegou até mim e me disse que eu deveria sair pois a estação iria fechar. Era só o que me faltava.

Sai e sem saber o que fazer, caminhei por perto tentando encontrar um local para me abrigar até que amanhecesse. Não encontrei. A garoa se transformou em chuvisco e o frio, ah o frio, ... aumentou ainda mais. O que fazer? Socorro?

Decidi retornar para a frente da estação. Me acomodei como pude, todo encolhido debaixo de uma cobertura e fiquei por ali aguardando amanhecer.

Foi, sem dúvida, uma das piores noites de minha vida.

Sexta-feira – Rennes e Mont St. Michel

Depois da noite catastrófica que tive, merecia um dia maravilhoso.

Mal amanheceu e lá estava eu comprando minhas passagens de ônibus de ida  e volta para Mont St. Michel por € 24.80. O tempo ruim com chuvisco e frio durante toda  a madrugada tinha se transformado em chuva e frio. Isso me impediu de caminhar um pouco pela cidade.

Fiquei na rodoviária até o horário da partida: 9h40. E lá ia eu. Ônibus lotado, de turistas. O percurso é muito bonito e para minha sorte, parou de chover, ficando apenas nublado. Mas e o frio? Ah, permanecia!

Pouco antes de chegar ao destino, já pude observar lá longe o famoso Mont St. Michel. O ônibus parou para 02 turistas descerem. Então, o motorista fechou a porta e saiu bem devagar pelo restante da estradinha de asfalto. De repente colocou para tocar a música “Eye of the Tiger”, colocou 01 óculos escuro, pegou uma blusa, rodou-a no ar, começou a piscar as luzes internas do ônibus, cantar acompanhando a música e a fazer estrepulias. Que loucura!

Ninguém estava entendendo nada. Todos se olhavam. Começaram as risadas e todos foram “entrando” no clima. Hiper legal.

Mas rapidinho chegamos. Depois dessa, desembarquei mais animado ainda.

11h. Frio e muito, mas muito vento mesmo.

Ingresso para a abadia comprado pela internet por € 9, entrei. Na sequência, devido a fome, resolvi comer um lanche: € 2.60. O lugar é sensacional. Vale muito a pena.

Às 14h20 iniciei meu retorno à Rennes. Cheguei às 15h40. Para minha sorte, sol e temperatura agradável.

Como meu trem para Paris só sairia às 18h06, resolvi caminhar e conhecer um pouco da cidade.

Do ônibus tinha visto um supermercado e resolvi ir até lá comprar comida e bebida: € 6.08. Saindo e seguindo pela rua, vi uma lan house. Resolvi usar a internet: € 1. Bem, agora era caminhar e conhecer um pouco da cidade: Théatre National Bretagne, Jardin Saint-Georges, Musée des Beaux Arts, Eglise Saint-Germain, Palais du Commerce, Place de la Republique, Le Liberté, Espace des Sciences, Les Champs Libres, Musée de Bretagne e de volta a Gare de Rennes, pois já estava próximo a hora da partida do trem.

Passagem em mãos, claro comprada pela internet por € 30, embarquei.

20h11, cheguei à cidade luz, ainda com a claridade do dia. Fui até uma central de informações da estação e um atendente me deu um mapa e muitas dicas.

Logo ali fora, peguei um ônibus que me levaria até próximo ao Luna Park Hotel – 1 Rue Jacquard. Paguei. Paguei € 2 pela passagem.

Desembarquei e mesmo com o mapa em mãos, demorei um pouco para encontrar o hotel. Ufa, encontrei. Deixei minha mochila e sai para comprar comida e água. Gastei € 2.32.

Já anoitecia. Retornei ao hotel. Estava muito cansado e não tinha dormido na noite anterior, lembram disso?

Sábado – Paris

Acordei super disposto. Paris, aqui estou eu.

Cedinho, dia lindo, mas frio. Mapa na mão e início da caminhada, rumo à Torre Eifel, que seria um dos locais visitados e com hora marcada. Isso mesmo. Adquiri o ingresso pela internet, por €14.50, para às 10h.

Place de la Republique, Place Theodor Herzl, passei em frente ao Musée des Arts, Porte Saint-Martin e Place des Victoires. Quase 10h e eu estava próximo ao Jardin des Tuileries. Olha, para que está a pé e já um pouco cansado, ainda tinha uma grande distância a percorrer até a torre. Bem, vamos lá, afinal, o passeio estava sendo muito gostoso. Já conseguia ver a torre. Caminha, caminha, caminha, ... E lá estava a torre ao longe. Caminha, caminha, ... E nada de chegar à torre.

10h25 e não teve jeito. Resolvi correr, já que meu ingresso tinha sido comprado para às 10h30. Mesmo correndo, a torre ainda estava distante. Pô! E continuava eu a correr pelas ruas de Paris. Loucura!

10h33, cheguei. Uhhhh!

A fila para compra de ingresso era gigante. Como já tinha o meu, me dirigi para uma fila pequena e logo consegui entrar.

Elevadores (são 2) até o ponto mais alto: 280 metros. Vista sensacional! Adorei!

Meio dia, desci e continuei minha caminhada, cruzando o Rio Siena: Jardins du Trocadero, Palais de Chaillot, Place du Trocadero com várias Ferraris estacionadas para “test drive”. E logo ali, o Monument aus Morts.

Segui direto para o Arc de Triomphe. Ingresso comprado na hora por € 9.50. E lá fui eu subir as escadarias. Ufa! Cansa, heim!

Mas compensa muito. Hiper vista da cidade.

Desci e fui conhecer o Palais des Congres, Place de la Porte Maillot e Square Alexandre et Rene Parodi. Não achei muita graça em nenhum desses 03 lugares. Então, decidi retornar passando pelo Arc de Triomphe e segui lentamente caminhando pela super famosa e lotada Avenue des Champs Elysées. Cada loja, ...

Passava das 15h e cheguei à Flamme de la Liberté. O tempo ficou nublado.

Daí, Parc du Champ de Mars, atrás da torre. Então, Mur de la Paix, École Militaire, prédio da UNESCO, a Place de Fontenoy atrás da École Militaire, a catedral Les Invalides, Musée de L'Armée, e começou a chuviscar.

Pont Alexandre II, Statue de Winston Churchill e Grand Palais. Tentei comprar ingresso, mas o horário de venda já tinha se encerrado.

O chuvisco parou. Segui então para a Place de la Concorde. Logo ali, fui conhecer o Jardin des Tuileries. Muito grande, lindo e lotado de turistas.

L'Arc de Triomphe du Carrousel e o conhecido mundialmente, Musée du Louvre. Mas minha visita ao museu não aconteceria hoje. Aproveitei e tirei umas fotos externas do local.

