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sexta-feira, 4 de janeiro de 1980

Eurotrip - República Tcheca, Eslováquia, Áustria, Lichenstein e Suíça


REPÚBLICA TCHECA, ESLOVÁQUIA, ÁUSTRIA, LICHENSTEIN E SUÍÇA
Para essa Eurotrip, 02 países escolhidos foram República Tcheca e Eslováquia países com muita história. E falando em história, uma rápida explicação. Localizada no centro Europeu, a Tchecoslováquia foi criada em 1918, ao fim da 1º Guerra Mundial a partir de território pertencente ao então recém dissolvido Império Austro-Húngaro, que exercera controle sobre a região por séculos. A união dos territórios tcheco e eslovaco foi oficialmente proclamada em Praga, a 14 de novembro de 1918. 

De 1918 a 1946, a Tchecoslováquia foi um estado democrático semelhante à maioria dos estados de economia capitalista do ocidente. A partir de 1946, com o término da 2º Guerra mundial e a ocupação soviética, o país torna-se uma república socialista, de regime semelhante aos vários outros surgidos no leste europeu na mesma época, seguindo com tal configuração até o colapso do socialismo em todo leste europeu. A partir daí o país abandonou a orientação comunista e finalmente a 1 de janeiro de 1993 deu origem a dois novos estados, República Tcheca (capital Praga), e a República Eslovaca (capital Bratislava), existentes até os dias de hoje


SEXTA-FEIRA
O voo estava marcado para às 22h15. O ônibus deveria partir de Campinas (Largo do Pará) às 17h30, mas atrasou. Por volta das 20h30, enfim Guarulhos. O ponto de desembarque do ônibus fica do lado oposto ao local do guichê da TAP.



SÁBADO
Por volta de 12H05, Lisboa (FOTO)




Aí começou a confusão. Até a ala da imigração foram mais alguns minutos e lá, uma fila gigantesca de passageiros. O próximo voo sairia as 13h35. Observando, apenas 02 guichês de atendimento funcionando. Procurando, lá estava uma atendente da TAP. Conversando, disse para aguardar que alguém iria chamar para o embarque, já que era conexão. Como muitos passageiros fizeram o mesmo a bagunça se instalou, essa atendente resolveu ir embora e simplesmente sumiu do local. Ninguém veio chamar ou orientar. Nisso, o guichê para cidadãos europeus foi aberto e vários passageiros correram para lá. Porém, faltavam 15 minutos para o embarque. No atendimento, a informação óbvia: não tem passaporte europeu, então a fila é outra! Explica, explica e explica. Enfim, a liberação. Correndo, direto para o portão do embarque da conexão Avião ali, mas embarque encerrado!
Por ali, mais 02 casais também impedidos de embarcar, devido à mesma situação. Fomos todos ao guichê da TAP explicar tudo que tinha ocorrido. A opção: vários voos até nosso destino final para podermos chegar a Praga no mesmo dia. Os 02 casais se recusaram. Eheheh. Só eles. E se iniciava mais uma jornada de conexões: Zurique e Frankfurt. Foi muito cansativo, chato e desagradável. 
O Destino final, Praga quase meia noite. Sendo que era para chegar às 17h55. Fim dos problemas? Não! Nesse horário o único meio de locomoção seria táxi para o centro da cidade, pois os ônibus param de circular por volta das 23h. Além disso, sem chance de fazer o “check in” (hospedagem já paga) no hostel. Solução: dormir no aeroporto, em uma grande sala com sofás. Dormir? Claro que não. Um ou outro cochilo.

DOMINGO 
5h. Saque de dinheiro em uma das diversas máquinas. Dali para o terminal 2 para pegar o ônibus da Airport Express com destino à estação central Praha Hlavní Nádraží. Passava das 5h30 quando o ônibus chegou. Ao entregar uma nota para pagamento da passagem, o motorista disse só aceitar notas de valor menor.
Raiva foi pouco nesse momento. De volta na máquina para pegar dinheiro. Porém agora, notas de menor valor.
O embarque só foi possível no segundo ônibus. Chegamos na estação Praha Hlavní Nádraží. Direto guardar a mochila no “locker” e tomar café.
Agora era seguir o roteiro planejado.
Às 08h06, ali mesmo na estação, trem rumo à Kutná Hora. 08h55, desembarque. Estação minúscula. Logo ao sair da estação, uma única placa indicando a direção das atrações. Como alguns outros turistas que desembarcaram foram rapidamente seguindo naquela direção, o jeito foi fazer o mesmo. Após caminhar por mais de 20 minutos com um mapinha impresso ainda no Brasil em mãos, lá estava uma casa de informações turísticas. Ali sim, mapa turístico da cidade disponível. Tickets para as atrações comprado: Kostnice Sedlec (Ossuário Sedlec ) + Chrám svaté Barbory (Catedral Sta. Bárbara) + Nanebevzetí Panny Marie (Catedral Nossa Senhora da Assunção).
E a primeira atração estava logo ali ao lado. O famoso ossuário (FOTO). É uma pequena capela com mais ou menos 40 e 70 mil esqueletos, localizada abaixo da Igreja com cemitério em seu entorno.




Um lugar um tanto que macabro. Frio e gelado. É quase que inacreditável o tanto de esqueletos desse lugar. Muito legal.
Depois, caminhando uns 30 minutos, passando pela St. James Church até o jardim da Italian Court. Como o sol estava forte, descanso no belo gramado do local. Seguindo: Hrad Hrádek, Museu da Prata e colégio jesuíta. E lá estava: à Catedral Santa Bárbara (Patrimônio Mundial da UNESCO), que é uma das mais famosas Igrejas Góticas na Europa Central, o destino mais longe da caminhada. Linda e imponente.
Já passava das 12h. Hora de retornar, passando pela fonte de Pedra (Kamenná kašna).  Opa, paradinha para comer um delicioso kebab. De volta à caminhada, Coluna da Virgem Maria Imaculada e o Museu Tcheco. Sol forte e muito calor. Parada para comprar água em um mercado. Último local para visitar: Catedral Nossa Senhora da Assunção, pois de manhã estava fechada. Igreja bem simples, sem muitos santos e decorações. Essa, tranquilamente dispensável do passeio.
15h. Dia chegando ao fim. Já na estação, outra coisinha chata: o ticket de trem comprado antecipadamente no Brasil era para às 18h01. Portanto, o jeito foi aguardar 2 trens antes. Muito cansativo!!! Mas valeu!!!
Já em Praga, com a mochila e mapa na mão, foi procurar o hostel MB5, próximo à estação, em Praga 1. Facilmente encontrado. Outro contratempo: o proprietário do local não queria mais liberar as 4 noites reservadas e sim apenas uma, alegando que não comparecimento na noite anterior, sem comunicação. A explicação foi clara: perda do voo e atraso. Porém, foi encaminhado e-mail ao mesmo explicando. O sujeito nem leu. Com a interferência de um funcionário do local, o proprietário chato acabou por ceder. Mais essa para encerrar o dia.
Tantos inconvenientes até aqui? Será que outros tantos nos aconteceriam?

SEGUNDA-FEIRA
Uma bela noite de descanso. Café na estação de trem. Programação inicial: a cidade de Terezin (campo de concentração), mas com os últimos acontecidos, e sem passagem comprada, o melhor foi ficar em Praga mesmo e transferir a ida para quarta-feira.
Início de passeio: a bela Igreja Neo-gótica: Kostel St. Ludmily, muito bonita por dentro e por fora, a Praça da Paz, onde se encontra o Divadlo na Vinohradech. Passamos pelo Edifício Pavilon que é um tipo de shopping que vende de tudo. Galeria Pavilon onde existe varias exposições e apresentações, Igreja do Sagrado Coração de Jesus (Kostel Nejsvetejsiho Srdce Páne), edifício inspirado na Arca de Noé que contém símbolos reais, como a fachada e a cúpula no topo da torre. Descanso na praça ao redor e depois, a Torre de Televisão (Zizkovská Televizní Vez) (FOTO).




