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sexta-feira, 4 de janeiro de 1980

Curitiba - PR

CURITIBA


Valores em US$.

Com quase um mês de antecedência, planejava minha viagem. Compra das passagens de ônibus ida (US$ 55)/ volta (US$ 50) pela Transpen, compra do passeio de trem ida e volta Curitiba / Morretes por US$ 55 pela Serra Verde Express, reserva no Palace Hotel (US$ 24 a diária com café da manhã) e roteiro de passeios na cidade, pesquisado e muito pela internet.


Sexta-feira
Ás 21h15m já estava na rodoviária de Campinas aguardando o embarque que aconteceria às 22h30m. Exatamente nesse horário, embarquei em ônibus leito cama. Piso superior, poltrona/ cama 11. Com direito a travesseiro e cobertor. Me ajeitei e rapidamente dormi.




Sábado
Pouco antes das 6h acordei, com o ônibus já entrando na cidade de Curitiba. Rapidinho chegamos à rodoviária. Desembarquei e procurei por um banco. Ali me sentei, comi um bolo que minha noiva me dera antes de eu embarcar e tomei água que havia levado comigo. Na sequência, conversei com dois rapazes que trabalhavam na rodoviária e que me orientaram por qual caminho deveria seguir para chegar ao Palace Hotel – R: Br. do Rio Branco, 62 – Centro. Caminhando mesmo, já que a rodoferroviária fica próxima ao centro. O dia estava bom, prometendo sol e temperatura agradável. Aproximadamente 15 minutos após, lá estava eu dando entrada no hotel. Na recepção já me forneceram um mapa da cidade.

Deixei minha grande mochila no quarto. De posse de minha pequena mochila, com guarda-chuva, blusa, água e máquina fotográfica, mapa e roteiro nas mãos, já estava pronto para iniciar minha aventura desbravando a cidade. Aproximadamente 8h e fui até a Praça Tiradentes, de onde partiria a “jardineira” (intervalo de 30 minutos de partida, começando a partir das 9h). A cartela com 5 tíquetes, que dá direito a embarque e mais quatro reembarques, custou-me US$ 10.
Exatamente as 9h chega o tão esperado veículo, de 2 andares. Parte superior descoberta (sem teto). E junto, sempre, acompanha um ônibus normal, de apenas um andar. Claro embarquei no de 2 andares e, já fui subindo para a parte de cima.
Lotou. Passamos pelo Teatro Paiol, mas a minha primeira descida foi no Jardim Botânico (foto), com espécies do Brasil e do exterior, em uma estufa construída em estrutura metálica toda revestida de vidro, com jardim e uma área enorme com trilhas para caminhadas. Aberto de terça a domingo das 06h às 19h, com entrada franca. Local maravilhoso.

Depois de muitas fotos e longo tempo por ali, segui meu roteiro, caminhando por aproximadamente 1h, até o Parque Capão de Imbuia. Longe, bem longe. É um bonito bosque com piso em grade metálica e ligeiramente suspenso do solo. O local não é turístico e, além do vigia, somente eu caminhava por ali. Depois fui em direção ao Estádio Pinheirão, que fica logo atrás desse parque. Local feio e que também não é turístico. Resolvi seguir meu roteiro e retornar ao Jardim Botânico, para meu primeiro reembarque na jardineira. Caminha, caminha, caminha e nada de chegar. Hora do almoço e eu caminhando. Enfim, lá estava eu. Claro que em minhas caminhadas procuro não repetir caminhos, pois assim consigo conhecer sempre lugares diferentes.
Bem, às 12h, embarquei pela segunda vez na jardineira. Depois de um longo percurso (dessa vez fui na parte de baixo), desembarquei no Bosque do Alemão. Passava um pouco do meio dia e eu sem almoçar. Lugar muito bonito. Caminhei pela trilha no meio da mata, saindo no lado oposto do parque e retornei para o ponto de embarque.