O dia já se despedia e a noite chegava. Só consegui conhecer a Paroisse Saint-Germain. Daí, muito, mas muito cansado mesmo, fui caminhando lentamente em direção ao hotel, que estava bem longe dali.

No caminho, comprei comida e bebida em um supermercado, por € 8.16.

De noite, cheguei ao hotel. Comi, tomei banho e dormi.

Domingo – Versailles

Noite muito bem dormida, acordei cedinho.

7h. Comi e fui direto para a estação de metrô mais próxima. Entrei na estação e nada de encontrar onde comprar o bilhete. Nem guichês, nem maquininhas de venda. Estranho. Não vi ninguém por ali. Resolvi sair e perguntei para uma pessoa que passava. Gentilmente me explicou que eu deveria acessar outra estação, pois ali realmente não vendia. Vixe!

E lá fui eu para a estação mais próxima. Entrei e lá estavam guichês ainda fechados e as maquininhas de venda. Fácil!? Nada! E quem disse que essas maquininhas aceitavam moedas ou notas? Pô, mas que dificuldade, heim. Novamente pedi ajuda. Me orientaram a aguardar os guichês abrirem.

7h30 e um dos guichês abriu. Enfim, consegui. € 1.70 para ir até a Estação de Montparnasse, de onde sairia o trem RER para Versailles.E lá fui eu para embarcar, rumo ao meu tão esperado destino.

Acha que acabou? Ahahahaha! Nada! Era um emaranhado de túneis e com sinalização bem confusa. Mais uma vez tive que pedir ajuda. Para minha sorte, até que encontrei pessoas bem solícitas e prestativas.

8h, na Estação de Montparnasse, comprei facilmente bilhetes de ida e volta por € 6.70. 8h10, parti.

Pouco antes das 9h, cheguei. Desembarquei, sai da estação e segui para a direita. Dia de sol e um certo calor. Caminhei um pouco e virando para a esquerda, já vi ao longe o tão belo e famoso palácio.

Como tinha comprado por € 25.00 meu passaporte para visitar os jardins e o palácio, fui direto para a entrada A, exclusivo para aquisições através de internet. Meu passaporte era para o primeiro horário, ou seja, 9h30.

Os turistas começavam a chegar e sem qualquer problema, entrei. Logo na entrada peguei meu fone de ouvido e um mapa guia. Lá fui eu.

Tanto palácio quanto jardins são enormes. Adorei o lugar. Vale muito a pena.

Visitei tudo tranquilamente e pouco antes do meio dia, sai. Sem perder tempo, fui para a estação para pegar o próximo RER de volta à Paris. 13h15, embarquei.

14h já estava de volta à Estação de Montparnasse. Mais € 1.70 e lá estava eu de volta ao ponto de partida.

Passei pelo Musée D'Orsay e como praticamente tinha a tarde toda para passeios, resolvi ir ao Musée du Louvre.

Entrei e fui até a recepção. Tinha comprado meu ticket pela internet por € 12.10. Quando se procede dessa maneira, é emitido um comprovante que deve ser trocado em algum ponto específico, que realmente não é na recepção.

Pois bem, me orientaram que o local para troca mais  perto dali era a loja da Virgin, na Avenue des Champs Elysées. Olhei no mapa e percebi que estava longe, mas bem longe dali mesmo.

É, minhas opções seriam caminhar ou metrô. Optei por caminhar pois  iria passando e passeando por lugares bacanas. E lá fui eu: L'Arc de Triomphe du Carrousel, Jardin des Tuileries, Place de la Concorde, Grand Palais, Petit Palais, ...

Ufa, que caminhada!

Ô loja grande essa da Virgin, heim. Pronto, ingresso na mão, era só retornar. Retornar a pé? Pois é, confesso que pensei muito a respeito, pois é longe demais. E o sol castigava Paris a essa hora da tarde.

Bem, lá fui eu lentamente.

15h30, Musée du Louvre. O acesso se dá pela pirâmide, para um nível inferior do piso. Dali existe os acessos para as alas do museu, que são os prédios que circundam a praça da pirâmide. Gigantesco.

Sinceramente não o visitei totalmente. Primeiro porque não sou tão fã assim de museu e segundo, porque não daria tempo em apenas uma tarde. Ah, e estava muito cansado também. Meus pés latejavam.

Sai já no finalzinho da tarde. Passei pelo Palais Royal. Em frente tinha um artista de rua chamado Helmut, “construindo” uma obra de arte no chão areia colorida. Fiquei um tempinho ali observando o belo trabalho.

Uau, e a noite chegou. Rumo ao hotel. Gastei € 3.02 em comida e bebida em um supermercado e na sequência, mais € 2.10 com um telefonema para o Brasil.

 Segunda-feira – Paris

Como teria mais um dia de grandes caminhadas e para ganhar tempo, segui de metrô (€ 1.70) até a Gare Montparnasse. Ali se iniciou minha caminhada: Galleries Lafayette, igreja Saint Sulpice, a também igreja Saint-Germain-des-Prés, Bibliotheque Mazarine, Pont des Arts com os incontáveis cadeados presos na tela do guarda corpo, Statue Equestre D'Henri, Place Notre-Dame e a Cathedrale Notre-Dame. Turistas a perder de vista.

Comprei o ticket na hora por € 4, peguei a fila e rapidinho estava no interior da igreja. Muito linda, por sinal. Gastei mais € 15 por ali.

10h. Sai da igreja e logo ali ao lado, visitei o Square Jean XXIII. Segui então visitando Place de la Sorbonne e fui para o Jardin du Luxembourg.  Enorme e bacana de se visitar. Ali está também o Musée du Luxembourg.

Meio dia. Como não estava com muita fome, comprei bolachas por € 0.82 e, comi.

Caminhei mais um pouco e cheguei ao Pantheon. Um prédio muito grande. Fiquei na dúvida se deveria entrar. Sei lá, não estava seguro que seria um passeio legal. Decidi comprar o ticket por € 7.50 e entrei. Conforme fui caminhando no interior, fui me interessando e, realmente percebi que era um passeio legal sim.

Quando sai, observei que já era quase 14h. Uau, como o tempo passa rápido.

Logo do lado de fora está a Université Sorbonne e o Tribunal D'Instance.

Continuei: Eglise Saint-Etienne du Mont, Museum National D'Histoire Naturelle, Jardin des Plantes, segue pela encantadora Boulevard Bourdon, chegando à Place de la Bastille.

Opera Bastille, Eglise Reformée du Marais, Hotel de Sully e Place des Vosges. Tinha muita gente. Como estava bem cansado, decidi sentar-me e observar um pouco as pessoas.

Nossa, quase noite. Hora de ir para o hotel. Segui pela Boulelevard Richard Lenoir. Comprei comida e bebida para “meu jantar” no hotel, por € 4.77.