A torre fica em meio a uma praça muito arborizada e agradável. Tem 216 metros de altura e pode ser avistada de qualquer ponto da cidade e de lá de cima a visibilidade é de um raio de 100 km ao redor. O que chama bastante atenção nessa construção são as esculturas gigantes de bebes engatinhando para cima e para baixo nos pilares da torre. Uns dizem que as cabeças dos bebes lembram a televisão e outros dizem que os bebes sem rostos é um protesto ao comunismo, cuja repressão faria os jovens crescerem sem identidade. Além da vista panorâmica da cidade existe também um restaurante, café e um quarto de luxo.
De lá, Igreja de São Procópio (kostel Svatého Prokopa) e Museu do Exército (Armádní Muzeum Zizkov), mas estava fechado (funciona de terça a domingo). Dali, Praça da República (Námesti Republiky), que é a fronteira da cidade velha e nova. Lugar maravilhoso. Câmara Municipal, Igreja de St. Joseph, Edifício do Banco Nacional Tcheco, Kotva, Câmara de Comércio e Torre da Pólvora. Rua Prikope, muito conhecida pelo comércio com lojas de departamentos, de grandes marcas, lanchonetes, cafés, restaurantes, várias comidinhas, apresentações, e muitos bancos para um descanso. Demaisss!!!
Praça Venceslau (Wesceslas Square), uma das principais praças da cidade, onde tudo acontece: eventos históricos, manifestações, celebrações, reuniões públicas e também é o centro empresarial e cultural da cidade nova. Momento para descansar e tomar um belo sorvete, pois além do calor, o dia estava terminando.

TERÇA-FEIRA
Novo Museu Nacional (Nová Budova Narodniho Muzea) com direito a uma fotinho e de tram nº 22 para o tão famoso Castelo de Praga (FOTO), em um complexo de 72,5 mil m². 





Desembarque na Estação Prazsky. A visita começou, antes da compra dos tickets, pelos belos jardins. É grátis. Para comprar os tickets, uma multidão. Existem as seguintes opções de tickets: circuito A (longo), circuito B (curto), e circuito C (Tesouro da Catedral e a Galeria de Pinturas do Castelo), logicamente que cada um com valores diferenciados. Opção pelo circuito B.
Catedral de São Vito (St. Vitus Cathedral), de arquitetura gótica. É grande. A torre tem altura de 96,5 metros.
Quase 12h, horário da troca da guarda (FOTO). Para tal, foi só sair do complexo do castelo. Uma multidão se aglomerava para observar essa “apresentação”. Sob um sol forte ficamos bem pertinho do portão onde os guardas passariam e de 5 a 10 minutos foi feita a troca. Agora era continuar a conhecer o restante do complexo.




Entrar novamente com uma fila gigantesca, com catraca e revista dos guardas (onde pediam para abrir as mochilas e bolsas). Já lá dentro, direto ao Castelo.
Bazilika svatého Jiří (Basílica de São Jorge), com uma fachada barroca, simples até. Mas o interior é muito impressionante. Pedras branquíssimas de calcário com um visual deslumbrante e ainda abriga os túmulos de membros dos Presmilidas, a Capela de Santa Ludmila e Estátua de Brigitta.
Zlatá ulička (Golden Lane), uma “vilinha”, com ruas bem estreitas e casinhas bem pequenas. Na época as pessoas eram bem mais baixas que atualmente, por isso as casas eram pequenas e bem baixinhas. Nessa vila moravam as pessoas que serviam o Castelo como: artesões, ferreiros e ourives. Realmente um charme esse local!
Por fim, o próprio Starý Královský Palác (Antigo Palácio Real).
Por volta das 14h, a saída pelo portão onde é feito a troca da guarda, (entrada principal do castelo), que fica de frente com a imensa Praça Hradcany, com diversas construções históricas: Palácio Episcopal, Palácio Sternberg, Palácio Martinic, Palácio Toscan e Palácio Schwarzenberg.
Ali está o Palácio do Arcebispo (Archbishop Palace), sede da Igreja Católica em Praga. Mais à frente o Palácio Lobkowicz que é considerado um dos maiores do complexo e que conta com uma maravilhosa coleção de arte e partituras de Mozart e Beethoven. Quase no final da praça está o lugar de peregrinação mais importante da bohemia: o Santuário Nossa Senhora do Loreto que fica ao redor da Santa Casa. Dali, para o Convento de Strahov que fica em cima de uma colina. Possui uma biblioteca barroca e uma coleção de pinturas na galeria da abadia.
Agora rumo à Malostranské Námestí, mas antes umas fotos da Igreja de São Nicolau (St. Nicholas Church). Hora de comer um delicioso kebab para repor as energias. Depois pela Rua Mostecká, a tão famosa Ponte Carlos (Charles Bridge). Sensacional é claro, lotada de turistas. Fotos do Muzeum Karlova Mostu e da Kostel Nejsvětějšího Salvátora. E o calor, intenso. O que fazer? Cerveja tcheca para aliviar.
Krannerova kašna, National Theatre e a incrível Dancing House. Štítkovská vodárna e um descanso na Karlovo náměstí para encerrar o dia.

QUARTA-FEIRA
Dia de visita à Terezin, uma pequena cidade que fica aproximadamente 60 km de Praga. Este foi mais um lugar marcado pela violência e crueldade humana essa cidade na verdade era um gueto murado, um campo de concentração, toda cidade tem um “ar triste e pesado”.
Cedinho, de metrô da Praha Hlavní Nádraží até Nádraží Holešovice. Junto à esta estação de metrô existe o terminal de ônibus. Da plataforma 7 sai o ônibus com destino a Litomerice, que iria nos deixar em Terezín. Às 8h saiu o ônibus em uma viagem de 50 minutos. A melhor opção é desembarcar na estação Bioveta, em frente a Fortaleza Pequena. Porém, o desembarque foi em frente ao Muzeum Ghetta. Informações, mapas e tickets comprados. Início do passeio visitando o local onde conta toda a história da cidade, dos extermínios e tudo o que aconteceu por ali. Depois, para a Fortaleza Pequena ou campo de concentração. Logo na lateral da entrada está o Národní hřbitov, que é um Cemitério Nacional com 600 túmulos com uma cruz ao meio representando os cristãos que ali estão. Ao fundo a estrela de Davi (FOTO) representando os judeus. 


O pequeno forte (as prisões), com vários barracões (FOTO). Alguns tipos de celas e as mais comuns eram as coletivas onde ficavam vários presos em um ambiente fechado sem contato com a luz do dia. Em um outro tipo de cela havia cama de três andares, mesas e bancos, pia e vaso sanitário. Os banhos eram coletivos. Outro tipo de cela eram a solitárias. Não havia câmara de gás em Terezin, desse modo os presos eram mortos por fuzilamentos ou enforcados.