E lá fui eu: reembarque número 2 rumo a Opera de Arame (estrutura tubular e vidro, com teto em policarbonato e capacidade para 2.400 espectadores. A entrada é por uma ponte de ferro vazado, sobre um lago onde se consegue ver peixes e cisnes). A entrada é franca. Muitos turistas. Muitas fotos e mais um tempo apreciando o local. Como era ao lado, fui caminhando para a cratera da pedreira Paulo Leminski (espaço de espetáculo), também com entrada franca. Ao contrário da Ópera de arame, aqui, somente eu passeando. Nada de especial ou bonito, mas valeu à pena.
Já se aproximava das 13h30m. Consultando meu roteiro e meu mapa, percebi que poderia ir caminhando até o Parque Tanguá (com vista da região norte de Curitiba). Olha, não é tão perto não. Entre 30m e 45m de caminhada bem cansativa. Mas, valeu a pena. O local é enorme e fantástico.
Descansei um pouco desfrutando do local, com muitas flores, queda d’água, árvores, lago e outras tantas coisas belas, antes de seguir caminhando para o Parque Tingui. 15h e conversei com um vendedor que me orientou sobre o caminho a seguir. E lá fui eu novamente. Mas confesso que já estava bem cansado e essa caminhada logo no início demonstrou que meu cansaço aumentaria e muito. Mais uns 30m a 45m caminhando. Cheguei no tão esperado local. Estava exausto. Novamente conversei com um vendedor que me sugeriu caminhar até o próximo ponto turístico. Me disse que, já que eu tinha vindo caminhando, chegar ao próximo ponto seria “barbada”. E não é que eu acreditei! Eu estava no início do Parque e consultando o mapa, percebi que deveria atravessá-lo. Mais uma enorme caminhada. Olha, a verdade é que eu já estava tão cansado de andar (com sol forte) que qualquer percurso de 5 minutos para mim, parecia muito mais longo. Mas enfim, lá fui eu. Caminhei através desse parque. Bonito, mas menos bonito se comparado ao Parque Tanguá.

Já por volta das 16h cheguei ao Memorial Ucraniano. Novamente um lindo local. Rápido de se conhecer. E também não poderia perder muito tempo ali, já que em meu roteiro ainda constava visitar a Torre Panorâmica. Então, fotos e mais fotos. Apreciação do local. Pronto.
Mais um reembarque (o terceiro) e lá fui eu. Que alívio agora me locomover de ônibus. Parte inferior novamente. No caminho passamos pelo Restaurante Madalosso (hiper famoso) e pelo Parque Barigui. Em nenhum desses locais eu desembarquei. Na sequência, meu último passeio do dia, o Mirante da Torre Telefônica (Oi) com 110 metros, (vista de Curitiba e Serra do Mar). Já era aproximadamente 17h. Comprei meu ingresso por US$ 1.50 e subi, de elevador, claro. Que lugar, que vista, ... Maravilhoso.

18h encerrei meus passeios do dia, reembarcando pela quarta e última vez na jardineira em direção a Praça Tiradentes, meu ponto de partida.
Hiper cansado, cheguei. Logo procurei uma lanchonete para enfim, me alimentar, já que até então só tinha comido bolo logo cedo ao chegar na cidade. De resto, somente água.
Comi 3 pedaços de pizza (US$ 1.00 cada pedaço), com mais um pouco de água. Que delicia. Depois disso, só me restava ir para o hotel. E foi o que fiz.
Banho e nada de assistir TV. Também, o cansaço era grande. 20h30m e já me preparava para dormir.





Domingo
Acordei pouco antes das 7h e já me preparei para descer e tomar o café da manhã, que começava a ser servido exatamente às 7h. Uau, que noite deliciosa e bem dormida. Pra mim em viagens, isso é de praxe: acordar cedo e o mais breve possível iniciar meus passeios para aproveitar bem o dia. O café da manhã, como eu já previa, era bem simples: suco, bolo e pão com manteiga. Mas gostoso.
Antes das 8h, com minha pequena mochila contendo meu kit básico, máquina fotográfica, roteiro e tudo mais, iniciei meu passeio dominical em Curitiba.