Terça-feira – Paris

Partida de bus de Londres às 23h e por £17.50

Fiz “check out” e iniciei minha caminhada nesse meu último dia em Paris: Eglise Saint-Eustache, Bource de Commerce, Notre-Dame-des-Victoires, Place Vendôme, Eglise de la Madeleine, Academie Nationale de Musique e mais um passeio pela diferente e magnífica Galleries Lafayette.

Precisava verificar emails e estava difícil de encontrar uma “lan house”. Opa, encontrei. Mas com preços elevados. Fazer o que!? € 3 por alguns míseros minutos. Aproveitei essa parada, digamos técnica, e compre comida e bebida por € 7.65.

De volta à minha caminhada, enfrentei uma subida e tanta até a Sacre Coeur. Local lotado de turistas. Uma igreja muito bonita e dali, se tem uma vista maravilhosa da cidade.

Fica no diferente e interessante bairro de Montmartre Alto. Vale a pena uma caminhada pelas ruas ao redor da igreja.

Segui então, já na parte da tarde, descendo para Montmartre Baixo, Bassin de la Vilette, Rotonde de la Vilette e às 16h30 cheguei à Gare du Nord.

Sentei-me e como não tinha almoçado, a fome era grande. Aproveitei o tempo disponível para comer o que tinha comprado pouco antes. Depois fiquei observando o movimento.

Assim que liberaram o “check in”, peguei minha passagem do Eurostar comprada pela internet por € 50 e dei início ao processo.

Demorei um pouco para passar pela alfândega. Depois de muitas perguntas, fui liberado.

Às 19h13 embarquei. Ainda não tinha anoitecido e pude apreciar o caminho.

O tempo do percurso se divide em: 40 minutos na França + 20 minutos no Eurotúnel + 30 minutos na Inglaterra.


O trem fez uma parada em uma cidade já na Inglaterra e às 20h41 cheguei em St Pancras International Railway Station - Pancras Road - London NW1, United Kingdom.

No balcão de informações, não consegui mapa da cidade na estação e para minha sorte, tinha um comigo que levava do Brasil. E ali também, pedi informações sobre como chegar à rodoviária. Não foi difícil entender o Inglês, já que o “familiar” para mim era o Inglês Americano.

O atendente me disse que não era longe dali e com no máximo 40 minutos de caminhada eu chegaria lá.

Já era noite. Saí da estação e a sensação foi estranha. Ahahahah. Veículos transitando na mão contrária da que estava acostumado a ver no Brasil e em outros paises que já havia estado.

E lá fui eu caminhando, com meu mochilão às costas. A temperatura estava bem agradável.

40 minutos caminhando? Ok! E eu acreditei. Caminhei sem parar por mais de 2 horas.

22h40 cheguei na rodoviária. Como já tinha comprado meu ticket pela internet por £17.50, foi só embarcar e, pontualmente às 23h, lá ia eu para Edinburgh, na Escócia.

SCOTLAND


Quarta-feira – Edinburgh

Não foi muito confortável, mas consegui dormir quase a madrugada toda. Na verdade o famoso dorme, acorda, dorme, acorda, ...

Pouco antes de amanhecer, por volta das 6h, acordei de vez. Fui apreciando a  bela paisagem das fazendas e as vezes pequenas cidades.

A previsão de chegada era 07h55, mas passava um pouco das 8h quando finalmente chegamos à Edinburgh.

Tempo nublado, frio e as vezes, chuviscos.

Ainda na rodoviária, procurei por um mapa turístico. Nada. O que tinha comigo era muito ruim. Impresso ainda no Brasil, de pequena parte da cidade e difícil de se localizar. Mas fazer o que!? Era o que tinha.

Lá fui eu. Saí da rodoviária e iniciei minha caminhada. Meu destino era o Edinburgh Castle. Estava realmente difícil de entender o mapa.  E olha que sou bom com essas coisas de mapas e direções, heim!

Caminhando cheguei a Place e a St. Mary's Metropolitan Cathedral. Percebi que estava na direção errada. Fui em sentido oposto, então.

Cheguei ao Scott Monument. Muito frio e chuvisco. Sem falar no vento. E que vento.

Dali já avistei o Edinburgh Castle, lá  no alto da montanha. Lentamente  fui subindo.

9h. Comprei meu ticket por £12.00. O atendente, muito simpático, me fez algumas perguntas, e entre elas, claro, de qual país eu era?

Mal entrei e já fui me encantando com o castelo. Grande e com muita coisa legal para se ver. Sem falar na vista maravilhosa de boa parte da cidade. Pois é, para minha sorte, o tempo melhorou nesse momento.

11h30 saí. Logo ali do lado de fora, visitei Tartan Weaving Mill & Exhibition. Uma fábrica e loja de roupas típicas da Escócia. Não é cobrado ingresso.

Comprei uma lembrancinha para mim por € 3. Fui conhecer o The Hub Cafe and Restaurant, que fica em uma antiga igreja. Depois, Saint Giles' Cathedral, National Museum of Scotland e Greyfriars. O chuvisco recomeçou, mas não impediu minha caminhada. Contornei o Edinburgh Castle, passei pela The Parish Church of St Cuthberts, St. John's Church, Albert Memorial e de volta para a rua lateral do Edinburgh Castle, que é sem dúvida a atração principal da cidade. West Princes Street Gardens, Melville Monument

Daí o tempo “endoidou” de vez. O vento foi aumentando, aumentando, ...

E ainda, lá estava meu estômago me lembrando que tinha que comer algo.

Bem, encontrei uma padaria e ali me fartei. £ 0.55 por um refrigerante + £ 4 de comida e água + £ 1.92 comida por coisas para comer mais tarde.

16h. Daí, bravamente, lá fui eu e meu guarda chuva, enfrentar o chuvisco e a ventania, que rapidinho, destruiu o pobrezinho.

Sinceramente, não aguentava mais: muito frio, chuva e uma ventania que nunca tinha visto igual. Chega!!!! Mereço descansar num lugar quentinho, seco e sem vento.

Onde? O hotel. E é para lá que fui.

Cairn Hotel: 10/18 Windsor Street, reservado pela internet. Paguei £ 35 pela estada. O hotel é muito bem localizado e excelente. Recomendo!