No caminho o túnel da morte, um lugar muito doloroso, pois os presos sabiam que ao passarem por ali, jamais voltariam com vida. Do outro lado, ao saírem, estavam os soldados esperando para disparar suas armas.
Národní Muzeum. Muitas exposições e o que mais chamou atenção foi uma réplica de um dormitório, com roupas, objetos, e tudo que eles usavam. Era um cenário muito real, só de observar nos dava uma angústia de como as pessoas viviam ali.
Com o sol forte castigando, direto rumo ao Krematorium. Lugar extremamente triste. Local com uma sala fria para autopsias e quatro fornos de cremação. Dali as cinzas eram levadas para o columbário. Bem ao lado do crematório está o cemitério judeu.
Então, foi a vez de conhecer a The Jewish Prayer Room and Replic of Attic (Sala de Oração Judaica). No sótão tinha uma pequena casinha e abaixo uma sala de oração com a estrela de David de seis pontas, com descrições hebraicas na parede. Ainda caminhando, praça Smenatovy Sady e de volta à praça central, ao lado do  Muzeum Ghetta.
14h40 no ônibus de volta à Praga. Na capital, um passeio de final de tarde na famosa Wenceslas Square. Lugar lindo e lotado.  
     
QUINTA-FEIRA
Último dia na maravilhosa Praga: Muzeum Policie České Republiky, Kostel svatého Jana Nepomuckého na Skalce, František Palacký, Saint Wenceslas church and square (observe que não é a Wenceslas Square), Kampa Island Museum e logo ali ao lado, Crawling Babies. Sim, mais bebês semelhantes aos da Torre de TV de Praga.
Continuando, Maltézská Pomoc e o super famoso Lennon Wall. Legal mesmo! Fica bem pertinho da Charles Bridge (FOTO). De novo cruzar essa maravilhosa ponte, bem devagar.
Já na Karlova Street, momento para se deliciar com o doce Trdelník recheado de sorvete. Bom? Não! Magnífico!!!



Seguindo lá estava o Hotel Taurus, Prague City Hall e a Old Town Square. Linda praça com seu atrativo maior: Prague Astronomical Clock.
Calor forte, mais de 14h e a vez agora foi da St. Nicholas' church, bem ali na Old Town Square. Seguindo pela luxuosa rua Parizská e foi a vez de conhecer a Old Synagogue. Dali, o Jewish Ceremonial Hall, a Právnická fakulta Univerzity Karlovy e a Čechův most. Infelizmente o dia se aproximava do fim. Retorno, direto para a Wenceslas Square com a enorme estátua Pomník svatého Václava.
Início da noite e de volta ao hostel MB5. Chamei o atendente para realizar o pagamento da estadia. Eis que me apresentou um recibo constando um valor maior do que o contratado. Mostrei-lhe minha reserva, constando o valor menor. O sujeito se irritou e surtou. Disse que não iria cobrar nada e que não queria mais conversar comigo. Pois é. Louco!
Pedi para falar com o proprietário e me disse que tinha ido para a Alemanha á negócios. Consegui contato com o mesmo e informei sobre a ocorrência. O mesmo entendeu e confirmou o valor que eu havia contratado. Como o atendente louco desapareceu, me pediu para que eu deixasse o valor dentro do próprio quarto. Foi o que fiz.
Aqui fica a dica: apesar da boa localização, não vale a pena a hospedagem no hostel MB5. O atendimento é péssimo!
Pois é, mais uma ocorrência desagradável!

SEXTA-FEIRA
6h e caí fora do hostel, torcendo para não ter mais surpresas desagradáveis ali. Felizmente, nada aconteceu.
Caminhando lá estava o belo edifício da Ópera Estadual e rapidinho à Praha Hlavní Nádraží. Às 07h12, de trem para Plzen. E 08h48 o desembarque na imponente Plzeň hlavní nádraží. Logo ali em frente, um maravilhoso jardim florido.
A pé até o Pension City Hostel, “check in” e início do passeio diário pela cidade. Diretamente para a praça Safarikovy Sady. Dali, o Západočeské muzeum v Plzni.
12h, o almoço no Big Burger. Saíndo, pela avenida Americká, foi seguir até o Pivovarské Muzeum e direto para a Cervejaria Pilsner Urquell. Já comprado o passeio com início às 14h20 (duração 50 min.) – Historical Underground tour (FOTO). Muito, mas muito legal mesmo. Ao final, um vale cerveja, que seria utilizado no dia seguinte. Dali, caminhando para o segundo passeio também comprado anteriormente pela internet: Pilsner Urquell Brewery Tour, com saída às 16h30 (duração 100 min.). Mais um passeio fantástico, com excelente explicação de tudo por parte da guia e com direito a degustação de cerveja no final do passeio. Tudo muito legal!







Depois desses maravilhosos passeios e já com a noite se aproximando, hostel.

SÁBADO

Infelizmente o dia amanheceu chuvoso. Café da manhã delicioso. Vamos caminhar: Náměstí Republiky, com a Cathedral of St. Bartholomew, Peklo e Plzeň Plaza. Dali, Divadlo Josefa Kajetána Tyla, New Theater - Josefa Kajetána Tyla e a Fakulta pedagogická. Então direto para a linda Great Synagogue (FOTO) e o Old Theater - Josefa Kajetána quase em frente.

Smetanovy Sady, o Kavárna Měšťanská beseda, Safarikoky Sady e para encerrar, direto para o Pivovarské Muzeum – Bar para utilizar o vale cerveja do dia anterior.
Dali para o hostel, logo ao lado. “Check out”. Na sequência direto para a estação e às 16h02 de trem para Cesky Krumlov, chegando às 19h06, já escurecendo.
Estação minúscula. Mapa na mão e caminhada rumo ao Hostel 99. Porém, logo no início da caminhada, uma colombiana “perdida” perguntou se poderia acompanhar-nos até o centro histórico, pois estava desorientada e sem mapa. Lá fomos nós.
Chegando ao hostel, pediu orientação na recepção sobre como chegar ao local onde tinha feito reserva. Era longe dali.
“Check in” e tchau-tchau colombiana. Minutos depois, uma caminhada em busca de lugar para comer.

DOMINGO
E mais um dia chuvoso se inicia. Mas sem dúvida, isso não seria nenhum problema. Seguindo pela rua Latrán, lá estava o portão de Latrán. Á direita, subindo o Cesky Krumlov Castle. Enorme e repleto de móveis, quadros, estátuas e outras tantas relíquias. Fotos à vontade. Existem pontos onde é possível a observação da cidade, lá embaixo. Se comparado ao Castelo de Praga, esse vale muito mais a pena ser visitado. Do lado externo, um belo e enorme jardim.
De volta à rua Latrán, lentamente até a Lazebnický most e a Námesti Svornosti (FOTO), com seus lindos prédios ao redor. Depois de longos minutos de apreciação do local, novamente em uma lenta caminhada a Synagogue. Por ali, o City Park com a pequena igreja Sv. Martin.
  

E nesse caminhar lento, apreciando a cidadezinha medieval, lá estava a colombiana do dia anterior. Mais uma vez, perdida. Sem saber onde ir. Conversamos um pouco e a sugestão foi para que ela fosse visitar o castelo que, pasmem, nem sabia que existia.
Continuando: Mestské Divablo, Regionální muzeum e igreja Sv. Vit.
Mais ou menos 14h e a fome interrompeu o passeio. Então, de volta à rua Latrán, uma pizza gigante foi a solução.
De volta ao passeio: Monastery, Tower Krumlov e finalizando o dia, a Budějovická brána.
A parte turística de Cesky Krumlov, que é maravilhosa, é pequena e pode ser visitada tranquilamente em um dia.

SEGUNDA-FEIRA
4h, mochila às costas, direto para a rodoviária. O ônibus, com monitor de DVD individual e serviço de bordo, partiu às 5h, para České Budějovice. Ali, após baldeação, outro ônibus super luxuoso direto para Brno.
10h40, no destino. Cidade estudantil grande e movimentada. Direto para o Hostel John Galt, pertinho da estação rodoviária. Aliás, estação rodoviária e de trem sempre lado a lado nesse país.
“Check in” feito. Início do passeio: Old City Hall (FOTO) com uma vista incrível da cidade. Kostel svatého Michala, Park Denisovy Sady, a enorme e bela Cathedral of St. Peter and Paul e o Hrad Špilberk, que para chegar, cansa bastante. Uma subida e tanto, por caminhos muito bonitos.




