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sexta-feira, 4 de janeiro de 1980

Capitólio - MG - Mar de Minas





QUINTA-FEIRA
3h30 e lá fomos nós rumo à Capitólio/ MG. Viagem longa, mas exatamente às 8h55, já estávamos na Cachoeira do Filó (FOTO), localizada no município São João Batista do Glória, às margens da Rod. MG-050, no Km 300. Existe um pequeno estacionamento para veículos. Por ser pequeno, tem que chegar cedo para conseguir estacionar em dias de muito movimento. Pegamos nossas mochilas e descemos por uma pequena trilha (fácil) de uns 100 metros até a parte de baixo da cachoeira, que forma um belo lago. 


Se a intenção é ficar um bom tempo, é bom levar bebida, comida e claro, saco de lixo, pois ali não existe infraestrutura de atendimento ao turista. Ficamos um tempinho no local, mas não conseguimos entrar na água completamente, pois estava extremamente gelada. Só até o joelho e já doía os ossos.
Começou a chegar muita gente, e o espaço foi ficando pequeno. Então pensamos: porque não subirmos no topo da cachoeira, lá em cima das pedras? E foi isso que fizemos. Retornamos por boa parte da trilha, passamos pela lateral da lagoa ao lado da estrada e enfim tivemos essa linda vista (FOTO).


Depois de curtir esse visual de cima, seguimos estrada afora. A próxima parada foi no famoso Mirante dos Canyons, localizado também na rodovia MG-050 entre os Kms 312 e 313. Já estava lotado: muitos carros, muitas pessoas, muitos ônibus de turismo, ... Depois de conseguir estacionar, caminhamos uns 100 metros. E olha com o que nos deparamos (FOTO).


Realmente é um ponto de parada obrigatório, mas essa atração exige um pouco de paciência, pois todos querem tirar fotos no Mirante. E com certeza você vai tirar uma foto sua com uma plateia! Rsrs...
Do outro lado da rodovia, mais uma atração: Cachoeira Diquadinha ou Dicadinha (FOTO). Com águas cristalinas, diferentes quedas e um poço/ piscina natural. Tem que se ter cuidado com as pedras, pois são muito escorregadias. Outro local que também não oferece infraestrutura para o visitante.  


Quase hora do almoço. Então resolvemos seguir e encontrar um restaurante. Optamos por um pertinho da ponte do Rio do Turvo e de frente ao “porto” de onde saem os passeios de barcos.
Nossa intenção não era fazer o passeio de barco no primeiro dia, mas após o almoço, como já estávamos no local, resolvemos nos informar sobre valores e horários de saída. Como tínhamos a tarde toda pela frente, e uma lancha já estava de saída, lá fomos fazer esse passeio.

Fechamos o passeio de lancha pelo Lago de Furnas, com duração de 3h. Mas existem passeios com chalana, catamarã e escuna. Na lancha, um total de 8 pessoas, com valor razoável para cada tripulante.
O passeio foi assim:
1º - Bar Flutuante: parada rápida para comer, beber alguma coisa e usar o banheiro. Essa é a vista!


2º - Cachoeira do Canyon: visual de tirar o fôlego, água cristalina e esses paredões deixam o lugar único.


3º - Cascatinha: lugar sensacional, só acessível de embarcação. Estava completamente lotado. Tivemos que esperar um pouco para estacionarmos.  



Conseguimos descer, andando por essas pedras que são super escorregadias. Fomos caminhando, pois não víamos o fim desse lugar. Então, um ponto que tivemos que andar apenas pelo lado esquerdo, pois no meio e o lado direito, existe um poço/piscina, bem fundo. A água já fica até escura. Quando chegamos ao final dos paredões, avistamos a cachoeira Cascatinha (FOTO), com uma queda d’água pequena.





4º - Lagoa Azul: com outro bar flutuante. Aqui nem descemos da lancha.

Fim da tarde e fim do passeio. Seguimos para Capitólio, local de nossa hospedagem. Achamos muito longe das atrações, pois os passeios ficam em outros municípios.