Comecei por andar pelas imediações da Catedral e Praça Tiradentes. Dali segui para o Largo da Ordem. Domingo é dia de feirinha ali. Para mim, feirão. Muitas barraquinhas e com uma enorme diversidade de coisas. Até exposição de carros antigos tem. Um mais lindo que outro. Por ali tem famosas Igrejas, o Belvedere, as Ruínas e Museu Paranaense. Fiquei um tempo apreciando tudo.
Já passando das 9h dei continuidade ao meu roteiro. Segui para a Praça Souto Maior. Nada de bonito e também não é ponto turístico. Após rápida parada para tomar um pouco de água, segui para o Memorial Árabe, Colégio Estadual do Paraná e Passeio Público. Praticamente um ao lado do outro. Ainda não eram 10h e lá estava eu no Passeio Público, onde fiquei por um bom tempo passeando. Lugar fantástico. Grande, com aves soltas e em viveiros, aquários, terrário com cobras, ... Caminhava um pouco e na sequência sentava-me em algum banco. Resolvi tomar um sorvete americano, por apenas US$ 0.50. Uma delícia.

Às 11h, prossegui caminhando, agora rumo a Praça Portugal, que fica relativamente perto do Passeio Público. Caminho sempre percorrido subindo por uma rua. Mas uma subida suave. Após 15 minutos de caminhada, lá estava eu. Praça pequena, sem grande atrativo. Mas ali, o que realmente chama a atenção, está do outro lado da rua: o Estádio Couto Pereira, do Coritiba Foot Ball Club. Estádio muito bonito. Imponente. Grande.
Olha daqui e dali, tira foto e, 12h. Almoço? Que nada. Sem fome, já que tinha me fartado com no café da manhã.
Bem, momento de seguir caminhando, agora rumo ao Bosque João Paulo II. E lá foi mais uns 45 minutos de caminhada. Nada tão cansativo, até porque a temperatura ajudava. Tempo nublado. Esse bosque fica ao lado do Museu Oscar Niemeyer (foto), que seria o próximo local a visitar. E visto de fora, que lugar lindo. Mas, o objetivo agora era o bosque.
Cheguei. Um bosque bonito e que realmente vale a pena ser visitado. Alguns turistas passeando. 

Aproximadamente 30 minutos gastos desfrutando do lugar. Depois disso, foi só caminhar rapidamente para o Museu.
 Já fui comprar o ingresso por US$ 1.50, guardar minha pequena mochila e local adequado para isso e pronto. Entrei. Local lindo. Construção típica do arquiteto idealizador. Muitas salas com muitas obras de arte, mas nem todas ocupadas. Entra em sala, sai de sala, tira foto, sobe, desce e a hora passando. Tudo visto e chega a hora de sair, pois o lado de fora também merece ser apreciado e claro, merecem muitas fotos também.
Que horas são? Nossa, 15h30m. Melhor prosseguir, já que ainda faltavam alguns lugares a serem visitados.

Seguindo meu roteiro, ali pertinho mesmo, no caminho, fui passando e conhecendo o Centro Cívico, Palácio do Governo do Estado, Prefeitura e segui para o Shopping Mueller. Entrei. Bastante gente.
A hora passando e ainda faltavam alguns lugares para conhecer. Sorte é que eram todos próximos dali.

Praça 19 de Dezembro. Lotada de jovens. Mais um tempinho apreciando o movimento. E que horas são? 16h30m. Segui para conhecer a Universidade do Paraná e o teatro Guairá. Entre ambos tem uma linda praça, que também tinha pessoas passeando. Nossa, e o dia estava acabando. 18h. Deu tempo de fazer tudo conforme programado. Agora, me restava rumar para o hotel e, no caminho, encontrar um local para comer. Afinal, estava somente com o café da manhã e a fome era enorme.

Encontrei um restaurante próximo a Igreja Nossa Senhora de Guadalupe, onde comi 2 X-Salada por US$ 2.50. Barato, né!?
19h30m e pronto. De volta ao hotel. Um bom banho e assisti um pouco de TV. 21h e já fui dormir.