Já de volta a parte baixa da cidade, caminhando na avenida Husova, a Moravská galerie, Janáčkova akademie muzických, Masarykova univerzita e em seu final, a Kostel Jana Amose Komenského. Dali, a Kostel svatého Tomáše, Nejvyšší správní soud, Kostel sv. Jakuba, Římskokatolická farnost u kostela e Namesty Svobody.
15h e sem almoçar? Loucura! Na Masarykova Street, foi um kebab o responsável por fazer sumir a fome!.
Seguindo: Mincmistrovský sklep, Cabbage Market Square com uma feira bem movimentada. Hora para descansar e saborear um belo sorvete.
Ainda por ali, o Moravské zemské muzeum, e retorno ao hostel, passando antes pelo Muzeum Hracek.

TERÇA-FEIRA
Dia frio. Ninguém na recepção. Então uma caminhada rápida, para depois retornar, tomar o café da manhã e fazer o “check out”.
Malinovského Namestí, Mahenovo divadlo e retorno ao hostel. Agora já com um recepcionista, foi servido um café da manhã bem simples. “Check out” e direto para a rodoviária.
Situação nova: para despachar uma mochila no bagageiro do luxuoso ônibus, tinha que pagar.
09h30 ônibus saindo para Bratislava. Viagem muito gostosa, com paisagens muito bonitas. 11h15! Eis Bratislava.
A rodoviária não estava pertinho do Hyde Park Hostel reservado anteriormente, mas apesar do calor, a opção foi caminhar para conhecer o percurso, com respaldo de muito segurança e tranquilidade local. 20 minutos depois, o amável e prestativo proprietário do hostel fazia seu trabalho receptivo. Disponibilizou um quarto sensacional.
12h. Mapinha na mão e mais caminhada: Namestié Slobody, Slovak Radio, Kostol Blumentál, Medická záhrada, Slovenské národné divadlo e as margens do Rio Danúbio, junto ao Eurovea Mall (FOTO). Depois de um bom tempo ali, era conhecer o grande Eurovea Mall. Muito bonito. Vale a visita.




Starý most, e conhecendo o Právnická fakulta UK, a Safarikovo Namestié, a tão famosa e bela igreja azul Modrý kostol sv. Alžbety.
Hora de comprar comida e bebida. Dali, já no final da tarde e a caminho do hostel, ainda deu pra ver a Church and Convent of the St. Elisabeth e Synagóga.

QUARTA-FEIRA
6h. Com tantas coisas gostosas compradas no dia anterior no mercado, ali mesmo no quarto aconteceu o café da manhã. Na sequência, uma caminhada de 20 minutos até a estação Bratislava hlavná stanica. Ali, tickets de trem comprados e pouco depois das 7h rumo à Trnava.
Por volta das 8h, a bela cidade. Na estação de trem não tinha informações turísticas. A sorte, foi o mapinha impresso da internet. Salvador!
A cidade possui um centro medieval cercado por uma fortaleza, não muito distante da estação. É ali a parte turística a ser visitada.
Início do passeio: Evangelical Church, Námestie Slovenského, caminhando cruzando um belo parque e até o City Arena, misto de shopping Center e estádio de futebol do FC Spartak Trnava. Local muito bonito. Ali, já se tem ruínas das antigas muralhas. Ao lado está o Západoslovenské múzeum. Caminhando, Namestie Svätého Mikuláša. Ali está a belíssima Dóm svätého Mikuláša. Depois de visitada, na parte de trás, foi cruzar a muralha para observar a parte nova da cidade. De volta para dentro da muralha, Múzeum Kniznej Kultúry e St. Anne's Church, antes da Trojičné námestie, que é a principal praça dentro da fortaleza. Ali existe um centro de informações, na parte térrea da bela City Tower. Ainda caminhando, Kostol svätého Jakuba, a sensacional Katedrálny chrám svätého Jána Krstiteľa e logo ao lado a University and Monastery. Então até a Hlavná Street (FOTO), muito movimentada nesse momento. Town Hall, St. Joseph's Church e para encerrar, a St. Helen's Church.



Cidade encantadora que surpreendeu positivamente.
Pouco mais de 12h e já de volta à estação de trem. Mais precisamente no terminal de ônibus ao lado, aguardando pelo ônibus que levaria para Nitra.
Já na grande rodoviária de Nitra, mais uma vez, nada de local de informações turísticas. Mais uma vez, salvo pelo mapinha impresso na internet.
Okresný úrad e às 14h na Galéria Mlyny para almoçar.
Seguindo: Piaristický kostol sv. Ladislava, St. Michael Church e a bela Svätoplukovo námestie. Ali está o Divadlo Andreja Bagara e o Ponitrianske múzeum, onde existe um centro de informações turísticas.
Dali, o Nitriansky hrad (Castelo de Nitra), no alto de uma colina (FOTO). Nitrianska galeria e iniciou-se uma subida, pela antiga vila. Kostol svätého Petra a Pavla, Pribinovo námestie, Knazsky Seminar, a bela e famosa Corgoň, Socha kniežaťa Pribinu e enfim, o Nitriansky hrad.


Aqui tem existem opções de tickets. A escolha foi por conhecer a igreja e sua torre, além do jardim.
A vista da torre é sensacional. O jardim é interessante.
Ao final, uma rápida garoa, que não atrapalhou em nada.
Final de tarde. Lento retorno para a rodoviária. Uma caminhada de pouco mais de 30 minutos apreciando a cidade e o vai-vém das pessoas.
Tickets comprados para aqueles luxuosos ônibus e, como ainda restava aproximadamente 01h antes da partida, nada como conhecer e aguardar na estação ferroviária logo ali ao lado.
Excelente passeio: 02 cidades em apenas 01 dia. Vale a pena!

QUINTA-FEIRA
Dia de passeio por Bratislava: Prvá Postová Schránka, Kostol sv. Jána z Mathy, Kostol sv. Stefana, uhorského krala, Prezidentský palác e o Presidential Garden, logo atrás do palácio e com acesso grátis.
Depois de um bom tempo nesse belo jardim, a caminhada, agora morro acima e com sol forte. E depois de uma boa caminhada, lá estava o grande e belo Slavín War Memorial. Local muito bom para fotos panorâmicas da cidade. 
11h e rapidamente de volta para o Prezidentský palác, pois extamente ás 12h aconteceria a troca da guarda. Muito bem posicionado, dentre muitos turistas, lá estava a cerimonia. Show! (FOTO).





13h e fome. O almoço aconteceu na Rua Obchodná, a do hostel. 
Isso feito, início da tarde e o passeio pela magnífica cidade continuou: Kostol Navstívenia Panny Márie, Námestie Slovenského národného povstania, Primaciálny Palác, Bratislava City Museum, Primatial Square, Stará Radnica, a movimentadíssima Stará Trznica com suas inúmeras banquinhas de comidas e outros produtos e, pausa para o sorvete.
15h: Old Bridge - Starý Most, com direito a bom tempo apreciando o rio. Já do outro lado, uma caminhada na Sad Janka Krála, passando pelo Dunajský Pivov e a chegada à UFO Tower. Tickets comprados e elevador para cima. 
A vista é linda. De toda a cidade dá para ver até a Áustria desse local.
Atravessando o rio pela Most SNP e uma caminhada pela Rázusovo nábrezie, margeando o Rio Danúbio, até a Hviezdoslavovo námestie, encerrando o passeio do dia.   