SEXTA-FEIRA
Tomamos nosso café, e seguimos para a Trilha do Sol, também na Rodovia MG-050, Km 304. Na verdade esse local é um complexo com pousada, cachoeiras e trilhas. Para quem não é hóspede, cobram uma taxa para visitação.
Chegamos por volta das 9h e já estava lotado: carros e ônibus turístico, fila para preencher formulário, pagar e colocar a pulseira e depois uma breve explicação de como funciona o passeio e a localização das cachoeiras.
O local é composto por um mirante, 3 cachoeiras abertas para visitação, com trilhas muito bem sinalizadas para se chegar em cada atração. Fizemos a sequência:



1º - No Limite: seguindo a trilha, no meio do caminho, encontramos o pequeno mirante (FOTO)


Continuamos a trilha e depois de caminhar mais um bom tempo, avistamos a cachoeira No Limite. Local belíssimo, envolto por paredões de pedra, rio com águas cristalinas de tom âmbar. (FOTO)


Ficamos um bom tempo, pois estávamos criando coragem para entrar na água gelada. Mas também não tinha como não entrar. Lentamente e aos poucos, fomos entrando. Logo o corpo acostumou. Frio? Nada! Até mergulhamos!! RsRsRs...


2º - Cachoeira do Grito: mais uma longa caminhada com o Sol forte castigando!


Essa cachoeira é o cartão postal da Trilha do Sol, com várias quedas e vários lugares para se descansar sobre as pedras. Dizem que quem toma banho nessas águas deixa as superstições e medos para trás com um grito bem forte.

3º - Poço Dourado: outra trilha longa, sobe, desce e chegamos em um riacho com águas cristalinas. Mas para chegar ao poço dourado tínhamos que caminhar por dentro de um riacho estreito entre paredes de pedras. A água bate no joelho, mas é bem tranquilo. Esse corredor é cheio de pedrinhas empilhadas no paredão, onde as pessoas fazem seus pedidos e vão colocando uma em cima da outra. Tem milhares, fora que nesses cantinhos fica pingando água, parecendo uma chuvinha bem fina, é um lugar bem mágico. 


Passava das 16h, e antes de retornar para o hotel resolvemos conhecer mais um lugar que ainda não havíamos parado. Uma espécie de canyon com rio correndo pelas pedras e formando inúmeras pequenas quedas d’água (FOTO). Fica do lado do Mirante dos Canyons. Não existe sinalização alguma no local. Basta parar o carro no acostamento da rodovia e descer por uma pequena trilha. Terminando, já se vê do lado direito um duto de água sob a rodovia. Por aí as pessoas atravessam vindas ou indo para a Cachoeira Diquadinha/ Dicadinha.


Caminhando, descendo acompanhando o fluxo d’água, chega-se em um poço natural, como mostra a foto. 


Fim da tarde e noite chegando. Percurso de volta ao hotel. Já em Capitólio, fomos conhecer o complexo de praças e orla da pequena cidade. Sim, existe uma orla, com areia, junto ao Lago de Capitólio (FOTO). Assim encerramos o dia de passeios, com esse lindo pôr do sol.


SÁBADO
Estávamos hospedados no centro de Capitólio, bem do lado da Igreja matriz, e sábado foi dia de feira na praça da Igreja. Claro, fomos lá tomar nosso café, com direito a pastel, curau e pamonha! Delícia!
Hoje reservamos o dia para conhecer o Paraíso Perdido. Mas antes uma paradinha na Hidrelétrica de Furnas, localizada no Rio Grande, entre os municípios de São José da Barra e São João Batista do Glória. Foi inaugurada no ano de 1.963 e tem capacidade de geração de 1.216 MW. Existe um mirante, onde a vista é essa (FOTO).


Após a visita, seguimos para o Paraíso Perdido, em São João Batista do Glória. A entrada fica na Rodovia MG-050, Km 321. Um acesso de terra com uns 4km em condições razoáveis. Bem como chegamos um pouco tarde, já estava completamente lotado, com fila de carros para entrar. Um pouco antes do estacionamento, ainda na estradinha de terra, funcionários estavam atendendo os turistas nos carros. Logo fomos atendidos, recebemos orientações, pagamos a taxa de visitação, pulseira no braço, estacionamos e fomos caminhar.
Não é permitido entrar com comidas nas cachoeiras, apenas água. Para comer, tem que voltar para perto da portaria onde existem restaurantes, banheiros, chuveiros e uma área para camping.
Esse lugar nos surpreendeu muito. São 18 piscinas naturais e 8 quedas d’água límpidas e cristalinas, que correm sobre as pedras de quartzito predominantemente branco (FOTO).