ENGLAND

 
Quinta-feira - York
Exatamente conforme solicitado por mim, a recepção me acordou às 5h. Comi e não mais que 5h30, ainda escuro, sai caminhando em direção à estação de trem.
Começou a amanhecer. Não visitei, mas pude ver lá no alto de uma montanha o City Observatory.
Cheguei na estação. Meu destino: York.
Assisti vídeos sobre essa cidade e me parecia muito interessante. Então, decidi que iria visitá-la. A passagem de trem entre Edinburgh e York tinha me custado £ 10.50.
O trem partiu às 6h25. Viagem muito legal. Pouco antes das 9h, chegamos à York Railway Station.
Saindo da estação, já me encantei com a fachada da mesma. Frio e tempo nublado. Lá fui eu: The Wheel of York logo ao lado da estação, Memorial Gardens, Lendal Bridge and Lendal Tower e o enorme parque: Museum Gardens, Yorkshire Museum, St. Mary's Abbey, St. Mary's Lodge, The Church of St. Olave, The Hospitium, York Observatory e por fim, Multangular Tower. Sensacional.
St. Wilfrid's Catholic Church, Roman Fortress - Bootham Bar, City Art Gallery, Duncombe Place e a famosa e gigantesca York Minster. É muito legal.
Fui saindo e, nesse momento, quem chega? A ventania! Sim, a ventania lá de Edinburgh. Olha, sem exagero, ventania que dificultava até para caminhar. Como já a conhecia da cidade anteriormente visitada, esperei um pouco ali na entrada, pois já sabia que em alguns minutos iria diminuir, possibilitando meu caminhar.
Minutos depois, pronto.
Logo em frente está a pequena igreja St. Michael Le Belfrey. Sim, pequena perto da York Minster.
11h e a fome não me deixou prosseguir. £ 2 de gastos com comida e bebida, sentei-me em uma praça e, ali, vendo o movimento de escolares uniformizados orientados por professores, me fartei de comer e beber.
Segui: Treasurer's House, Goodram Gate and Monk Bar e uma super caminhada  sobre o York Wall. Quilt Museum and Gallery, Jorvik Dig, The Parish Church of St. Denys, York Barbican, York Castle Museum e no topo de um morro, a Clifford's Tower. Como o local é pequeno, resolve não entrar. Me contentei com as fotos externas, inclusive do Eye of York, ao lado.
Caminhei para as margens do River Ouse e decidi seguir um pouco por ali. Grand Opera House York, The York Dungeon, York Court, City Screen York, …
14h50 e cheguei à St. Martin's Church. Fiz questão de tirar uma foto do magnífico relógio que fica do lado externo.
E meu último passeio na cidade: National Railway Museum, com ticket comprado na hora por £ 3. Museu do trem, com tudo relacionado ao tema. E tem muito trem exposto. Adorei. Valeu muito a pena a visita.
Finalzinho do dia lá estava eu de volta à York Railway Station. York é uma cidade muito legal. Adorei tudo e indico para ser visitada.
Às 19h11, com minha passagem de ida comprada na internet por £ 10.50, parti para Londres. Cheguei às 21h05, na St Pancras International Railway Station.
Caminhei até o Smart Russell Square Hostel – 70-72 Guilford Street, London, WC 1N 1DF. Paguei £ 55.77, que era o saldo devedor.
Tomei banho, comi e “me ajeitei” na cama do alojamento, para dormir.
Sexta-feira - Londres
Quando sai na rua, por volta das 8h, percebi que estava bem frio. Céu nublado.
Iniciei minha caminhada passeando pela Russell Square, logo ao lado do hostel. Segui passando em frente ao The British Museum, One Marylebone e fui direto caminhando para o hiper famoso museu de cera, Madame Tussaud. Já tinha comprado meu ticket pela internet.  Como não tinha tomado café, no caminho, comprei comida e água, por £ 2.28.
Cheguei e a fila para compra dos ingressos já era grande. Como já tinha o meu em mãos, peguei uma fila de tamanho razoável para entrar, mas foi rápido.
Lá dentro, o primeiro ambiente visitado era tipo um grande salão de festas, com inúmeros personagens de cera. E assim fui, caminhando por ambientes e seus personagens. E tem muitos, viu! Adorei o lugar.
Passava um pouco das 11h. Então, fui para o The Sherlock Holmes Museum.
Depois, The Regent's Park, The Landmark London, The Kensington Gardens, Royal Albert Hall, …
Passava das 14h. Pausa para um lanchinho de £ 1.70 e mais um pouco de caminhada. Cheguei ao Natural History Museum. Depois, logo atrás, o Science Museum. Ambos magníficos e entrada grátis.
Victoria and Albert Museum, Hyde Park, Royal Artillery Memorial, Wellington Memorial, Wellington Arch, New Zealand War Memorial, Green Park e cheguei ao Buckingham Palace. Uau, lindíssimo. Lotado de turistas.
Bem, antes de chegar próximo, fotos do que tinha ali: Canada Gate, The Mall e Victoria Memorial.
16h e, Buckingham Palace.  
Depois de muitas fotos e apreciar o local por um bom tempo, cruzei o Australia Gate e segui para o Palace of Westminster, com o Big Bem.  Sim, o Big Bem.
Logo ali, cruzei o Siene River, passei pelo The London Dungeon e fui direto para a London Eye. Já tinha a reserva do ticket comprado pela internet em mãos. Foi necessário apenas trocá-lo pelo ticket.
A roda gigante é enorme de altura e as cabines também. Temos direito a uma volta completa e essa volta é bem lenta. Dá para se aproveitar bastante.
A tarde chegava ao fim. Hungerford Bridge e Wahaca Restaurant, logo ao lado da London Eye.
No caminho até o hostel, que não estava perto, encontrei um restaurante legal. Minha janta foi um grande prato de macarronada por £ 5.90. Delícia.
Ali pertinho do hostel encontrei uma lan house e por £ 1.00, dei uma geral na internet.
Sábado – Londres
Aí estava mais um dia de frio. Iniciei minha caminhada. Rápido encontrei uma vendinha e comprei meu café da manhã: um saboroso rocambole por £ 1.39.
Segui caminhando: The Loyal Court of Justice, Victoria Embankment Gardens, St. Paul's Cathedral e The Monument.
Avistei um supermercado e resolvi comprar comida: £ 2.73.
Leadenhall Market, The Gherkin, London Bridge e avistei lá, ancorado na outra margem do rio, o navio de guerra HMS Belfast, aberto para visitação.
Mas nesse momento, comprei por £ 21.45 o ticket para o Tower of London. Passeio magnífico, com direito a troca  da guarda em um dos palácios em seu interior.
Era mais ou menos meio dia. Saí, e fui direto para a famosa Tower Bridge. Depois de várias fotos, cruzei o rio por ela.
Comecei o caminho de volta passando pela Hay's Galleria. Cheguei ao Borough Market. Grande e movimentado. Muitos comerciantes distribuindo petiscos para saborear. Aproveitei. Ehehehe!
Southwark Cathedral, o velho navio Queen Elizabeth, Winchester Palace, Shakespeare's Globe e uns momentos para apreciar o River Thames e a bela Millennium Bridge logo ali.
Fiz uma comprinha básica gastando £ 1.20.
Então, entrei, de graça, no Tate Modern, que é um grande local de exposição.
Passava das 16h e segui meu caminho margeando o rio: National Theatre, Aquarium, Lambeth Palace, ...
Final de tarde e meu cansaço era gigante.
Decidi então, cruzar o rio e seguir em direção ao hostel. Passei pelo Palace of Westminster e Big Ben. Fui direto para o restaurante onde tinha jantado na noite anterior, mas estava fechado. Lembrei de outro que tinha passado em frente um pouco antes. Voltei e, por £ 5.00, jantei arroz, feijão, carne, salada, ...
Como já anoitecia, fui direto para o hostel.
Domingo - Londres
Belo dia de sol. Meu último dia em Londres. Fiz meu “check out” pagando o saldo devedor de £ 54.00.
Caminhei um pouco e já comprei o que comer e beber: £ 1.50.
Royal Opera House, Theatre Royal, Convent Garden Market e tirei fotos do London Transport Museum, mas não visitei-o.
St. Paul's Church, National Portrait Gallery, St. Martin-in-the-Fields Church, The National Gallery, a lotada Trafalgar Square, Admiralty Arch e às 10h50 cheguei ao Buckingham Palace, pois Segundo tinha pesquisado, hoje às 11h30 aconteceria a troca da guarda.
Por ali fiquei até às 11h45 e nada de troca de guarda. Como tudo é muito pontual no país, claro que não haveria naquele horário. Tinha muita gente por ali aguardando pelo momento e a decepção foi grande.
Estava acontecendo a London Marathon e aproveitei para assistir um pouco, o pessoal que passava por ali correndo.
Atravessei por uma passarela metálica e sentei-me no St. Jame's Park. Aproveitei para “”almoçar” o que levava comigo na mochila.
Início da tarde e eu caminhando:  Guards Division MemorialGuards Division Memorial, The Household Cavalry, Palace of Whitehall Avenue, passei novamennte pela Trafalgar Square,  English National Opera e fui visitar o The British Museum, com entrada grátis. Adorei.
Passava das 16h. Saí e fui direto caminhando para a King's Cross St. Pancras. No caminho gastei £1.49 com uma coisa para mim e também £ 1.00 para usar a internet por alguns minutos em uma “lan house” .
Estava quase chegando na estação e decidi comprar comida: £ 1.09.
Cheguei à estação, fiz meu “check in” e exatamente às 17h55 partia o Eurostar (passagem comprada pela internet por £ 48.00) para Bruxelas, na Bélgica.
BELGIUM