Segunda-feira
Dia de passeio de trem para Morretes. Acordei as 6h. Tomei café as 7h. Peguei uns pedaços de bolo, coloquei na mochila para comer depois quando (e se me) desse fome. Rapidinho já sai em direção a estação rodoferroviária, pois o trem iria partir às 8h15m e eu planejava chegar lá com no mínimo 30m de antecedência. E foi isso que aconteceu. A estação estava lotada. Turista para todo lado mesmo.

Me apresentei na sala da agência da Serra Verde Express, onde me deram meus tickets ida e volta. Agora, foi só aguardar para embarcar. As 8h nos liberaram para o embarque. O trem lotou e as 8h15m, partiu. Que delícia. Conforme foi saindo de Curitiba, evidentemente, a paisagem ia mudando. Podia-se observar matas, pastagens, rios, ...

Logo serviram um lanche com uma latinha de guaraná. Guardei, já que não estava com fome. E segue o trem. Passeio muito bonito, descendo a serra do mar, com muitos lugares bonitos para serem apreciados. Pouco antes de desembarcar, percebi que o passageiro que estava no banco de trás havia deixado uma lata de guaraná fechada ali. Peguei. Quase 12h e chegamos ao nosso destino: Morretes. Cidade pequena. Bonita. Todos desembarcaram e aos poucos já rumaram para os restaurantes a procura do famoso prato típico chamado Barreado. Bem, não fui exceção. Depois de andar um pouco pela cidadezinha e tirar algumas fotos, encontrei um restaurante oferecendo Barreado por um valor interessante: US$ 8.00 por pessoa + 10%. Ali comi. Acabei tomando o guaraná que tinha ganhado no trem. Depois do almoço, lentamente caminhei em direção a estação ferroviária. Sentei-me na praça localizada em frente a esta, para descansar e aguardar às 14h30m, horário de retorno para Curitiba.
Exatamente nesse horário o trem partiu. E lá fomos nós subir a serra (foto). Agora o trem estava mais vazio, já que muitos optam por retornar de ônibus e vans. Mais rápido e barato. Novamente pude apreciar o percurso.
Novamente entregaram um lanche e uma latinha de guaraná.

Chegamos em Curitiba depois das 19h30m. Desembarquei e rumei para o hotel. Mas e não iria comer nada? Sim. Um dos lanchinhos e o guaraná dado no trem a tarde, no trem. Delícia.
E a rotina no hotel se repetiu.






Terça-feira
Novamente acordei cedo. 7h e fui tomar café da manhã. Ao final, preparei dois lanches e coloquei em minha mochila, com a intenção de comê-los no jantar. Mas e o lanchinho do trem que havia sobrado? Sim, esse possivelmente, comeria no almoço.
Já passava das 8h. Como deixaria o hotel nessa data, combinei com o atendente que deixaria minha grande mochila ali guardada na recepção e voltaria para pegá-la no final da tarde, já que meu ônibus só sairia de Curitiba às 22h30m. No ato da reserva, depositei US$ 25 para o hotel. Agora, paguei o restante: US$ 38.00.

Aproximadamente 8h30m e sai para meu último dia de passeio nessa bela cidade. Ainda, com muitos lugares para serem conhecidos.
Bem, agora passei pelo prédio dos Correios no centro, Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe, e rumei para o estádio Durival Britto, pertencente ao Paraná Clube. Caminhada de aproximadamente 30 minutos. Ainda não era 9h30m e lá estava eu. Estádio feio e em local inóspito. Daí, seguindo meu roteiro e sempre consultando o mapa da cidade que tinha em mãos, segui em mais uma caminhada de 30 minutos passando pela Fundação Cultural de Curitiba e Paróquia do Imaculado Coração de Maria, com uma praça bem movimentada em frente, onde pude sentar-me por uns 10 minutos para descansar e observar “craques” disputando uma “pelada” numa quadra de futebol. Depois caminhei para o tão famoso Estádio do Clube Atlético Paranaense, a Arena da Baixada. Novo e muito bonito. Loja, academia, ... Em frente tem uma praça, onde depois de tirar todas as fotos que tive vontade, pude sentar para descansar e apreciar a beleza e imponência do estádio.