Não conseguimos conhecer as 18 piscinas naturais, pois esse complexo é muito grande e para cada piscina ou queda d’agua que você pretende ir, terá que ficar subindo por essas pedras. Muitas delas são escorregadias, então tome muito cuidado. Então, você escolhe um cantinho e fica curtindo, ou então pode ter certeza que ficará o dia todo andando indo e vindo de uma piscina para outra.
O lugar é espetacular!



DOMINGO

Uhhh, Domingo chegou. Último dia dessa viagem maravilhosa. Saímos cedo, pois nossa intenção era ir parando em lugares bacanas no retorno para Campinas. Logo que saímos do hotel já tiramos uma (FOTO), da Igreja Matriz São Sebastião.


Antes de sair de Capitólio, queríamos conhecer o seu ponto mais alto, Morro do Chapéu, com 1.293m de altitude, tendo como vista o Lago de Furnas. Ficamos decepcionados, pois infelizmente não conseguimos chegar. Uma parte da estradinha de terra até que estava razoável, mas a partir de determinado ponto, em uma bifurcação sem placa, a estradinha piorou muito. Trecho com muitas pedras e realmente não tinha como continuar, pois o castigo ao nosso carro seria muuuito triste.

Nossa próxima parada foi no município de Alpinópolis, que não constava de nosso roteiro inicial. Uma rápida visita na praça e na igreja matriz da cidade. Muito bonitas.

Dali seguindo viagem, chegamos em Carmo do Rio Claro, que também não estava em nosso roteiro. Resolvemos parar e através de placas descobrimos a Serra da Tormenta, que é uma elevação montanhosa de 1.287 m de altitude. Fomos seguindo as placas e chegamos no início da estrada de terra que dá acesso ao local, e iniciamos a subida. Em certos pontos foi bastante tenso, pois além de subida muito íngreme, a estrada ficava extremamente estreita, com curvas e com penhasco ao lado. Mais uma dificuldade incrível para o veículo. Penoso, mas superamos. Uma aventura e tanto. O visual lá de cima compensou o sacrifício, e muito! (FOTOS)



Hora do retorno! Uma aventura e tanto, que vale muito a pena.

12h. Almoçamos na cidade mesmo. Então, seguimos para Fama, às margens do Lago de Furnas. Chegando estacionamos o carro e descemos para a beira do lago, com uma prainha bonita e onde estava acontecendo uma quermesse da Igreja Sagrado Coração de Jesus. Tempos atrás a cidadezinha era muito procurada para banhos. Infelizmente ali já não é mais próprio para banho. (FOTO).


Caminhamos um pouco beirando o lago e depois pelo calçadão. Como não pudemos nadar, o jeito era voltar para Campinas mesmo. Mas antes, para nos refrescar do calor forte, uma parada em uma pracinha para um delicioso açaí. Às 20h chegamos em casa. 

Região dos Lagos e Região Serrana - RJ




Qual será nosso destino para uma semana de descanso? Depois de muito pensar e pesquisar, a opção foi Região dos Lagos e Região Serrana do Rio de Janeiro.

DOMINGO
Saímos cedo de Campinas: 5h de um Domingo. Seguimos direto para capital nacional do Surf: Saquarema. Com direito a um pneu do carro furado na estrada, depois de muito viajar, chegamos às 16h.
Após o “check in” na pousada em frente à praia, fomos direto para o que é considerado o cartão postal da cidade: a Igreja Nossa Senhora de Nazareth que fica bem no alto de uma rocha/penhasco à beira-mar, entre a Praia de Itaúna e Lagoa de Saquarema. Além de ter uma vista panorâmica da cidade é o ponto ideal para assistir esse lindo pôr do sol. (FOTO)




De volta à pousada, aproveitamos o finalzinho da tarde e início da noite para descansar um pouco na praia bem ali em frente à pousada. Esse foi nosso fim de tarde em Saquarema. Não tivemos uma noite de sono muito tranquila, pois tinha muitos pernilongos.

SEGUNDA
Tomamos nosso café da manhã e logo cedo saímos em direção à Arraial do Cabo, com direito a algumas paradinhas pelo caminho para mais algumas fotos da cidade.