Às 21h05 desembarquei na Gare du Midi. Peguei meu mapa e fui em direção ao Sleephere Hostel – 82 Rue de La Source (Saint-Gilles). Na chegada ao local, que é uma casa bem grande, fui muito bem recepcionado pelo filho do proprietário.
Após estar acomodado no quarto, retornei para a recepção e fiz o pagamento do meu saldo devedor de € 54.00.
Lá estava o proprietário que, também foi hiper legal comigo.
Segunda-feira - Bruxelas
Estação principal de trem: Gare du Midi
Foi uma noite muito bem dormida. Apesar do café da manhã estar incluso no valor da diária, saí mais ou menos 8h sem tomar.
Dia nublado e como a maioria dos anteriores, frio.
Mapa na mão, saí caminhando Porte de Hal Hallepoort, Palais de Justice, Monument de la Reconnaissance Britanique, Monumemnt a la Gloire de L'Infanterie Belge, Square du Petit Sablon, Eglise Notre-Dame du Sablon e a fome não me deixou prosseguir.
Logo ali em frente à Eglise Notre-Dame du Sablon vi um pequeno supermercado. Entrei e gastei € 1.75 com meu café da manhã.
Saí do supermercado e sentei-me em um banco ali ao lado da igreja para meu “breakfast”. Tudo resolvido, lá fui eu: Musées des Beaux-Arts, Place Royale Koningsplein, Espace Culturel Ing, passei pelo Musée Magritte, Palais Royal e fui descendo em direção a região central.
Musée des Instruments de Musique, The Whirling Ear, Musée Korte, Square Brussels e o sol “deu as caras”.
Saindo da praça e antes de atravessar a rua, lá estava a Sa Majesté le Roi Albert I. Do outro lado, a estátua Sa Majesté la Reine Elisabeth I.
Seguindo, Bibliotheque Royale, Mont des Arts, La Chapelle de la Madeleine, Galeries Royales St. Hubert e uma pausa para comprar algumas coisas para mim. Mais € 3.00 de gasto.
Então, cheguei à lotada e magnífica Grand Place, com seus antigos edifícios ao redor.
Église Saint-Nicolas, La Bourse e Theatre Royal de la Monnaie. O sol estava forte e a temperatura, tinha subido.
12h. Entrei em outro supermercado. Esse era bem grande. Comprei dois grandes lanches e bebida por € 4.63. Mais uma vez, encontrei uma praça e um super banco vazio, para meu almoço.
Place e Église Sainte-Catherine. Decidi caminhar até o Atomium. Fui seguindo, me orientando pelo mapa.
Passei pela Boulevard Baudouin, Port de Bruxelles e quando cheguei à Église Notre-Dame de Laeken, percebi que ainda faltava muito. O calor era forte e eu já estava muito cansado. Não aguentei mais e pedi informações para pegar um tram até o local. Um cara me ajudou.
 € 2.50 pela passagem e, valeu muito a pena, pois realmente eu estava longe.
Descendo do tram já avistei a enorme estrutura ao longe. Pois é, ainda tive que caminhar um pouco. Passei pelo Planetarium e cheguei.
14h30, comprei meu ticket por € 11 e lá fui eu de elevador até o ponto mais alto do Atomium. Sensacional. Que vista maravilhosa.
A descida é feita por etapas, na maioria por escadas rolantes. Vai-se descendo e visitando as esferas, com exposições.
Pouco antes das 16h e eu estava na rua. Novamente por € 2.50, tram até a Square Brussels. Daí fui visitar o Park Van Brussel – Warande, Palais de la Nation, Colonne du Congrés Congreszuil. A tarde chegava ao fim e decidi, ainda com a claridade do dia, retornar ao hostel. Na minha caminhada de volta passei pelo Palais D'Egmont e o Parc D'Egmont.
Comprei comida por € 2.44 e anoitecendo, cheguei ao hostel.
Terça-feira - Bruxelas
Dormi muitíssimo bem. Acordei antes das 8h e fui direto para café da manhã. Eu estava sozinho na cozinho e pude me deliciar com tanta coisa gostosa para comer e beber.
Meu último dia em Bruxelas. Fiz meu ”check out” e conversei com o proprietário do hostel para poder deixar ali minha mochila. Assim, poderia andar tranquilamente pela cidade. E lá fui eu, para meu passeio: Boulevard de Waterloo, Square Marie-Louise e Parc du Cinquantenaire – Jubelpark. Praticamente nenhum turista nesses lugares. Les Arcades de Bogen e cheguei ao Autoworld, que é um museu de veículos. Percebi que não era grande e achei melhor não entrar.
9h30. Atravessei a grande rua e fui ao Musée Royal de L'Armée, com entrada grátis. Local gigante e repleto de coisas relacionadas à guerra. Adorei o lugar: canhões, fardas, tanques de guerra, aviões de combate, ... Sinceramente foi um dos melhores museus que já conheci. Hiper recomendo o lugar. Sem dúvida nenhuma, foi onde tirei a maior quantidade de fotos em um mesmo local.
Passava das 13h. Saí e fui direto ao Parc du Cinquantenaire – Jubelpark. Sentei-me e “”almocei” o que levava comigo.
Schuman Plein, me encantei com o Parc Léopold, Parlement Européen e o Place du Luxembourg em frente.
16h e eu já estava próximo ao hostel para pegar minha mochila e ir para a estação de trem. Resolvi comprar comida em um supermercado: € 4.35.
Segui então para a Gare du Midi. A partir dali não tinha mais nenhuma passagem de trem comprada pela internet. Li em vários sites sobre a facilidade de se comprar passagem no guichê e da grande quantidade de trens. Resolvi arriscar e deu certo.