SEXTA-FEIRA
Último dia em Bratislava.
Passadinha pela Námestie Slovenského národného povstania, anteriormente visitada, e agora em busca das famosas estátuas de rua da cidade. A maioria próxima. Napoleon's Army Soldier e a Schöne Náci na Hlavné námestie, bem como a Maximilian's Fountain. Outra estátua famosa alí pertinho é a Man at Work - Cumil. Muito legal e diferente. 
St. Martin's Cathedral, Medieval City Walls, Kostol Klarisiek, St. Catherine's Chapel, Michael's Gate, Museum of Pharmacy e mais uma longa caminhada até o Bratislavský hrad. Lindo. Um jardim bem cuidado. 
15h já!? Então, retornar aos poucos, conhecendo ainda: Chrám svätého Mikulása, Rybné square, Slovak National Theatre e para encerra a tarde, um belo passeio pelo Hviezdoslavovo námestie.
Em um supermercado, compra de comida e bebida. Dali para o hostel. Agora, de volta à rua, agora para comprar roupa.
Início da noite, mais uma vez de volta ao hostel, para descansar um pouco.
20h, e rua. Estava acontecendo o Festival Svetla Bratislava (festival das luzes), com diversas apresentações, exposições, comida de rua e show de luzes espalhados pela cidade. Lindo, lindo, lindo. Uma atração melhor e mais surpreendente que a outra. (FOTO).  






22h, só restava retornar ao hostel e dormir. 

SÁBADO
5h30, café da manhã e rapidamente iniciou-se a caminhada até a rodoviária. 7h ônibus com destino à Viena. 8h30, a capital austríaca. Frio. Direto para o Sommerhotel Wieden, ali pertinho da estação. “Check in”, mapa turístico da cidade em mãos e desorientação básica, achando que não seria longe, que tal caminhar até Schloss Schönbrunn? E fazendo um caminho um pouco louco: Alois-Drasche-Park, pertinho do hotel, atravessando a linha do trem, Evangelischer Friedhof Matzleinsdorf e subindo a Avenida Triester. Viena é enorme. O destino estava muito longe. A caminhada até ali já tinha sido de uns 30 minutos. Rápido descanso no Martin Luther King Park. A intenção era passar pelo Erholungsgebiet Wienerberg. Sem chance.
Tickets comprados para às 11h30 no Schloss Schönbrunn. Então, direto para lá. 
Caminha, caminha e não chegava. Na verdade mais 01h caminhando. Ufa. Caminhada cansativa e uma enorme perda de tempo.
11h. Enfim, o Schönbrunner Schlosspark, com o castelo e um gigantesco jardim, todo segmentado.
Pela internet já tinha comprado o ticket The Classic Pass, com direito as seguintes visitas: Grand tour + Privy Garden (FOTO) + Maze and Labyrinth + Gloriette + Orangery Garden.

Tudo ali é muito grande e a visita se estendeu durante toda a tarde.


Não são permitidas fotos no interior do palácio. Mas mesmo assim, vale muito à pena.
Final de tarde, de metrô direto para o hotel.

DOMINGO
Café da manhã do hotel, farto e tudo muito saboroso.
De metrô até a estação Karlsplatz . Começo do passeio: Technische Universität, Evangelische Kooperative Mittelschule, a hiper famosa Karlsplatz, Karlskirche e. Wien Museum Karlsplatz. Ainda caminhando, a Schwarzenbergplatz.
Seguindo, o grande e movimentado Stadtpark, Franziskaner Kirche, a Kärntner Straße, Domkirche St. Stephan, Equitable, as belezas da Rua Graben, Katholische Kirche St. Peter. Hofburg Wien, Albertina Museum e a Albertinaplatz logo em frente.
12h, Burggarten. Local para um longo descanso.
Seguindo: Neue Burg, Äußeres Burgtor, Naturhistorisches Museum Wien e Kunsthistorisches Museum Wien e Museums Quartier.
Ao retornar para a avenida Burgring, uma quantidade enorme de motoqueiros estava passando e entrando no Volksgarten. Claro, uma olhadinha e fotos.
Mas antes de conhecer o parque, Austrian Parliament Building primeiro.
Agora sim, perto das 15h, o Volksgarten (FOTO)




Fotos do Burgtheater que fica logo ao lado e rumo ao Rathaus Park. Ali estava montado o Circus Roncalli, com muitas barracas de comes e bebes ao redor. Devido ao horário e a fome, deliciosos Langos para alimentação.
Seguindo o passeio: a imponente prefeitura, o Musa, Votivkirche, Rooseveltplatz e dali, de metrô, direto para a Marienbrücke. Região com muita gente e com vários restaurantes e bares. Dentre eles o Café & Restaurant Motto am Fluss, que é um barco e o Hard Rock Café.
Finalzinho da tarde e por ali mesmo, kebab de jantar.
De metrô, até a estação Karlsplatz, para contemplação da Karlskirche durante a noite. Um passeio pela região: Gesellschaft der Musikfreunde e Vienna State Opera.

SEGUNDA-FEIRA
Viena é uma cidade muito grande, bonita e com inúmeros pontos turísticos.
Visita à Katholische Pfarrgemeinde St. Elisabeth, passando pelo Schweizergarten e chegando ao Museum of Military History. Dos jardins que circundam os enormes edíficios, lá estava a Telekom Austria Aktiengesellschaft.

Então, o Belvedere (FOTO). A opção foi de não entrar nos palácios, ficando apenas no enorme jardim, menos movimentado que o Schönbrunn.



11h. A saída foi direto na rua Rennweg, praticamente em frente à Polnische Kirche. Dali Schwarzenbergplatz e de metrô até a Stadt Prater, com uma grande festa típica. Mas o maior objetivo ali era visitar o famoso museu de cera Madame Tussauds.
Quase 02h caminhando lentamente entre tantas e tantas personagens do local.  Quantas fotos tiradas? Vixe! Inúmeras!.
Passava das 14h. Caminhada ao redor da Wien Praterstern Bahnhof e kebab na Praterstraße, para “matar” a fome.
16h. Agora, de metrô, foi a vez de conhecer o Donaupark – Donauturm. Uma enorme torre de televisão localizada em um parque gigantesco.
O parque é muito bonito, com um gramado imenso e jardins muito floridos. Existe um trenzinho para turistas ali. Depois de caminhar bastante, direto subir a torre com um elevador bem rápido. A vista é sensacional.
18h, volta para o hotel.

TERÇA-FEIRA
6h. Infelizmente sem o café da manhã do hotel, que só começaria a ser servido às 7h.
Às 06h58 trem de alta velocidade com destino à Graz. Apesar de realmente correr muito, em alguns trechos vai devagar, devido a região montanhosa e as curvas. Uma viagem muito bonita.
09h33, a bela cidade. Da estação caminhada direta pela Keplerstraße até o Ibis Budget Graz. “Check in” e de volta para a estação, pois o principal passeio do dia, a visita ao Arnold Schwarzenegger Museum, teria início.
Da estação de trem principal, embarque no ônibus nº 85 com ponto final em Gösting. Ali já aguardava o ônibus nº 48 com destino final em Thalersee. Desembarcando não exietia nenhuma placa orientativa. Porém, com um mapinha de internet em maõs, foi só caminhar por uns 3 minutos até a Linakstraße. Ali já tinha placa. Agora ficou mais fácil ainda. Mai uns 3 minutos de caminhada rua acima e enfim, lá estava o destino.
O museu (FOTO) é a casa onde Arnold Schwarzenegger viveu até Setembro de 1968. No momento ali, não tinha mais nenhum turista. Isso propiciou uma visita muito tranquila, com direito a incontáveis fotos. Um museu riquíssimo em detalhes.