No caminho passamos pela lagoa de Araruama (FOTO), considerada o maior ecossistema lagunar hipersalino (extração de sal), em estado permanente do mundo. E isso acontece pelos seguintes fatores: clima, ventos e contribuição de água doce.  


Depois seguimos mais um pouco e chegamos em Arraial do Cabo. Logo na entrada da cidade tem um lindo portal todo colorido e do lado direito, informações ao turista. Foi ali mesmo que paramos para adquirir nosso mapinha e já decidir o que faríamos nesse dia lindo de sol.
Primeiro fomos para a pousada, fizemos o “check-in”, guardamos o carro e seguimos a pé para Praia dos Anjos, de onde saem os passeios de barcos. Como já tinha passado do meio-dia, muitas agências estavam fechadas para o almoço. Fomos então, direto para o porto. Lá, conseguimos encontrar um barco que já estava saindo. Compramos os ingressos e embarcamos rapidamente. Ufa, quase não conseguimos!
A partir desse momento foi só desfrutar das maravilhosas praias que íamos conhecendo. Incríveis!

1º local – Praia Pontal do Atalaia: o que falar desse lugar??? Vejam a FOTO:


2º local – Gruta Azul: aqui os barcos apenas passam, fazem uma parada de longe para fotos, pois não é permitido mergulho. Apesar de não poder entrar na água, o local é lindo demais!


3º local – Fenda de N.S. Conceição: Outro local que o barco apenas passa para fotos.


4º local – Praia do Farol: paradisíaca, mas aqui chega-se apenas de barco, e a permanência é limitada. Então é aproveitar cada minuto.


Já no final do passeio a última parada seria Praia do Forno, mas o barco parou antes em um restaurante flutuante e ficamos por lá mais de 1h.  Aí não deu tempo de parar na praia, ou seja, apenas vimos de longe.
Já no final da tarde, sempre com muita música a bordo, o barco retornou para o porto na Praia dos Anjos. Desembarcamos e caminhamos rumo ao centro em busca de restaurante para jantarmos. Difícil encontrar. Optamos por comer lanche!

TERÇA
8h o maravilhoso café da manhã estava disponível. Saímos de carro para conhecer mais algumas das praias. Fomos para o Pontal do Atalaia. Sim, já tínhamos conhecido no dia anterior, no passeio de barco. Mas queríamos curtir um pouco mais e descer aquela famosa escadaria (FOTO).


De barco foi fácil: só chegar e pular na água. Mas de carro tem que passar pela guarita do condomínio Pontal do Atalaia, e pagar uma taxa para estacionar. Pessoal da Prefeitura que fiscaliza. Depois de seguir por alguns quilômetros em estrada de paralelepípedo, terra. Bem ruim por sinal. O estacionamento é na própria estradinha mesmo. Rapidinho enche de carros. Mas quando se vê aquele paraíso, vem a certeza que tudo valeu a pena. Sensacional!
Ficamos um bom tempo curtindo esse lugar incrível, mas aí queríamos conhecer mais. Ainda dentro desse condomínio fomos conhecer a Praia Brava. Apenas algumas fotos e seguimos para Prainha, na entrada da cidade. Local lotado. Ficamos um tempo, tomamos um delicioso açaí e seguimos para Praia do Forno. (FOTO)


O acesso se dá de duas formas: barco ou trilha. Como no dia anterior o barco não parou, fizemos a trilha. Existe um mirante com esta linda vista da foto acima. Quando chegamos, a praia estava lotada. Quase não tinha mais lugar na areia. Além disso a faixa de areia é estreita. Com isso todos vão ficando espremidos, mas também vale muito. Ficamos até quase começar a escurecer e seguimos para Praia dos Anjos, apenas para algumas fotos. Dali fomos caminhando para a Praia Grande. Lá, tivemos o prazer de apreciar esse lindo entardecer. (FOTO).



QUARTA
Após o delicioso café da manhã, seguimos para Búzios. Mais ou menos 1h de viagem. Já na entrada um lindo portal com diversas bandeiras, e logo ali mesmo o centro de informações ao turista. Mapa da cidade em mãos, seguimos para a pousada. Não pudemos fazer o “check-in”, pois não estava no horário. Então deixamos o carro por ali mesmo, pegamos nossa mochila e saímos a pé para conhecer o que dava naquele momento. Primeira parada foi a famosa Praia de Geribá (FOTO), pertinho da pousada.