Quase 11h e adivinha? Hora de continuar a caminhada.
Então fui, seguindo por avenidas e ruas largas, limpas e arborizadas, rumo a Praça do Japão (foto). Mais uns 30 minutos de caminhada e cheguei. Praça linda e hiper bem cuidada. Fotos, fotos e mais fotos. Algumas pessoas também visitando o local. Descansei por uns 15 minutos e consultando meu roteiro e mapa da cidade, resolvi continuar.
Região de bairros bons.
Segui caminhando, passando pela Igreja do Batel, Castelo do Batel e cheguei ao Shopping Crystal, onde entrei para conhecer.

12h e lá fui eu, caminhando. Agora rumo a Praça General Osório. No caminho, passei pela Rua 24 Horas, fechada para reformas. Pena.
Já se aproximava das 13h quando cheguei ao local. Sentei-me em um banco, comi meu lanchinho que guardei do passeio de trem e água. Temperatura bacana, com sol. Na sequência, fui conhecer a praça. Bonita, com uma feirinha e muita gente. Por ali fiquei um tempinho e segui então, para a Praça Ruy Barbosa, que fica bem pertinho.
Novamente sentei-me em um banco para descansar e planejar a sequência de meu passeio.

14h e resolvi seguir para agora conhecer o tão famoso Shopping Estação. 15 minutos caminhando e lá estava eu. Entrei. Que lugar lindo. Cheio, bem cheio. Inicialmente fui conhecer o Museu Ferroviário que ali se encontra. Pequeno, mas bem interessante. Sai e fiquei ali passeando e contemplando o local. Nossa, 15h30m. Ainda faltava eu passar pela Estação Rodoferroviária que fica ali pertinho para tirar umas fotos e seguir para mais um lugar que merecia conhecer.
Fui rapidinho. Daí, segui numa caminhada de 15 minutos em direção ao Museu dos Expedicionários. Cheguei. Canhão, tanque de guerra e avião do lado de fora. O museu tem entrada gratuita e fecha às 17h. Consegui chegar antes desse horário. Entrei e não me arrependi. Muita coisa para ver. Maravilhoso.

Lá pelas 16h30m deixei o local. Encerrava-se ali meu roteiro, cumprido na íntegra. Um pouco cansado mas muito feliz, segui em direção ao hotel. Mas caminhando e pensando, cheguei à conclusão que ainda dava para passar pelo Passei Público para tomar mais um delicioso sorvete americano, já que encontrava-se praticamente no caminho do hotel. E foi o que eu fiz.
Pouco antes das 17h e lá estava eu. E não é que o local estava lotado? Fila para comprar o sorvete. Mas valeu a pena. Bem, agora sim poderia rumar para o hotel. Caminhando percebi que eram 17h30m. Bem, acho que ainda conseguiria passar por algum lugar ali por perto. Mas onde? Escolhi o Largo da Ordem. Rapidinho, andei por esse local e daí sim, fui para o hotel. Cheguei às 18h, peguei minha grande mochila e fui para a rodoferroviária. Encerrava-se aí meu passeio. Si, agora pra valer! Fim do passeio por essa maravilhosa cidade, limpa, com pessoas educadas e com muitos, mas muitos pontos turísticos mesmo.

Mais uns 15 minutinhos caminhando, cheguei, sentei-me num banco e comi o lanchinho que havia preparado no hotel. E agora? 18h30m! O que fazer? Nada. Nada mesmo. A não ser esperar até as 22h30m, horário de embarque.
Rodoferroviária lotada. Ônibus partindo a todo instante e para várias localidades do Brasil. Pouco antes do horário de partida, o ônibus chegou. Qual não foi minha surpresa quando percebi que era o mesmo ônibus que havia me trazido até Curitiba. Como também tinha adquirido a mesma poltrona/ cama, seria tudo igual, mas em sentido contrário.
E foi mesmo. Embarquei, me ajeitei e logo dormi.





Quarta-feira
Como na ida, pouco antes das 6h acordei, com o ônibus chegando à Campinas. Daí, para casa, banho, café da manhã e direto trabalhar.

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