Cheguei e comprei a passagem para Brugge em trem regional por €13,80, saindo às 19h17.

Em Português, Bruges. Na Bélgica, é Brugge. Uma cidade maravilhosa, que lembra muito Veneza, na Itália.

Também já tinha lido sobre existir trens regionais, que vão parando em estações e trens rápidos, que praticamente não param.

Pouco mais de uma hora de viagem, cheguei. Saí da estação. O balcão de informações estava fechado. Ainda não tinha anoitecido. Confesso que não foi fácil para me localizar. Olhei bastante o mapa que tinha impresso através da internet e levava comigo. Resolvi caminhar em uma direção e, passos à frente, me parecia que não estava na direção correta. Resolvi retornar. Caminhando, praticamente em frente à estação, encontrei um painel com o mapa da cidade. Ainda estava na dúvida sobre a direção que deveria seguir. Nisso, se aproximou um casal e resolvi pedir informações. Muitos simpáticos, "conseguiram" me orientar.

Segui caminhando rumo ao hostel e, minutos depois, lá estava: Lybeer Travellers' Hostel, Korte Vuldersstraat 31.

Já anoitecia. Hostel super movimentado. Para minha sorte tinha reservado quarto privativo, com banheiro compartilhado. Internet na recepção, grátis. Fiz o "check in" e paguei meu saldo devedor de €54.  


Quarta-feira - Brugge
Iniciei meu dia praticamente enquanto todos os moradores também o faziam.
Devels Menor, Sint-Salvatorskathedraal, Sint-Jakobsplein, Sint-Jakob-de-Meerdere, Carmelites' Church, Joseph Ryelandt Concert Hall e Art Gallery
E continuei: Graaf Visart Park, Jan Guilini Pool, uma lenta caminhada pela bela Lauwerstraat, Stil Einde, Ezelpoort, o antigo edifício da Howest de Hogeschool, Sint-Gillis Church, Episcopal Seminary, as ovelhas de Hof De Jonghe e o sol apareceu forte.
Engels Klooster, Sint-Sebastiaan, Sint-Janshuis-Mill que é um dos moinhos gigantes a beira do rio, Kruispoort, o Museum Jerusalemkerk Kantcentrum, Stedelijk Museum, Sint-Anna Church, Sint-Walburgha's Church, Jan Van Eyckplein, Old Toll House, Friet Museum, Stadsschouwburg, Vlamingstraat e uma pausa para descanso e comer algo.
Grote Markt, Brugge Museum, Basiliek, o estranho e famoso Burg Carwash Art, e o futurista Grand Hotel Casselbergh. Astridpark, Sint-Philippe Church, Gentpoort, Minnewater.
16h e eu não tinha almoçado. Impossível continuar, já que a fome era “maior que eu”. Fui até um supermercado e lá se foram € 8.68 em comida e água.
Retornei ao Minnewater, sentei-me e me fartei de comer e beber. O tempo ficou nublado, como no início da manhã. Melhor para caminhar.
Pronto, agora sim, poderia prosseguir caminhando: Begijnhof, Onze-Lieve-Vrouwekerk e Gruuthusestraat Dijver.
Sem tempo para mais nada, fiz uma comprinha de € 3.65 e retornei ao hostel.
Quinta-feira - Antuérpia
Dormi bem e acordei bem cedo. Ninguém na recepção do hostel. Começava a clarear e estava frio. Deixei a chave na recepção e sai em direção à estação. Tinha consultado através da internet e sairia um trem às 6h36 para Antuérpia, meu próximo destino.
Comprei a passagem por € 14.50 e lá fui eu. Ás 8h15, desembarquei na Antwerpen Centraal Station.
Tinha reserva para uma noite no Hotel Antwerp Billard Palace – Koningin Astridplein, 40, logo na rua ao lado da praça situada na frente da estação.
Vi um supermercado ao lado do hotel, fiz uma compra de comida por € 2.38. Fui até o hotel, fiz “check in” pagando o saldo devedor de € 41 e deixei minha mochila, para na sequência, iniciar minha  caminhada pela cidade.
Aquatopia, segue pela rua De Keyserleistraat, passei pelo Diamondland e cheguei ao grande parque Stadspark. Sentei-me em um banco e comi.
Segui caminhando nesse dia ensolarado: Theaterplein, Het Paleis, Rubenshuis Museum, Toneelhuis e o maravilhooso Botanischetuin, com entrada grátis.
11h. Museum Mayer van der Bergh, Maagdenhuis Museum, Antwerpen Mechelseplein, DEstudio, a igreja Sint-Joriskerk, Nationale Bank van Belgie, Oud Gerechtshof - Palais de Justice, Marnisplaats, Musée Royal des Beaux-Arts, Lambertmontplaats e Nieuw Gerechtshof - Palais de Justice.
12h. Cansado devido a longa caminhada e ao sol forte, descansei um pouco. Então, resolvi retornar por caminhos próximos ao rio.
Amerikalei, Zuiderkroon, Waterpoort, Foto Museum, Museum Van Hedendaagse Kunst, Zuiderpershuis, a bela igreja Sint-Andrieskerk, ModeNatie, Museum Plantin-Moretus, Onze-Lieve-Vrouuwekathedraal Notre-Dame, Groenplaats, Grote Markt, Ruihuis, Grote Markt, Schelde, já as margens do rio.
Lugar muito bonito. Segui conhecendo: castelo Het Steen, Noorderterras, Sint-Pietersvliet e Museum Aan de Stroom.
Final de tarde. Hora de retornar para o hotel.
No retorno, quando percebi, estava em uma rua do Red Light: Mulheres na  Vitrine. Uhhh!
Sint-Pauluskerk, Sint-Carolus,
Comprei uma coisa para mim por € 5.80. Passei no supermercado e comprei mais comida e bebida por € 4.96. Cheguei ao hotel.
NETHERLANDS 



 Sexta-feira - Eindhoven

6h. Acordei, desci até a recepção, fiz “check out” e fui em direção à Antwerpen Centraal Station, logo ali.