Um dos principais locais da cidade, Geribá conta com uma ótima estrutura de bares, restaurantes e pizzarias. É bem extensa, com areia branca e muitas ondas. Por isso até escolinha de surf tem! O sol estava muito forte, a praia bem lotada e o mar agitado. Depois de um tempo ali, seguimos em direção à Praia da Ferradurinha (FOTO).



Considerada uma das mais belas da cidade, é protegida por um paredão de rochas. A faixa de areia é bem pequena e o mar é muito tranquilo. Até parece uma piscina e sem falar que avistamos diversas tartarugas. Muito legal!! Aproveite para subir nas pedras do lado direito, pois tem uma vista incrível!

Já estava chegando o finalzinho da tarde. Decidimos aproveitar para conhecer mais uma praia, e pela nossa localização estávamos mais próximos da Praia de Manguinhos (FOTO). É muito extensa, mas a faixa de areia até a água é bem estreita. É mais famosa entre os velejadores, e por isso, com muitos barcos. O mar ali é parado. Parece um rio. Ao entardecer dá para curtir um belo pôr do sol.


A noite chegou e voltamos para pousada para fazer o “check-in”. Nos acomodamos e saímos para jantar. Mais uma vez, tivemos dificuldade para encontrar restaurante. E olha que caminhamos, hein! Mas nada! Optamos por comer empanadas em uma lanchonete.

QUINTA
O dia amanheceu chuvoso. Realmente parecia que o sol não iria sair. E então o jeito era pegar o carro e conhecer algumas praias mais distantes. Começamos então pela Praia da Tartaruga (FOTO). Lugar ideal para desova de 3 espécies diferentes de tartarugas marinas.


O mar é bem calmo. É mais quente em relação às outras praias. Separada por um lindo caminho de pedras, formam-se duas faixas de areia. Conta também com uma boa infra-estrutura. Para quem chega de carro a única opção é deixar nos estacionamentos pagos, pois não há vagas na rua. Não vimos, mas dizem que no final da tarde tem um lindo pôr do sol.
Seguimos para famosa Rua das Pedras (FOTO). Mesmo chuviscando havia muitos turistas indo e vindo. Local muito bacana. Rua repleta de lojas, bares, cafés e restaurantes. Tem apenas 600 metros, mais atrai gente de todos os lados, pois está ligada com outras ruas e quarteirões que seguem no mesmo estilo.


Em paralelo com a Rua das Pedras está a Praia da Armação (FOTO), de onde saem os passeios de barcos e escunas.




Seguindo pelo calçadão da praia, chega-se a Orla de Bardot – Calçadão Orla de Bardot. Existe uma estátua (FOTO) em homenagem a Brigitte Bardot (ex-atriz, considerada o grande símbolo sexual nos anos 50 e 60 e ativista dos direitos dos animais), pois em algumas visitas pelo Brasil, se hospedava em uma casa na Rua das Pedras, que atualmente é uma pousada e restaurante.    


A chuva começou a apertar e corremos para o carro, mas até chegar já havia parado. Então seguimos para a Praia do Forno, não é muito popular entre os turistas, mas não deixa de ser linda também, é bem pequena com apenas 50 metros de faixa de areia. Do lado direito existe muitas pedras onde é possível andar por todas elas e tirar muitas fotos.
Seguindo pela estrada paramos na Praia da Foca. Quase que passamos “batido”, pois não se vê nada, mas como tinha alguns carros parados resolvemos dar uma olhadinha. Tem uma escadinha de terra para descer. Olha o que avistamos (FOTO).


É deserta e não tem faixa de areia. Apenas pedras e o mar. Na estrada, um pouco à frente, existe um mirante: de um lado conseguimos ver a Praia da Foca e do Forno e do outro lado o mar aberto.
Fomos até a Praia Brava, com faixa de areia bem longa. O mar estava calmo, mas normalmente é agitado. Dividido também por rochas, onde é possível caminhar, existe uma trilha que leva para a Praia Olho de Boi, destinada a prática de naturalismo. 
Seguindo mais para o centro fomos até a Praia dos Ossos. Não é um lugar bom para banho devido ao tráfego de embarcações, pois saem vários passeios para outras praias.
Dali, Praia de João Fernandes. (FOTO) A entrada é muito bonita, tem muitos quiosques e o pessoal fica bem apertado na areia, pois a maré sobe bastante. Seguindo de carro à direita em uma subida, tem um mirante que é possível ver a Praia João Fernandinho. O acesso se faz por uma escadaria e ela é bem mais rústica que a anterior.
Esse dia realmente não foi de praia. No final da tarde fomos caminhar pela Praia de Geribá, mas o tempo não ajudou muito, pois começou a garoar. Além da garoa, um friozinho chato. Fomos até o mercado comprar algumas coisinhas e na volta fomos surpreendidos por um temporal. Ficamos mais de uma hora esperando para voltar para pousada. 