13h30, fim da visita. Caminhada em direção ao ponto de ônibus. Porém, agora, margeando o lago Thalersee, muito bonito nesse dia de sol.
Pouco depois das 14h no ônibus, agora fazendo exatamente o percurso inverso.
15h, já Graz Hauptbahnhof. Caminhada pela Annenstraße e uma pizza almoço de .
Continuando: Apotheke der Barmherzigen Brüder Zum Granatapfel, Sudtiroler Platz, Kunsthaus Graz, Erzherzog-Johann-Brücke e a Franziskaner Kirche. Ao atravessar a Erzherzog-Johann-Brücke sobre o Rio Mur, tinha um canoísta nas correntezas das pedras. Que gostoso poder ver tal cena, no meio da cidade em um rio limpíssimo.
A tarde indo embora e a noite chegando. Caminhada para o hotel, com direito a ver o Grazer Murinsel e visita a Mariahilferkirche.

QUARTA-FEIRA
“Check out”, deixando a mochila em uma sala do hotel e vamos caminhar: Volksgarten, Klosterkirche, Attems e subida para o Schloßberg. Um caminho para pedestres serpentiando o monte. Quanto mais subía, melhor era a vista.
Já lá em cima, várias atrações: canhões, torre, anfiteatro e jardins maravilhosos. Sem falar da vista. Ah, que vista!
Descendo pela parte de trás do morro, chegou-se à Karmeliterplatz. Dali, a Freiheitsplatz, a Saint Catherine's Church and Mausoleum, Dompfarramt, Stadtpark, Oper Graz (FOTO) e ao lado a Statue Lichtschwert, Evangelische Heilandskirche e Rio Mur.




Já próximo das 12h, caminhando pela margem do rio e depois para a parte mais movimentada da cidade, a região da rua Herrengasse: Hauptplatz, com direito a almoço, Erzherzog-Johann-Brunnen, Magistrat der Stadt, Grazer Landhaus, Stadtpfarre Hl Blut, a Am Eisernen Tor e o Cafe Opern-Pavillon.
Sem tempo para mais nada, retorno ao hotel. Não tinha recepcionista e não tinha ninguém por ali. Vixe. E agora para pegar a mochila? Que doideira. Depois de caminhar pelos corredores, enfim uma funcionária. Entregou a mochila. Ufa!
15h45 partiu o trem rumo a Hallstatt. Porém, apesar da noite reservada em hotel daquela cidade, existia a possibilidade de não conseguir atravessar o lago. Os barcos que fazem a travessia encerram as atividades às por volta das 18h30. Melhor não arriscar. Dormir na estação não seria uma boa.
Então, desembarque em uma estação não programada, compra de ticket para Salzburg e sequência na viagem. Passava das 20h, mapinha na mão, rumo ao Urban Stay Villa Cicubo. A primeira estadia era a partir da noite seguinte, mas talvez poderia ter vaga para essa noite também. Grande azar, a recepção estava fechada. Observei que no site onde fizemos as reservas, não tinha informação sobre horários da recepção.
21h. Logo ao lado, o Hotel Jedermann com vaga. Foi a solução.

QUINTA-FEIRA
Bem cedo, sem direito a café da manhã, “check out” e verificar se o Urban Stay Villa Cicubo já estava aberto. Sim. Uma recepcionista, que tinha acabado de chegar, providenciou o “check in”. O plano é ir conhecer Hallstatt. Então, correndo para a estação.
Com um atendimento primoroso, a passagem foi comprada. Início da viagem de ônibus às 9h15, por uma estrada linda até Bad Ischl, chegando às 10h50. Desembarque do ônibus e logo às 11h03 embarque em um trem rumo à Hallstatt. Exatamente às 11h24, desembarque. Descida até o minúsculo porto à beira do lago onde um barco já aguardava. Ticket de ida comprado, o barco lotado de turistas partiu. Paisagem deslumbrante. Tanta beleza que estava difícil escolher para onde olhar.
Uns 20 minutos depois, enfim, Hallstatt. Lentamente caminhando pela cidadezinha lotada de turistas, rumo ao Salzwelten (Mina de Sal). Apesar de adquirido com antecedência o ticket com horário marcado, a entrada foi liberada antes sem problema.
O início do passeio é com um funicular. Dali pega um elevador. Descendo, existe uma enorme ponte e a Rudolfsturm (torre), que ficou para ser visitada no retorno. Opção pelo no caminho da esquerda, morro acima por uns 20 minutos. Passa-se por uma capela, memorial, antiga piscina de sal e tumba.
Já em cima, uma casa que serve de recepção. Após reunirem vários turistas, fomos encaminhados para colocar um macacão especial. Na sequência, veio um guia. Nos deu várias explicações e orientações. Subimos por escadas até a entrada da mina. Longo percurso pela mina, com várias paradas para explicações e etc. De repente, o primeiro escorregador. Muito longo. Que delícia! Mais caminhada e, outro escorregador. Esse, muito mais longo. Sensacional! O passeio termina em um trem que nos levou em uma velocidade incrível para fora da montanha. De volta a recepção e retirado o macacão, iniciamos a rápida descida caminhando até a Rudolfsturm, porém agora pelo caminho da direita. Na torre existe um local para observação. Vista de tirar o fôlego (FOTO).




Já passava das 15h e já na pequena vila, hora de almoçar, em um restaurante à beira do lago.
Finalzinho da tarde, lentamente rumo ao porto, fazendo o percurso inverso até Salzburg.

SEXTA-FEIRA
Logo ao chegar, a recepcionista deixa um café da manhã na porta de todos os quartos. Sim, em um saco, suco e croissant.
Início do dia: Friedhof St. Sebastian, Rio Salzach, Rudolfskai Unterführung, Salzburg Cathedral (FOTO), Residenzplatz, Salzburger Glockenspiel, Mozartplatz, Salzburg Museum, Kapitelplatz e subir até o Festung Hohensalzburg. Mesmo não entrando, a vista lá de cima já compensou.




Peterskeller, Stiftskirche Sankt Peter, Franziskanerkirche, Alexander Pappernigg e, cruza novamente o rio, agora pela ponte Makartsteg, que é a ponte dos cadeados do amor da cidade.
13h. Agora era a vez de conhecer o Mirabell Schloss and Gardens. Famoso, pois ali foi gravado em 1965 o filme A Noviça Rebelde. Visitamos o Marble Hall, Angel Staircase, Mirabell Gardens, Hedge Theater, Orangerie e Dwarf Garden. Sim, sim, sim. Vale muito a pena!
Já passava das 16h. Saindo, lá estava a Makartplatz. Dali a Parish Church St. Andrä e a Evangelische Pfarrgemeinde, às margens do rio. Aliás, a opção foi ficar por ali, à beira do rio, sem fazer nada para encerrar nosso dia.

SÁBADO
Após aquele “café da manhã”, começou a caminhada, desta vez subindo até o Kapuziner Berg. Linda vista da cidade e do rio. Depois de descer, já do outro lado do rio, uma rápida passagem pela Maria Himmelfahrt, heiliger Augustinus e mais uma subida até o Mönchsberg. Sobe, desce, sobe de novo e desce. Ufa! Cansa, heim!
Já na parte baixa da cidade, por volta das 12h: Kollegienkirche, Haus für Mozart, Osterfestspiele, Geistliches Zentrum St. Blasius (FOTO), uma caminhada pela movimentada Getreidegasse, com direito a Mozarts Geburtshaus. 