Por € 17.20 comprei minha passagem de trem para Eindhoven, na Holanda. Às 6h59, parti. Ô pontualidade, heim!

Assim me despedia desse maravilhoso país.

9h, desembarquei na Eindhoven Station. Tempo ruim: frio, nublado e ameaçando chuva.

Mas isso não seria empecilho para minha caminhada.

Stationsweg, Septemberplein, de Bijenkorf, Temporary Art Center e o que seria o ponto forte de meu passeio pela cidade: Philips Stadion.

A essas alturas, já chuviscava. Foi um pouco complicado para encontrar a entrada para visitar o estádio e museu. Um vendedor da loja oficial desse mesmo estádio me orientou, dizendo que deveria acessar pelo portão que dava acesso ao restaurante e que lá existia um deck de onde poderia observar todo o estádio e, que o museu, era no próprio restaurante.

Bem, lá fui eu. Caminhei bastante e finalmente, entrei.

Cheguei ao restaurante e ali estava o museu. Vixe, pouca coisa exposta, Mas pouca mesmo. Perto de outros museus de estádio mundo afora, esse era, digamos, simples e pequeno.

Cheguei ao deck. Uma bela vista do campo, arquibancada, ...

E foi isso. Visita grátis.

Saí, 10h30, estava chuviscando e continuei minha caminhada: Light Art Centre, Philips Museum, segui pela rua Kleine Berg, Heuvel Galerie, Sint-Catharina Kerk, Stadhuisplein, Stadhuis e o Van Abbe Museum.

12h. Decidi caminhar em direção a estação de trem.

Dommelsch Bier e Augustijnen Kerk. Como estava com muita fome, decidi almoçar. Encontrei perto da estação um restaurante legal. 

Por € 4.50, comi grandes pedaços de pizza.

13h, cheguei à estação, comprei por € 16.70 minha passagem de trem e rapidinho embarquei para Rotterdam.

Metade da tarde. Cheguei à Centraal Station Rotterdam. O lado de fora da estação estava em obras. Tempo nublado e muito, mas muito frio mesmo.

Peguei meu mapa e fui caminhando até o Hotel Floris – Graaf Florisstraat 68, Delfshaven.

Fiz “check in” pagndo € 42.20, que era meu saldo devedor e como ainda tinha o final da tarde todo para aproveitar, decidi sair caminhando: Weena Straat, Schouwburgplein, City Hall, Hofplein, Galerij, Passage Mall, Museum Rotterdam, Sint-Laurenskerk, Grotemarkt, Bibliotheek, Rotterdam Blaak, o incrível edifício Kijk-Kubus, Korps Mariniers e a ponte Willemsbrug.

Como estava já no finalzinho da tarde, decidi retornar para o hotel.

Mariniers Museum e Maritiem Museum.

Depois de muito procurar, comprei comida e bebida por € 5. Sim, tive que procurar bastante por um supermercado. Na região onde eu estava, foi difícil encontrar um.

Já no hotel, assisti um pouco de televisão e fui dormir.

Sábado - Rotterdam

Acordei, “ajeitei” minhas coisas na mochila e desci para a recepção. Conversei e deixei ali minha mochila.

E lá fui eu: Kruisplein, Westersingel, Arminius, passei pelo Museum Boijmans Van Beuningen, Netherlands Architecture Institute, toda a grande e bela área do Museumpark, Kunsthal Rotterdam, Grieks Orthodoxe Kerk, o Museumwoning Sonneveld que decidi não entrar, Wetsblaak, Veerhaven Harbour Plein e o porto logo ao lado.

Momento para sentar e comer um pouco. € 0.70 de comida.

Segui caminhando as margens do rio: Wereld Museum, o ponto de parada das lanchas taxi Nieuwe Maas, a imponente ponte Erasmusbrug por onde atravessei o rio, o grande teatro Luxor, passei pelo Foto Museum, Cruise Terminal Rotterdam com um super transatlântico com turistas embarcando, a praça Holland Amerika, o antigo navio Castor Rotterdam, Floating Pavilion, De Hef e de volta à Erasmusbrug, para cruzá-la novamente para sair da ilha.

Passava das 13h, frio e eu bastante cansado, pois já tinha caminhado muito. Het Park e, um grande ponto turístico que valeu muito a pena: Euromast.

 Comprei meu ticket por € 9.20 e subi. Elevador até certo ponto. Dali, troca-se de elevador, chegando sentado até o ponto mais alto. O elevador para de subir, começa uma história sobre a cidade e a girar 360º. Como é todo de vidro, imagina só a magnífica vista. Simplesmente sensacional. Claro, adorei.

15h. Iniciei minha caminhada de volta ao hotel, para pegar minha mochila.

Pouco mais de 16h, já estava na estação de trem. Comprei minha passagem para Amsterdam por € 14.50. Trem regional.

O trem partiria às 16h25. Peguei informações sobre a localização da plataforma com a vendedora no guichê e fui rapidinho, para embarcar.

Cheguei na plataforma, li nos avisos que o trem iria parar em outra plataforma, logo ao lado.

Lá veio ele. Trem antigo, até. Embarquei, sentei-me e depois de um certo tempo que havia deixado os limites urbanos, percebi que o trem seguia em uma velocidade razoável para um trem regional. Estranhei.

Pouco antes de chegar ao destino, o bilheteiro veio até mim e pediu meu ticket. Apresentei e ele me disse que eu tinha embarcado no Fyra, que é o trem rápido.

Fiquei surpreso. Trem mais antigo, que não corria tanto assim, nenhuma placa orientativa, ...

Pois bem, me orientou a pagar a diferença equivalente a € 10.00 e foi o que fiz.

Mais ou menos uma hora de viagem e cheguei à  Amsterdam. Dia claro ainda.

Tinha reservas para o Hostel Aroza – Niewendijk 23, bem pertinho da estação. Com mapa na mão, fui direto para lá fazer meu “check in”, pagando o saldo devedor de € 162. Realmente a localização maravilhosa.