   

SEXTA
Na manhã seguinte seguimos viagem para a Região Serrana do Rio, e nossa primeira parada foi na cidade de Teresópolis. Logo na entrada da cidade, congestionamento de veículos. Paramos na central de informações turísticas, para adquirir um mapa. A intenção era primeiramente ir ao Mirante do Soberbo, que fica logo em frente. Dalí poderíamos ver o Dedo de Deus, mas infelizmente naquele momento não conseguimos devido a neblina. Então seguimos para cidade para achar a pousada.
Feito o “check-in” seguimos para a Granja Comary, Sede da Seleção Brasileira de Futebol. É um lugar lindo e muito bem cuidado com mais de 150 mil metros quadrados de área verde. O Lago Comary (FOTO) é artificial.





Como estávamos de carro, passamos por diversos pontos turísticos da cidade: Igreja de Santo Antônio que fica na principal avenida da entrada da cidade, Cascata do Amores que é um lugar bem interessante, mas mal cuidado e aí passamos pela cervejaria Vila St. Galen, mas não entramos.
Na sequência fomos conhecer o Castelo Montebelo (FOTO), que estava fechado. Uma pena, pois, poderia ser mais uma bela atração turística na cidade.


SÁBADO
O dia amanheceu ensolarado e logo fomos para o Mirante do Soberbo para ver o Dedo de Deus, e dessa vez conseguimos. (FOTO)


Seguimos então para Petrópolis, a “cidade imperial”. Como de costume fomos direto para a pousada e lá o pessoal nos forneceu um mapinha e algumas explicações. Deixamos o carro e seguimos caminhando. Uma paradinha aqui, outra ali e como já era meio dia, decidimos almoçar. Após, fomos conhecer a Catedral São Pedro de Alcântara (FOTO).


É muito imponente. Construção em estilo neogótico e o projeto se inspira em catedrais do Norte da França. Ali que estão enterrados os restos mortais de Dom Pedro II, Dona Teresa Cristina, Conde D’Eu e Princesa Isabel. Na avenida passamos também pela casa da Princesa Isabel.
E por esse caminho chegamos à Cervejaria Bohemia, onde tem o tour pela cervejaria, restaurante, empório e bar. Um pouco mais a frente está o Palácio de Cristal, (FOTO) inaugurado em 1884, inspirado no Palácio de Cristal de Londres e do Porto, hoje patrimônio tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.



O próximo local visitado foi a praça da Liberdade, com direito a um belo açaí. Depois visitamos o Museu da FEB, com entrada gratuita.
Quase 16h e seguimos para o Museu Imperial (FOTO). Nossa intenção era participarmos do último tour. Conseguimos. Logo na entrada é preciso calçar pantufas para preservação dos pisos originais.
Sua construção é estilo neoclássica e serviu de residência de verão de Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina. Somente em 1943 foi transformado em Museu. Grande parte da decoração interna se preserva. A Coroa usada por Dom Pedro II em sua coroação é um dos principais destaques juntamente com as jóias e manto real. No jardim além de árvores centenárias encontra-se uma estátua de Dom Pedro. Também existe um acesso pelo jardim onde ficam as carruagens daquela época. Vale muito a pena esse passeio!


DOMINGO
Acordamos cedo e seguimos nossa viagem de retorno para Campinas, mas antes uma paradinha no Trono de Fátima. Local fechado. Nesse trajeto de volta paramos na cidade de Bananal. Caminhamos na praça da Igreja e descansamos um pouco. Continuando o percurso de volta, paramos em São José do Barreiro. Mais uma caminhada pela praça, com direito a um sorvetinho. Chegamos em Campinas por volta das 19h.