15h. Comprada comida e bebida, direto para às margens do rio. Dali, para o hotel. Já no início da noite, mais uma saída para andar pela cidade. Noite de festividades pela cidade, principalmente nas regiões da Mozartplatz e Kapitelplatz. Tudo muito legal! 

DOMINGO
Partida às 07h56 da Salzburg Hauptbahnhof e chegada em Innsbruck às 09h38. Trem de alta velocidade. Muito legal!
Após o “check in” no Stoi Budget Guesthouse, que fica pertinho da estação, início do passeio nesse dia nublado: Basilika Wilten, Landesverband d Tiroler Blasmusikkapellen, Stift and Sankt Laurentius Stiftskirche, e morro acima caminhando até o Kaiserjäger Museum e o Bergisel. Descida e caminhada em direção à região central. Passada em frente ao Glockenmuseum e começou um chuvisqueiro bem fraco, mas que incomodava. O jeito foi aguardar passar.
Daí: Triumphpforte, Management Center Innsbruck e o Herz Jesu Kirche. Caminhando pela Herzog-Friedrich-Straße, era hora de comer pois já passava das 12h.
Continuando: Annasäule, o famoso Golden Roof (FOTO), Helbling Haus e o Rio Inn. Dali, a Stadtturm. Uma vista muito boa da cidade. Mas de repente, começou a chover. Mais uma vez tem que aguardar até que passe. Pronto, passou: Domplatz, Innsbrucker Dom - Sankt Jakob, Hofgarten, Hofburg Innsbruck, Tiroler Landestheater e, chuva novamente. É, estava complicado.




Passou? Vamos lá: Tyrolean Museum of Popular Art, Hofkirche, Tyrolean State Museum, Boznerplatz, Landhausplatz, Amt der Tiroler Landesregierung, Servitenkirche (Sankt Josef) e, a chuva de novo. Como já passava das 16h30, devido ao cansaço e estar pertinho do hotel, ida até o mercado comprar comida e encerrar o passeio.

SEGUNDA-FEIRA
Opa, experiência diferente. Amanhecendo em um país, passar parte do dia em outro e a noite já estar em um terceiro país.
Ás 06h30 partiu o trem. Chegada em Feldkirch, ainda na Áustria, às 08h42. Logo ali ao lado da estação de trem, embarque no ônibus nº 11 com destino á Sargans, na Suiça. Porém, o destino era Vaduz, em Lichenstein. Antes das 10h, a chegada. Desembarque na parada Post.
Mochilas no “locker” e pronto para “bater perna”. A parte turística se resume a uma rua e o castelo, cuja opção foi não conhecer internamente, devido a vários comentários na internet mencionando não ser legal.
Calçadão Städtle, City Hall, Kunstmuseum, Post Museum, Post Museum e Vaduz Cathedral. E da cidade, facilmente se vê o castelo (FOTO) imponente no alto do morro.
14h, ali pelo Calçadão Städtle, kebab de almoço. Antes das 15h, já com a mochila às costas, na parada Post embarcando para Sargans, na Suíça. Antes das 16h, o desembarque em solo Suíço. Por ali, foi só descansar até o horário da partida do trem, pois já tinha o ticket comprado anteriormente pela internet. 




Ás 18h58 o trem partiu, chegando em Zürich às 19h53. Da Zürich Hauptbahnhof, caminhando direto para o Swiss Star Guesthouse. Sem recepção, mas com um sistema muito diferente e fácil para pegar as chaves do quarto. Sem nenhum problema.

TERÇA-FEIRA
A guesthouse não disponibiliza café da manhã. Então a solução foi comer o que carregava de comida na mochila.
8h. Zürich Hauptbahnhof. Dali, de tram, direto conhecer o Botanischer Garten (FOTO). Muito grande e bonito, nesse dia de sol e temperatura agradável. Bons momentos garantidos.


Depois, Chinese Garden, Zürichhorn e um tempo ali pelos jardins às margens do Zürichsee. Coisa linda. Por ali ainda, o Museum Bellerive.
De tram, o retorno para conhecer mais lugares: Quaianlagen, Opera House, Stadelhoferplatz, Theater Stadelhofen, Galerie Renée Ziegle, a linda Kirchgemeinde e Limmat River Zurich. Passava das 15h e almoçar foi necessário.
Depois, caminhada pelos arredores e conhecendo outros pontos turísticos, com destaque para St. Peter e a Muhlesteg, “tímida” ponte dos cadeados do amor.

QUARTA-FEIRA
Volkshaus, e de tram até a Zürich Hauptbahnhof. Logo ali, o Swiss National Museum e a Platzspitz, aos fundos. Caminhando: Urania-Sternwarte, Alter Botanischer Garten, Bahnhof Enge e FIFA Museum (FOTO).




11h, ticket comprado  foi só entrar. Ah, a cada passo uma surpresa legal. O lugar é bem grande e tem muita coisa para se ver. Tudo sobre o futebol. Para os amantes e os não amantes desse esporte, vale muito à pena. Surpreendentemente passava das 14h ao sair do local. Nossa, foram mais de 3h visitando o museu.
E mesmo com frio, andar mais: Kirche Enge, Rieterpark com seus museus e direto para as margens do lago Zürichsee, porém agora do lado oposto ao anteriormente visitado. Arboretum, Bürkliplatz, Bürkliterrasse, Stadthausanlage, o belo edifício Gutzwiller AG Zürich, Stadthaus Zürich, Fraumünster Church e a Neuer Münsterhofer Brunnen ao lado. Ruínas Romanas na Thermen-Gasse, St. Peter, Lindenhof, ...
Final do dia. Nossa, agora a fome apertou e nada de almoço até então! Que loucura!
A Zürich Hauptbahnhof estava logo ali. No caminho, compra de comida e bebida. Depois de tram, para a guesthouse. Assim foi o passeio pela bela cidade, que merece ser visitada.

QUINTA-FEIRA
De pé, café da manhã rapidinho e caminhando para a Zürich Hauptbahnhof. Às 06h35 partiu o trem. Exatamente às 07h25 estava em Luzern, para um passeio de um dia. Mochila no “locker” e vamos caminhar para se esquentar nesse dia frio.
Seebrücke, o imponente edifício Poststelle, Kapellplatz e sem dúvida, uma das mais belas pontes que já vista por esse mundão, a Kapellbrücke (FOTO).




Luzerner Theater, Jesuitenkirche, Ritterscher Palast, Franziskanerplatz, Franziskanerkirche, Historisches Museum Luzern e Spreuerbrücke. Então subir gratuitamente de funicular até o Gütsch Park. Uau, e valeu a pena. Lugar bonito e com uma linda vista da cidade lá embaixo. Ali está o Château Gütsch.
Caminho inverso para conhecer a antiga muralha, suas torres e as imediações. Ainda caminhando, a Löwenplatz e dali, até o famoso e lotado de turistas, Löwendenkmal.
14h, almoço e de volta à caminhada, nas proximidades do lago: Hofkirche St. Leodegar, Matthias-Luchsinger-Platz, o Casino, Bundesgericht, Altstadt e ruas da região central, sempre muito movimentadas. Muito gostoso, mas chegava a hora da partida para Interlaken.
Saída às 18h05 e chegada na Interlaken Ost às 19h55. Mapinha em mãos e vamos caminhar, até o Balmers Hostel. Olha, uns 20 minutos de caminhada! Cansou!