Deixei minhas coisas no quarto coletivo e sai para comprar coisas para comer, beber e umas coisinhas para mim. Com comida gastei € 3.14, a bebida foi mais € 0.15 e € 5 com outras coisas.

20h, ainda não estava escurecendo, mas eu decidi retornar ao hostel. Tomei um banho e fui dormir.


Domingo – Amsterdam

É, minha última cidade a ser visitada.

Dormi bem e acordei cedo. Fui até a recepção no térreo, que durante a noite também funciona como bar. Ali, me fartei com um simples, mas gostoso café da manhã. Estava frio. Resolvi utilizar a internet ali no hostel mesmo. Para isso, paguei € 1.

Peguei um mapa muito bom da cidade. Percebi que a pé poderia percorrer todos os pontos turísticos da cidade, e que por não estarem tão distantes assim, também faria isso em uns 2 dias, talvez.

Saí caminhando nesse dia nublado e frio. Logo já percebi quão bela é a cidade, e que iria ver muitos canais durante minha caminhada. Amsterdam estava toda enfeitada para o Queen's Day, que aconteceria daqui a 2 dias.

Noorder Kerk, Wester Kerk e lá estava eu, às 9h, pegando a enorme fila para comprar por € 9 o ticket de entrada no hiper famoso Anne Frank Museum. A visita foi rápida e sinceramente esperava um pouco mais desse museu. Mas, vale a pena.

Sai pouco antes das 10h30, com sol e prossegui: City Teather, Leidseplein, Max Euweplein, Gymnasium, Holland Casino, Park Hotel e o grande Vondelpark. Muito bacana e lotado.

Por ali comprei água e comida por € 2.00.

13h. Conservatorium, Concert Hall, Stedelijk Museum Amsterdam, Museumplein, Van Gogh Museum, Rijks Museum e por volta das 15h, cheguei ao Heineken Experience.

Tranquilamente comprei o ticket de entrada por € 18 e lá fui eu. O lugar é sensional. Ambientes temáticos relacionados a fabricação da cerveja. Já na parte final, filme em 3D e para finalizar, um super e agitado bar, com direito a cervejas. Uau!!!!

E não acabou por aí: saí e logo em frente, peguei o Heineken Experience – Boat, que conduziu os turistas para um passeio de uns 15 minutos ao longo de canais. Pude ver, por exemplo o Amstel Hotel e o Hermitage Amsterdam, que são bem famosos.

Na Heineken Shop, ainda ganhei brindes da cervejaria.

Sem exagero, um dos melhores passeios da parte final da viagem.

Final do dia e era hora de caminhar de volta para o hostel. E no caminho de volta, como ainda estava bem claro e com sol, ainda teve: Ajax Experience, Rembrandtplein, Teather Tuschinski, Multtoren e olha, ali o mundialmente famoso, Madame Tussaud.

Nieuwe Kerk, Dam Palace, Bijenkorfe e para encerrar, o Nationaal Monument.

Cheguei ao hostel e, logo ao lado vi uma pizzaria. Decidi jantar ali. € 6.50 por uma bela pizza.

20h30. Retornei ao hostel e já estava escurecendo.

Segunda-feira – Amsterdam

Rijksmuseum; Van Gogh Museum; Stedelijk Museum; Jordaan

Acordei, café da manhã, internet por € 1.00, etc, etc, etc.

Beurs Van Berlage, Oude Kerk e de repente, por li, “mulheres na vitrine”. Pois é. E logo cedo, heim.

The Waag, Rembrandt Huis, Jewish Historical Museum, Portugese Synagoge, Mozes Huis, Stadhuis City Hall e olha aí o Hermitage Amsterdam, que tinha visto ontem de dentro do barco.

9h. A cativante Magere Brug, que é uma antiga ponte com som, através de caixas.

Depois, a nada atrativa Frederiksplein, o Stadhouderskade, Amstel Hotel, o sol esquentado o dia e, por volta de 12h, Oosterpark. Parque grande e legal. Sentei-me em um dos bancos e, “almocei”.

Ninsee Kerk, Tropenmuseum, Muiderpoort, Artis Zoo, Wertheimpark, Hortus Botanicus, Nieuwe Herengracht Brug, Het Scheepvaartmuseum, Arcam e rapidinho me encaminhei para o Nemo.

Nenhuma fila, comprei meu ticket de entrada por € 13.50 e, me diverti com as inúmeras atrações científicas nos diversos andares do local. É muito legal.

Passava um pouco das 17h quando deixei o local. O sol, forte e ainda esquentando o que restava do dia, ou melhor, da tarde.

No caminho de volta ao hostel, passei pela Basílica Sancti Nicolai e fiz algumas compras gastando € 17.95. Encontrei um restaurante bem legal. Paguei € 4.90 e comi macarrão.

19h. Fui lentamente caminhando para o hostel, observando o vai e vem das pessoas. Antes do hostel, fiz uma comprinha no supermercado por € 2.50.

Terça-feira – Amsterdam

Eis mais um belo dia de sol.

Fui direto para a Amsterdam Centraal Station. Além de visitá-la, comprei meu ticket por € 4.40 para o aeroporto, para o dia seguinte.

Isso feito, iniciava-se meu último dia de passeio pela cidade. Aliás, era Queen’s  Day. Uma super festa. Atividades diversas por toda a cidade e, as pessoas, muito, mas muito animadas mesmo.

Além de assistir várias atrações ao longo da minha caminhada, ainda fui conhecendo: St. Franciscus Xaverius Kerk, Oranjekerk e o lotado Sarphatipark. Aqui vale um comentário: estava lotado principalmente pelos moradores, com crianças vendendo comidas, etc. Adorei. Não consegui ser breve e fiquei um bom tempo no local.

13h mais ou menos e fui aproveitar o Queen's Day no Holland Casino e imediações. Mais um local que fiquei um bom tempo. Barcos lotados passando pelos canais, muita música, bebida, gente para todo lado, ...

Já lá pelas 16h, faltava apenas um lugar que ainda queria visitar e lá fui eu:  Westerpark. Mais um belo parque.

Finalzinho da tarde e eu querendo que o dia não terminasse. Mas, ...

Fui lentamente me encaminhando para o hostel. Como nos dias anteriores, passei pelo supermercado e lá se foram € 3.20 por um lanche.

20h e estava no hostel. Decidi tomar banho e, apesar do barulho, dormir, pois no dia seguinte retornaria para o Brasil.


Quarta-feira – Amsterdam

É, assim chegava ao fim minhas super férias.

Café da manhã, “check out” e fui caminhando até a estação de trem. As ruas estavam vazias. Embarquei e alguns minutos depois, chegava ao gigantesco Schiphol Airport. Muito bonito, por sinal.

Longo e agradável voo de volta.


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