SEXTA-FEIRA
5h, de pé e em direção à Interlaken Ost. Já tinha o passeio para Jungfrau comprado através da Internet. O ticket era o Early Birds. Então deveria pegar o trem às 6h35 ou 7h05. Frio e caminhada pelas ruas ainda escuras. Percurso errado. Demorou uns 30 minutos para chegar.
De Interlaken Ost, o trem às 6h35 até Lauterbrunnen. Dali, às 7h07 outro trem até Kleine Scheiddig. E finalmente desse local às 8h, o último trem até o Jungfrau. Nesse último percurso, realizado grande parte dentro dos túneis escavados na cadeia de montanhas, uma primeira parada de 5 minutos em Eigerwand onde todos os passageiros podem desembarcar para apreciar o lado externo da montanha através de enormes janelas de vidro panorâmicas. Mais um pouco subindo e a segunda e última parada, semelhante à anterior, mas agora em Eismeer. Mas uma vez de volta ao trem para, enfim, chegarmos no topo da Europa: Jungfrau.(FOTO).




Logo na chegada, foi só pegar o passaporte local e na sequência, carimbar com o “visto local”.
Daí, seguir o roteiro indicativo em uma placa: Jungfrau Panorama, Aletschgletscher, Sphinx através do elevador mais rápido da Suíça que leva a uma estação a 3.571 metros acima do nível do mar em apenas 25 segundos, Alpine Sensations, Eispalast com galerias, esculturas e túneis de gelo em uma área de 1000 m², a menos três graus Celsius, e por fim o Plateau, onde o frio era tanto, que a partir de determinado momento, mesmo hiper bem agasalhado, impossível um turista suportar muito tempo ali.
13h30. De Jungfraujoch, até Kleine Scheiddig, Às 14h33 rumo à Grindelwald, chegando às 15h12. Então, uma voltinha para conhecer o vilarejo. Bonito e pequeno. Às 15h49 o último percurso de trem de volta à Interlaken, com desembarque às 16h24.
Como ainda sobrava um tempo livre, a mochila estava guardada e a cidade parecia ser bonita, uma caminhada pela cidade com certeza faria bem: uma obra de arte sobre a Beaurivage-Brücke no Rio Aar, Röm.-Katholische Kirchgemeinde, um enorme parque gramado com diversas atividades acontecendo, a Jungfraustrasse com bares e restaurantes famosos, inclusive o agitado Hooters, Victoria-Jungfrau e o Casino Kursaal.
Certo. Hora de pegar as mochilas e dar sequência na viagem. 18h30 de trem para Geneve. Chegada às 21h18. Nessa cidade, tinha reservado um quarto através do Air BNB, pertinho da estação central.

SÁBADO
E vamos passear: Jet d'Eau (Jato D’Água) (FOTO), Jardin Anglais, L'Horloge Fleurie, Place de Longemalle, a agitada Rue de la Croix-d'Or, Temple de la Fusterie e de tram direto conhecer a Praça das Nações Unidas com a famosa escultura da Cadeira Quebrada, o Memorial das Nações Unidas e claro o próprio palácio das Nações Unidas. Caminhando por ali, conhecemos também o Musée Arian e a Cruz Vermelha.



De volta, já próximos ao lago, o esperado almoço, pois passava das 14h e a fome se manifestava fortemente!
Após o almoço, mais uma passada pela Place de Longemalle e continuando: Place e Temple de la Madeleine, Rue de la Fontaine, Palais de Justice, Place du Bourg-de-Four, Ancien Arsenal, a Rue de l'Hôtel-de-Ville com muitas bandeiras, Etat de Genève - Chancellerie d'Etat, Cathédrale Saint-Pierre, Palais de l'Athénée, Palais Eynard, Promenade de la Treille, Parc des Bastions com o enorme tabuleiro de xadrez e suas peças gigantes, assim como o Monument international de la Réformation e dali, de tram, o CERN.
Começava a anoitecer. De volta para junto do lago, uma entrada no Starbucks Café. Faltando minutos para às 21h, iria fechar. Hora de sair, então. Ehehehehe. Hora de jantar. Mas o que? Raclette!
Bem, depois desse dia hiper movimentado, já depois das 22h30, de volta para o quarto próximo à Gare Cornavin.

DOMINGO
Por que caminhar é saudável e possibilita apreciar tudo muito bem ao redor. Eglise Missionnaire Evangélique, Praça dos Alpes com o Monumento Brunswick, ponte  Mont Blanc e suas bandeiras, mais uma passada pelo Jato D’Água, a Baby-Plage, Parc de la Grange, Muséum d'Histoire Naturelle, Parc de l'Observatoire, Promenade Saint-Antoine, Pont des Bergues já passava das 12h. Almoço, claro.
Continuando a caminhada: Basilique Notre-Dame, Quai du Mont-Blanc com o Monumento à Imperatriz Sisi, Grand Hotel Kempinski, e a caminhada se extendeu ao longo do lago. Parc Mon Repos (FOTO), Parc Moynier e Musée d'Histoire des Sciences. Momento agora para atravessar o lago de barco e retornar. Passeio gostoso.



E para finalizar o dia tão gostoso, de táxi até o Cologny. Parque do lado oposto ao lago. 

SEGUNDA-FEIRA
06h30 partida de trem rumo a Montreux. Chegada às 07h37, mochilas nos “lockers”.
Quase 01h aguardando e precisamente às 8h57 a tão esperada partida no lotado Trem do Chocolate, com direito a primeira classe. Rapidinho foi servido chocolate quente e croissant. Percurso lindo até que às 10h15 a primeira parade: Gruyères, para a visita a super legal La Maison du Gruyère, uma grande fábrica de queijo. Ah, com degustação e tudo.

Às 11h15 todos nós seguimos de ônibus até a vila Gruyères (FOTO). 11h30 lá estávamos, com tempo livre até 13h50.


Seguindo o fluxo dos turistas, as visitas foram: Museum HR Giger, Château de Gruyères e Église Saint Théodule, para encerrar. Vila super pequena.
Todos então, embarcaram em ônibus direto para a Maison Cailler-Nestlé, em Broc. 14h15 iniciamos a visita com explicações sobre o cacao, maquinário e como se produz o chocolate. Enfim, um dos momentos mais esperados: a degustação livre e à vontade. Sensacional! Deliciosa, eu diria!
15h55 partimos de trem da estação de Broc, logo ao lado da fábrica, direto para Montreux, onde chegamos às 17h30.
Nessa cidade também a opção foi por um quarto alugado através do Air BNB. O anfitrião estava na estação aguardando, para irmos ao seu apartamento. Ele comentou que seria difícil encontrar, apesar de perto.Cara muito legal. O quarto, sensacional.

TERÇA-FEIRA
Dia de conhecer Montreux. A caminhada começou bem cedo, sempre às margens do lago Leman: Quais Fleuris, Marché Couvert, a fomosa estátua do Freddie Mercury, a Place du Marché em frente e Quai Ernest-Ansermet.
Depois de orientação, que não seria longe, a caminhada seguiu com destino ao Château de Chillon (FOTO). Mas já vale a dica: sim, é muito longe e não vale a pena ir caminhando. Cansa e demora. 



O Château de Chillon é hiper legal. Realmente vale a visita. Muitos atrativos e locais para se visitar lá dentro: cave, prisão, cripta, sala de refeições, sala dos brasões, etc. Todas “mobiliadas”.
O lado externo também proporciona belíssimas fotos. O retorno foi caminhando também.
Nada mais a fazer, da estação de Montreux, o trem partiu às 18h23, chegando em Geneve às 19h30.

QUARTA-FEIRA
Ainda de madrugada, rumo ao aeroporto. O voo para Lisboa saiu às 06h30, chegando 8h00 em Lisboa. Dali, às 10h25 para Guarulhos, onde aterrissamos às 16h40.




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